{"id":19135,"date":"2021-04-30T01:00:13","date_gmt":"2021-04-30T04:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=19135"},"modified":"2021-04-29T23:47:05","modified_gmt":"2021-04-30T02:47:05","slug":"decadas-de-invasoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/decadas-de-invasoes\/","title":{"rendered":"D\u00e9cadas de invas\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_19140\" aria-describedby=\"caption-attachment-19140\" style=\"width: 594px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19140\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/inv.jpg\" alt=\"\" width=\"594\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/inv.jpg 599w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/inv-300x180.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/inv-550x330.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/inv-230x138.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-19140\" class=\"wp-caption-text\">Foto: chiquinhodornas.blogspot.com<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><span style=\"font-size: medium\">Desde que foi inaugurada oficialmente, em abril de 1960, Bras\u00edlia vem experimentando um lento e persistente processo irregular de ocupa\u00e7\u00e3o do solo. Esse fato se deve, possivelmente, aos atrativos, representados pelos servi\u00e7os p\u00fablicos oferecidos pela capital do pa\u00eds.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Por outro lado, o ritmo acelerado imprimido na constru\u00e7\u00e3o da cidade n\u00e3o possibilitou a devida regulariza\u00e7\u00e3o burocr\u00e1tica das muitas propriedades particulares que existiam no entorno da capital ou que eram reclamadas por pessoas e fam\u00edlias que ocupavam essas \u00e1reas anteriormente e que, naquela \u00e9poca, n\u00e3o eram devidamente registradas e documentadas em cart\u00f3rios. Ou eram, como o caso da dona Vict\u00f3ria Rezende e Silva, que, com o marido, era propriet\u00e1ria de toda a regi\u00e3o onde hoje \u00e9 o trecho 7 do Setor de Mans\u00f5es do Lago Norte.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Tratava-se aqui de uma regi\u00e3o remota, distante da antiga capital e do litoral, perdida nos confins do interior do pa\u00eds, pouco habitada e esquecida do restante do Brasil. Esse e outros fatores acabariam por abrir uma grande quantidade de parcelamentos e forma\u00e7\u00e3o de lotes irregulares.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">At\u00e9 o in\u00edcio dos anos oitenta, ocorriam poucos assentamentos n\u00e3o oficiais nos arredores da capital e que n\u00e3o ofereciam maiores perigos para a ocorr\u00eancia de invas\u00f5es em massa, capazes de desfigurar, por completo, qualquer projeto de planejamento da cidade, como os que ocorreram no Rio de Janeiro e que redundaram no completo desvirtuamento urbano da antiga capital, com as consequ\u00eancias nocivas que hoje conhecemos.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">A partir da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 e, principalmente, da chamada emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da capital, deu-se um verdadeiro boom de invas\u00f5es que passaram a ser erguidas, da noite para o dia, por toda a Bras\u00edlia. Incentivadas por uma classe pol\u00edtica oportunista, que passou a identificar, nas terras p\u00fablicas, uma moeda de troca representada pelo bin\u00f4mio: um voto, um lote, a multiplica\u00e7\u00e3o das invas\u00f5es fugiu totalmente ao controle dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, amea\u00e7ando destruir uma cidade planejada, transformando Bras\u00edlia em mais uma das muitas capitais espalhadas por esse imenso pa\u00eds: ca\u00f3ticas e deformadas pela gan\u00e2ncia e o oportunismo imediatista que caracterizam a maioria de nossa classe pol\u00edtica.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Hoje, passados mais de sessenta anos de sua inaugura\u00e7\u00e3o, a quest\u00e3o da regulariza\u00e7\u00e3o das terras e o surgimento de novos n\u00facleos habitacionais, bem como as invas\u00f5es, ainda representam uma realidade e uma amea\u00e7a que parece longe de ser pacificada. Trata-se de um processo herdado por d\u00e9cadas de inc\u00faria e de falta de vontade e firmeza das autoridades e que la\u00e7am essa amea\u00e7a para um futuro incerto. O que se tem como certeza, e a maioria de nossas capitais demonstram isso na pr\u00e1tica, \u00e9 que cidade alguma pode prescindir e resistir ao tempo, como espa\u00e7o seguro e apraz\u00edvel para seus cidad\u00e3os, se abrir m\u00e3o de um planejamento urbano, racional e met\u00f3dico, capaz de ordenar e p\u00f4r nos eixos toda a complexidade que envolve uma metr\u00f3pole. Ou aprendemos isso, observando o caos em que se transformaram nossas cidades mais antigas, ou seremos condenados a multiplicar esses erros e espa\u00e7os, erguendo cidades que, no fundo, as pessoas querem ver de longe.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">O problema \u00e9 que planejamento urbano exige, antes de tudo, civilidade e respeito total \u00e0s normas e posturas dispostas em lei. E \u00e9 a\u00ed que est\u00e1 a raiz do problema. Quando se verifica que nem mesmo aqueles, aos quais a fun\u00e7\u00e3o e os altos cargos exigiriam pronto acatamento \u00e0s normas e leis urbanas, cumprem o que est\u00e1 estabelecido, muito menos se pode esperar de outros cidad\u00e3os menos afortunados, que v\u00eam nessas elites um mal exemplo a ser copiado. N\u00e3o por outra, \u00e9 vis\u00edvel tamb\u00e9m, em bairros chiques, como os lagos Sul e Norte, invas\u00f5es de \u00e1reas p\u00fablicas, perpetradas por pessoas de alto poder aquisitivo, que acreditam no poder do dinheiro e da fun\u00e7\u00e3o para domar os fiscais. N\u00e3o \u00e9 por acaso que, nesses bairros, onde casas e lotes valem milh\u00f5es de reais, a exist\u00eancia de passeios p\u00fablicos, com cal\u00e7adas e espa\u00e7os para pedestres, praticamente inexiste, espremidos pelo avan\u00e7ar dos lotes e das mans\u00f5es. Cadeirantes, idosos, atletas e outros caminhantes n\u00e3o t\u00eam vez nesses espa\u00e7os, tomados pelo ego\u00edsmo daqueles que se reconhecem como intoc\u00e1veis. \u00c9 tudo uma trag\u00e9dia urbana, sem solu\u00e7\u00e3o \u00e0 vista.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b><span style=\"font-size: medium\">F<\/span>rase que foi pronunciada:<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\">\u201c<span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><i>Aquilo que escuto eu esque\u00e7o, aquilo que vejo eu lembro, aquilo que fa\u00e7o eu aprendo.\u201d<\/i><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Conf\u00facio<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_16264\" aria-describedby=\"caption-attachment-16264\" style=\"width: 543px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-16264\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio.jpg\" alt=\"\" width=\"543\" height=\"336\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio.jpg 750w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio-300x186.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio-350x217.jpg 350w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio-550x340.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2020\/04\/confucio-230x142.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 543px) 100vw, 543px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-16264\" class=\"wp-caption-text\">Foto: reprodu\u00e7\u00e3o da internet<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Ir e vir<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">A seguir, as fotos de uma regi\u00e3o cercada ilegalmente como Residencial Vale dos Ip\u00eas, s\u00f3 para ricos. Moradores antigos e pobres da regi\u00e3o s\u00e3o impedidos por um funcion\u00e1rio do condom\u00ednio criado, que se diz trabalhar para o governo. Fecha o port\u00e3o e obriga a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda a andar quil\u00f4metros para dar a volta e entrar por outro local. \u00c9 preciso esclarecer essa situa\u00e7\u00e3o que, diga-se de passagem, \u00e9 inconstitucional.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19136 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/1-2.jpg\" alt=\"\" width=\"547\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/1-2.jpg 583w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/1-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/1-2-550x413.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/1-2-230x173.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19137 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/2-1.jpg\" alt=\"\" width=\"549\" height=\"410\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/2-1.jpg 583w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/2-1-300x224.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/2-1-550x411.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/2-1-230x172.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 549px) 100vw, 549px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19138 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/3-1.jpg\" alt=\"\" width=\"551\" height=\"414\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/3-1.jpg 583w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/3-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/3-1-550x413.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/3-1-230x173.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 551px) 100vw, 551px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19139 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/4.jpg\" alt=\"\" width=\"552\" height=\"411\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/4.jpg 585w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/4-300x224.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/4-550x410.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/04\/4-230x171.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 552px) 100vw, 552px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Insustent\u00e1vel<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">E a cadela da casa resolveu parir debaixo de largas toras de madeira, onde os donos n\u00e3o conseguem chegar. Nem Bombeiros, nem Pol\u00edcia Ambiental, nem Zoonose fazem esse tipo de resgate. Resultado: morreu um dos filhotes e a cadela amamenta os sobreviventes em meio ao cad\u00e1ver do animal em decomposi\u00e7\u00e3o. Os propriet\u00e1rios do bicho at\u00e9 pensaram em se apresentar como autores de maus tratos. N\u00e3o o fizeram porque, nesse caso, ao recolher o animal, a zoonose leva para o canil. E mais: para maus tratos, a lei n\u00e3o prev\u00ea amamenta\u00e7\u00e3o entre cad\u00e1ver.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Efici\u00eancia<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Dif\u00edcil ter uma atendente com tanto conhecimento, agilidade e carisma no trato com o cliente. Daiana, da Claro Net, teve uma performance que merece esse registro.<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_18671\" aria-describedby=\"caption-attachment-18671\" style=\"width: 545px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-18671\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro.jpg\" alt=\"\" width=\"545\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro.jpg 903w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro-300x207.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro-768x529.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro-800x551.jpg 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro-550x379.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/03\/claro-230x158.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 545px) 100vw, 545px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18671\" class=\"wp-caption-text\">Foto: divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #222222\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Quando surgem not\u00edcias desencontradas, e em casos destes sempre ocorre, a culpa cabe \u00e0s autoridades que n\u00e3o comunicam pela imprensa. <b>(Publicada em 01.02.1962)<\/b><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Desde que foi inaugurada oficialmente, em abril de 1960, Bras\u00edlia vem experimentando um lento e persistente processo irregular de ocupa\u00e7\u00e3o do solo. 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