{"id":18708,"date":"2021-03-07T01:00:02","date_gmt":"2021-03-07T04:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=18708"},"modified":"2021-03-06T22:14:30","modified_gmt":"2021-03-07T01:14:30","slug":"das-paginas-para-a-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/das-paginas-para-a-terra\/","title":{"rendered":"Das p\u00e1ginas para a terra"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_18709\" aria-describedby=\"caption-attachment-18709\" style=\"width: 715px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-18709\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int.jpg\" alt=\"\" width=\"715\" height=\"397\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int.jpg 872w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int-300x167.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int-768x426.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int-800x444.jpg 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int-550x305.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/int-230x128.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18709\" class=\"wp-caption-text\">Foto: reprodu\u00e7\u00e3o\/institutoterra.org<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Das Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o-Governamentais (ONGs) que t\u00eam trabalhado para livrar o planeta e sua imensa popula\u00e7\u00e3o de uma destrui\u00e7\u00e3o que parece cada vez mais iminente, sem d\u00favida alguma, o Instituto Terra, criado e gerido pelo renomado fot\u00f3grafo Sebasti\u00e3o Salgado e sua esposa L\u00e9lia, h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, \u00e9 um exemplo para o mundo e principalmente para nosso pa\u00eds, acometido pelo flagelo dos desmatamentos e dos megainc\u00eandios cont\u00ednuos. Depois de ter plantando mais de 2,3 milh\u00f5es de \u00e1rvores e, com isso, recuperado mais de 2 mil nascentes no degradado Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, o Instituto Terra dar\u00e1 in\u00edcio agora a uma ampla e audaciosa campanha visando recuperar o Bioma Mata Atl\u00e2ntica.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Trata-se de um desafio e tanto, mas que, em m\u00e3os do casal L\u00e9lia Deluiz e Sebasti\u00e3o Salgado, tem tudo para ser um sucesso, n\u00e3o s\u00f3 pelo chamamento que esse tipo de iniciativa consegue hoje junto a popula\u00e7\u00e3o mais esclarecida sobre esse assunto, mas, sobretudo, pela necessidade premente de ver semeado no Brasil o processo de restaura\u00e7\u00e3o florestal. A ideia n\u00e3o \u00e9 nova no mundo, mas \u00e9 sempre bem-vinda e necess\u00e1ria em qualquer tempo e lugar por onde tenham passado homens com sua sede permanente por riquezas. Quem, por acaso, tenha lido o livro de Jean Giono (1895-1970), \u201cO homem que plantava \u00e1rvores\u201d, de 1953, por certo, teve se deparado com a frase: \u201c&#8230;os homens poderiam ser t\u00e3o eficazes como Deus em algo mais que a destrui\u00e7\u00e3o.\u201d Com isso, o autor quis dizer que os homens poderiam, se assim dispusessem, imitar o Criador, erguendo e cuidando de todas as formas de vida sobre a Terra, e n\u00e3o destruindo e reduzindo a cinzas como faz a morte, ao deixar escombros e aridez por onde passa.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">A observa\u00e7\u00e3o de Jean veio a prop\u00f3sito da incans\u00e1vel atividade de Elz\u00e9ard Bouffier, o personagem principal, que, durante a maior chacina de nossa hist\u00f3ria, representada pela Primeira Guerra Mundial (1914-1918), continuava, dia ap\u00f3s dia, plantando carvalhos numa regi\u00e3o agreste dos Baixos Alpes Franceses, j\u00e1 abandonada pela popula\u00e7\u00e3o local, devido o desmatamento secular promovido pelos carvoeiros naquela regi\u00e3o. O contraste entre quem cuidava de recuperar a vida da regi\u00e3o e o mortic\u00ednio irracional da Guerra de 14\/18 \u00e9 flagrante e mostra, de forma crua, como os homens podem, ao mesmo tempo, abandonar de lado a vida em sua plenitude e seguir os passos da morte, mesmo sabendo dos resultados dessa op\u00e7\u00e3o. O texto, que chegou ao Brasil em forma de desenho animado h\u00e1 poucos anos, sendo posteriormente publicado em livro, parece cada vez mais atual, justamente por mostrar a capacidade do ser humano em mudar o mundo ao seu redor, tanto para o bem quanto para o mal. Nesses tempos em que o nosso planeta experimenta, por meio do fen\u00f4meno do aquecimento global, o que talvez seja o seu maior desafio de todos os tempos, e que pode por um fim \u00e0 exist\u00eancia da pr\u00f3pria esp\u00e9cie humana na Terra, nada mais hodierno e premonit\u00f3rio do que as mensagens contidas nesse texto escrito ainda no s\u00e9culo passado.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Buscar o exato significado para as \u00e1rvores, num tempo em que ainda se acredita n\u00e3o existir nenhum, \u00e9 uma tarefa e um desafio que pode nos colocar hoje entre permanecer por essas paragens ou ter que sair de fininho para outros mundos para n\u00e3o perecer. O desafio gigante que, na obra, \u00e9 realizado por um s\u00f3 homem durante mais de 30 anos em que plantou naquela regi\u00e3o milh\u00f5es de \u00e1rvores, pode ser uma das respostas para esse dilema da atualidade. Embora pare\u00e7a uma tarefa imposs\u00edvel, essa de recuperar o planeta da degrada\u00e7\u00e3o imposta pelas consequ\u00eancias da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial em sua \u00e2nsia por adquirir mat\u00e9rias-primas, o livro mostra que bastou a persist\u00eancia de apenas um indiv\u00edduo para mudar a realidade local. \u201cUm \u00fanico homem, reduzido a seus recursos f\u00edsicos e morais, foi capaz de transformar um deserto em uma terra de Cana\u00e3\u201d, diz o autor.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">O que conhecemos hoje atrav\u00e9s da palavra muito em moda como resili\u00eancia, que \u00e9 capacidade de resistir e se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as, tanto pode ser aplicada ao homem como \u00e0 pr\u00f3pria natureza, desde que lhes sejam ofertados a oportunidade. A esse fen\u00f4meno, que muitos classificam como um sinal e uma semente da pr\u00f3pria vida, \u00e9 que pode estar a reden\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da humanidade. Obviamente que os exemplos a seguir n\u00e3o devem se resumir a uma obra de fic\u00e7\u00e3o. Mas pode nela se inspirar para promover as mudan\u00e7as necess\u00e1rias e urgentes que o momento exige. Toda grande obra pode ter seu in\u00edcio apenas movida pela inspira\u00e7\u00e3o trazida pelos belos exemplos, sejam eles reais ou n\u00e3o. O primeiro passo \u00e9 o das ideias, dado ainda no mundo abstrato dos projetos mentais. Pode vir a ser realidade concreta, pelo esfor\u00e7o f\u00edsico, o que \u00e9 uma mera consequ\u00eancia da capacidade de pensar. Nesse caso pensar num mundo em que a vida seja ainda uma possibilidade real e que valha a pena. Da \u00c1frica, talvez o continente mais economicamente sofrido e espoliado na hist\u00f3ria da humanidade, vem um dos muitos e bons exemplos que precisamos para nossa salva\u00e7\u00e3o futura. Na Eti\u00f3pia, um dos pa\u00edses mais populosos e pobres daquele continente, o governo empreendeu uma jornada em que, em apenas 12 horas, uma for\u00e7a-tarefa, atuando em mais de mil \u00e1reas daquele pa\u00eds, conseguiu a fa\u00e7anha de plantar mais de 350 milh\u00f5es de \u00e1rvores. Um recorde mundial. Tamb\u00e9m a \u00cdndia, castigada pelos desflorestamentos, vem empreendendo um grande esfor\u00e7o para recuperar, ao menos, parte de suas florestas. Na \u00faltima empreitada, 800 mil volunt\u00e1rios plantaram mais de 50 milh\u00f5es de \u00e1rvores em 2016 e prossegue plantando. Na China, parte ociosa do que seria o maior ex\u00e9rcito do planeta tem sido deslocada para a mesma tarefa no norte do pa\u00eds. S\u00e3o mais de 60 mil soldados empenhados nessa tarefa. Os fuzis cedem lugar as ferramentas agr\u00edcolas. A inten\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 criar uma nova floresta na regi\u00e3o de Hebei, numa \u00e1rea de mais de 84 mil quil\u00f4metros quadrados. Para todo o Pa\u00eds, a meta \u00e9 atingir uma cobertura de mais de 23% daquele grande continente at\u00e9 o final deste ano. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">S\u00e3o esfor\u00e7os pontuais, mas que podem fazer a diferen\u00e7a num futuro n\u00e3o muito distante. Cientistas acreditam que, pelo est\u00e1gio atual de degrada\u00e7\u00e3o do planeta, ser\u00e1 preciso, ao menos, o plantio de mais de 1,2 trilh\u00e3o de novas \u00e1rvores, apenas para arrefecer a Terra e livr\u00e1-la dos efeitos mal\u00e9ficos do aquecimento global, que j\u00e1 est\u00e1 atuando entre n\u00f3s. A situa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 bem do conhecimento dos t\u00e9cnicos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, tem estimulado a\u00e7\u00f5es dessa Organiza\u00e7\u00e3o, com vistas a um projeto, j\u00e1 em andamento, cuja a meta \u00e9 plantar 4 bilh\u00f5es de novas \u00e1rvores nos pr\u00f3ximos anos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Por todo o mundo, projetos semelhantes est\u00e3o em andamento, uns ambiciosos e outros mais modestos, mas j\u00e1 s\u00e3o de grande valia em seu conjunto. De todos os projetos de plantio de \u00e1rvores pelo planeta, nenhum \u00e9 mais ambicioso do que o vem sendo erguido nas bordas do grande deserto do Saara, tamb\u00e9m na \u00c1frica. Em nenhum lugar do planeta as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas s\u00e3o mais impactantes do que as que ocorrem nos pa\u00edses margeados por esse grande deserto. O deserto vem aumentando de \u00e1rea num ritmo assustador nos \u00faltimos anos. Com ele vem o clima cada vez mais in\u00f3spito \u00e0 vida. Com temperaturas que ficam numa m\u00e9dia pr\u00f3xima aos 50 graus cent\u00edgrados.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Com esse fen\u00f4meno, vem tamb\u00e9m a escassez de \u00e1gua, cada vez mais assustadora e j\u00e1 motivo de conflitos permanentes na regi\u00e3o. Financiado pelo Banco Mundial, a Uni\u00e3o Europeia e as Na\u00e7\u00f5es Unidas, projeto unindo v\u00e1rios pa\u00edses locais visa erguer uma gigantesca barreira verde de \u00e1rvores, que cobrir\u00e1 uma \u00e1rea de mais de 8 mil quil\u00f4metros, atravessando todo o continente africano na parte sul do deserto do Saara, formando uma enorme muralha para conter o avan\u00e7o da areia. A meta \u00e9 erguer essa Grande Muralha Verde at\u00e9 2030, cobrindo com reflorestamento uma \u00e1rea de 247 milh\u00f5es de acres ou aproximadamente 100 milh\u00f5es de hectares.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Instituto Terra | Refloresta\" width=\"720\" height=\"405\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_MEDbRCVJRM?start=2&amp;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\"><b>A frase que foi pronunciada:<\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u201c<span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\"><i>Vivemos numa \u00e9poca perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo.\u201d<\/i><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Francis Bacon (1521- 1626), pol\u00edtico, fil\u00f3sofo, cientista, ensa\u00edsta ingl\u00eas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_15705\" aria-describedby=\"caption-attachment-15705\" style=\"width: 547px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-15705\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1.jpg\" alt=\"\" width=\"547\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1.jpg 1086w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-300x180.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-768x461.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-1024x615.jpg 1024w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-350x210.jpg 350w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-550x330.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/01\/xFrancis_Bacon_montagem.jpg.pagespeed.ic_.3zLGOLg2lF-1-1-230x138.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-15705\" class=\"wp-caption-text\">Francis Bacon. Foto: oglobo.globo.com<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\"><b>HIST\u00d3RIA DE BRAS\u00cdLIA<\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Felizmente isto aconteceu em Bras\u00edlia, onde o conserto durar\u00e1 poucos dias. Se fosse outro Estado, at\u00e9 que a equipe de engenheiros discutisse quem tinha a culpa, o povo seria sempre o prejudicado. Aqui, n\u00e3o. Na pr\u00f3xima semana voc\u00ea transitar\u00e1 pelo mesmo local. <b>(Publicado em 27\/01\/1962)<\/b><b> <\/b><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Das Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o-Governamentais (ONGs) que t\u00eam trabalhado para livrar o planeta e sua imensa popula\u00e7\u00e3o de uma destrui\u00e7\u00e3o que parece cada vez mais iminente, sem d\u00favida alguma, o Instituto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":18709,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wpb_read_more":[],"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[2337,2338,2339,1136,2698,114,2697,2340,2542,2432,2699],"class_list":["post-18708","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-integra","tag-aricunha-2","tag-brasilia-2","tag-circecunha-2","tag-desmatamentonobrasil","tag-desmatamentonomundo","tag-historiadebrasilia","tag-institutoterra","tag-mamfil-2","tag-mataatlantica","tag-reflorestamento","tag-reflorestamentonomundo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18708","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18708"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18708\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18712,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18708\/revisions\/18712"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18709"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18708"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18708"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18708"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}