{"id":16577,"date":"2020-05-17T01:00:14","date_gmt":"2020-05-17T04:00:14","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=16577"},"modified":"2020-05-17T01:00:14","modified_gmt":"2020-05-17T04:00:14","slug":"clique-aqui-confidencias-ao-general-mourao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/clique-aqui-confidencias-ao-general-mourao\/","title":{"rendered":"Clique aqui &#8211; &#8220;Confid\u00eancias ao general Mour\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_14947\" aria-describedby=\"caption-attachment-14947\" style=\"width: 687px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14947\" src=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"687\" height=\"439\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o.jpg 756w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-300x192.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-350x224.jpg 350w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-550x351.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2019\/09\/mour\u00e3o-230x147.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-14947\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem a sensibilidade das mais altas autoridades, como tem sido largamente apregoado, ser\u00e1 imposs\u00edvel superar a grave situa\u00e7\u00e3o vivida pelo Brasil. Com essas corre\u00e7\u00f5es pontuais ao texto do vice-presidente da Rep\u00fablica, Hamilton Mour\u00e3o, esse espa\u00e7o humildemente se prop\u00f5e a colocar numa ordem de coer\u00eancia, dentro do que est\u00e1 por demais visto, o texto publicado nessa semana sob o t\u00edtulo: \u201cLimites e responsabilidades\u201d.<\/p>\n<p>De antem\u00e3o, j\u00e1 \u00e9 conhecido o exerc\u00edcio herc\u00faleo que o general vem empreendendo, no espa\u00e7o que lhe cabe, para recolocar o capit\u00e3o reincidente e indisciplinado de volta \u00e0 linha do bom senso e do comedimento. Est\u00e1 claro que a pandemia \u00e9 um somat\u00f3rio de quest\u00f5es que vai da sa\u00fade, por seus efeitos sociais, atinge a \u00e1rea econ\u00f4mica, pela paralisa\u00e7\u00e3o das atividades, chegando, na vis\u00e3o de Mour\u00e3o, a alcan\u00e7ar a \u00e1rea da seguran\u00e7a, pelos reflexos que possivelmente trar\u00e3o no aumento da viol\u00eancia, nas suas mais variadas formas.<\/p>\n<p>Por isso mesmo \u00e9 sist\u00eamica. Mas ao contr\u00e1rio do que imagina o autor do texto, ela pesa sobretudo a um Poder em especial e, por uma raz\u00e3o at\u00e9 prosaica, nosso modelo de Rep\u00fablica de vi\u00e9s imperial. Jair Bolsonaro, ou a Constitui\u00e7\u00e3o em pessoa, como ele se reconhece, confessa essa contradi\u00e7\u00e3o de nosso federalismo e, por diversos meios, tem feito um exerc\u00edcio frustrado para enquadrar os governadores ao seu modo de governar. Ao contr\u00e1rio do que o senhor, a priori, imagina, a pandemia provocada pela Covid-19 n\u00e3o \u00e9, em sua ess\u00eancia, uma crise pol\u00edtica. \u00c9 isso sim uma crise de sa\u00fade p\u00fablica e de gest\u00e3o restrita \u00e0 \u00e1rea de sa\u00fade. Tamb\u00e9m n\u00e3o pode ser combatida apenas pela a\u00e7\u00e3o do Estado, como tem sido largamente confirmada pela a\u00e7\u00e3o beneficente de empresas da iniciativa privada e pelos movimentos sociais de solidariedade existentes em muitas comunidades.<\/p>\n<p>Talvez seja essa ideia de centralismo que tem dificultado uma a\u00e7\u00e3o mais coordenada por parte do Estado. O coronav\u00edrus encontrou, no Brasil, terreno prop\u00edcio para transmutar-se, evoluindo de organismo patog\u00eanico para uma enfermidade pol\u00edtica sem precedentes. \u00c9 fato que parecemos estar indo rumo ao caos por fatores que, diferentemente do que o senhor acredita, tem como sua origem centrada e conhecida por todos. \u00c9 ainda um fato que o radicalismo desses tempos e sua filha predileta, a polariza\u00e7\u00e3o extremada, foge das mesas de negocia\u00e7\u00e3o e dos di\u00e1logos.<\/p>\n<p>Por certo, a imprensa, com todo o poder que a comunica\u00e7\u00e3o lhe outorga, necessita, at\u00e9 constantemente, rever procedimentos, mas sem nunca abdicar da realidade, dos par\u00e2metros racionais e at\u00e9 cient\u00edficos, como tem sido o caso em muitos relatos. \u00c9 tamb\u00e9m um fato triste a constata\u00e7\u00e3o de que vivemos tempos de degrada\u00e7\u00e3o do conhecimento pol\u00edtico, por parte daqueles que deveriam us\u00e1-lo de maneira respons\u00e1vel, e isso serve para todos indistintamente, a come\u00e7ar pelo presidente da Rep\u00fablica, o maestro e, afinal, respons\u00e1vel nesse momento pela grande orquestra desafinada que \u00e9 o Brasil.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m pode contestar que, desde a promulga\u00e7\u00e3o da Carta de 88, os tr\u00eas Poderes v\u00eam atropelando-se uns aos outros e isso denota, mais uma vez, os modelo tanto eleitoral quanto de indica\u00e7\u00e3o para as cortes. No entanto, \u00e9 preciso ir com calma com rela\u00e7\u00e3o ao desempenho do Minist\u00e9rio P\u00fablico, de fato um grande avan\u00e7o trazido pela Constitui\u00e7\u00e3o, mas que o modelo centralizador de indica\u00e7\u00e3o dos procuradores vem deturpando.<\/p>\n<p>Infelizmente, sob o ponto de vista da hist\u00f3ria do Brasil, a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, como golpe efetuado contra a Monarquia Constitucional, n\u00e3o conseguiu depois de s\u00e9culos levar o Brasil a um bom porto, o que tem custado muito caro ao Pa\u00eds e \u00e0 sua popula\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m o preju\u00edzo \u00e0 imagem do Brasil no exterior, um fen\u00f4meno t\u00e3o antigo quanto o pa\u00eds, vem sendo, sobremaneira, aumentado pelo desempenho confuso do atual governo.<\/p>\n<p>\u00c9 bem verdade que os governos passados muito mal fizeram aos brasileiros, sobretudo aqueles de esquerda, capitaneados por Lula e seus postes. Mas eles tiveram ao menos a esperteza de silenciar diante do que acontecia, o que dava a impress\u00e3o de que faziam alguma coisa. O senhor, melhor do que ningu\u00e9m, sabe que os efeitos de paralisa\u00e7\u00e3o da economia, provocados pela pandemia, t\u00eam aspectos que v\u00e3o desde a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o a uma disputa pol\u00edtica acirrada entre os diversos personagens em quest\u00e3o. Mas \u00e9 fato tamb\u00e9m que o esp\u00edrito belicoso e irasc\u00edvel do atual presidente, avesso a entendimentos, est\u00e1 na raiz desse problema. Por fim, nessa altura dos acontecimentos, \u00e9 da concord\u00e2ncia geral que fosse o senhor a liderar esse momento especial de crise, os desdobramentos positivos seriam outros e muitos mais necess\u00e1rios ao pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A frase que foi pronunciada:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cNenhuma coisa \u00e9 mais pr\u00f3pria do of\u00edcio de rei do que falar pouco e ouvir muito.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Saavedra Fajardo, diplomata espanhol<\/p>\n<figure id=\"attachment_16580\" aria-describedby=\"caption-attachment-16580\" style=\"width: 447px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-16580\" src=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/05\/diego.jpg\" alt=\"\" width=\"447\" height=\"572\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-16580\" class=\"wp-caption-text\">Retrato de Diego Saavedra Fajardo, de Fernando Selma.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Imagem: wikipedia.org<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Arte<\/strong><\/p>\n<p>Essa pandemia tocou direto na alma dos artistas. Atores, cantores, orquestras, poetas. Veja abaixo como fala a alma da prata da casa Adriana Bernardes. Cr\u00f4nicas e poemas para acalmar o ju\u00edzo, como falaria o fil\u00f3sofo de Mondubim.<\/p>\n<p><em>&#8211;&gt;\u00a0Desculpe a hora. Mas eu preciso te contar o que eu quero pra hoje. &#8220;&#8230;Quero dan\u00e7ar at\u00e9 o dia amanhecer!<\/em><br \/>\n<em>Sentir o cheiro quente do perfume que exala do meu corpo misturado ao suor e \u00e0 exaust\u00e3o.<\/em><br \/>\n<em>Sentar de frente pro mar, fechar meus olhos e esquecer do mundo!&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><em>Sabe o que mais quero pra hoje? Vem ver: <a href=\"https:\/\/reboar.blogspot.com\/2020\/05\/o-que-eu-quero-pra-hoje.html\">O que eu quero pra hoje?<\/a><\/em><\/p>\n<p><em>O blog: <a href=\"https:\/\/reboar.blogspot.com\/\">reboar.blogspot.com<\/a><\/em><br \/>\n<em>Instagram: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rebo_ar\/?hl=pt-br\">@rebo_ar<\/a><\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-16584 aligncenter\" src=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/05\/arte-1.jpg\" alt=\"\" width=\"546\" height=\"358\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Iphan<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ,a seguir, a manifesta\u00e7\u00e3o recebida e assinada pelo Conselho Deliberativo do ICOMOS\/Brasil sobre as recentes nomea\u00e7\u00f5es para a dire\u00e7\u00e3o do IPHAN.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-16586 aligncenter\" src=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/05\/ICOMOS.jpg\" alt=\"\" width=\"749\" height=\"611\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DE BRAS\u00cdLIA<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isto, porque um exemplo para as demais n\u00e3o ser\u00e1 t\u00e3o dif\u00edcil, mas para fazer da Universidade de Bras\u00edlia um verdadeiro centro de cultura e desenvolvimento do ensino superior, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil. <strong>(Publicado em 07\/01\/1962)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Sem a sensibilidade das mais altas autoridades, como tem sido largamente apregoado, ser\u00e1 imposs\u00edvel superar a grave situa\u00e7\u00e3o vivida pelo Brasil. 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