{"id":20253,"date":"2021-11-07T01:00:59","date_gmt":"2021-11-07T04:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=20253"},"modified":"2021-11-07T15:13:13","modified_gmt":"2021-11-07T18:13:13","slug":"nossos-mortos-estao-vivos-e-vibrando-dentro-de-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/nossos-mortos-estao-vivos-e-vibrando-dentro-de-nos\/","title":{"rendered":"Nossos mortos est\u00e3o vivos e vibrando dentro de n\u00f3s"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>Facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>Instagram.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_20256\" aria-describedby=\"caption-attachment-20256\" style=\"width: 606px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-20256\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin.jpg\" alt=\"\" width=\"606\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin.jpg 814w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin-300x167.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin-768x428.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin-800x446.jpg 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin-550x307.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fin-230x128.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 606px) 100vw, 606px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20256\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Marcello Casal Jr. \/ Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Dentre as v\u00e1rias facetas que possibilitaram, em seu conjunto, a ascens\u00e3o do ser humano ao patamar civilizat\u00f3rio, juntamente com o dom\u00ednio da agricultura, do fogo, da vida sedent\u00e1ria, est\u00e1 o culto aos antepassados. Comum a todas \u00e0s civiliza\u00e7\u00f5es antigas, o ritual de celebra\u00e7\u00e3o e de rememora\u00e7\u00e3o dos entes se constituiu em um dos pilares que resultaria, posteriormente, na forma\u00e7\u00e3o embrion\u00e1ria da religi\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">O culto aos mortos, em seu sentido ontol\u00f3gico, permitiu a humanidade estender para o pret\u00e9rito o significado de sua exist\u00eancia, ligando-a at\u00e9 o presente, o que, por sua vez, ensejou expandir o sentimento de exist\u00eancia para o futuro. Em outras palavras, as experi\u00eancias trazidas pelos entes do passado, possibilitaram a exist\u00eancia presente com mais conforto e seguran\u00e7a. A pr\u00f3pria longevidade de cada indiv\u00edduo, inclusive seu prazo de validade, como ser senciente, colocava, dentro de um espa\u00e7o-tempo, os limites de atua\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Qualquer projeto, a m\u00e9dio e longo prazo, deveria ser desempenhado dentro do espa\u00e7o entre determinadas luas. Muito mais do que simples rituais metaf\u00edsicos, a medita\u00e7\u00e3o sobre a personalidade e os acontecimentos passados, desencadearam, na esp\u00e9cie humana, o desejo pelas possibilidades vindouras, abrindo tamb\u00e9m espa\u00e7o para o sentido da abstra\u00e7\u00e3o. Cultuar aquilo que est\u00e1 ausente e que, portanto, n\u00e3o tem materialidade presente ensejou no homem pr\u00e9-hist\u00f3rico o surgimento do pensamento abstrato, transposto tamb\u00e9m para a arte rupestre, que \u00e9 o registro gr\u00e1fico e material de algo espiritual e aleat\u00f3rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">O desenvolvimento do pensamento abstrato distanciou o homem racional do animal irracional, dotando-lhe da capacidade \u00fanica de projetar suas sensa\u00e7\u00f5es para fora e longe de si mesmo, no espa\u00e7o e no tempo. O que fazer amanh\u00e3 ou na pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o chuvosa? O que fazer quando o inverno voltar? Como sobreviver quando tudo estiver, mais uma vez, coberto de neve? S\u00e3o elucubra\u00e7\u00f5es que, partindo de quest\u00f5es pr\u00e1ticas e urgentes, lan\u00e7aram o indiv\u00edduo para o futuro, num mundo povoado apenas pelo pensamento abstrato. <\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">O que \u00e9 hoje apenas lembran\u00e7a abstrata foi, anteriormente, realidade concreta e palp\u00e1vel. Dessa forma, a constru\u00e7\u00e3o de nosso futuro est\u00e1 indissociavelmente e intimamente ligada a fatos passados, constituindo-se no alicerce do momento presente e na base do que est\u00e1 por vir. N\u00e3o \u00e9 por outra que o indiv\u00edduo se torna, essencialmente, um ser do porvir, ou um ser do vir a ser, sempre incompleto no presente, buscando sua complementa\u00e7\u00e3o no amanh\u00e3.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Deixados de lado este e outros aspectos, objetos do estudo da antropologia cultural, e dando um salto no tempo at\u00e9 os dias atuais, experimentados agora pela sociedade brasileira, o que podemos perceber, \u00e0 primeira vista, \u00e9 que o encurtamento de nossa mem\u00f3ria factual, assolada pela insufici\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es ou pelo excesso delas, fez, de cada um de n\u00f3s, seres inertes e indiferentes aos acontecimentos diuturnos \u00e0 nossa volta.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Esse desprezo pelas experi\u00eancias do passado fez-nos ref\u00e9ns de n\u00f3s pr\u00f3prios, num estado de letargia permanente, aceitando de bom grado o prato frio que nos servem. Assuntos como a destrui\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, a viol\u00eancia banalizada, a confus\u00e3o sexual imposta a crian\u00e7as parecem n\u00e3o possuir mais o cond\u00e3o de nos fazer atuantes para moldar a realidade \u00e0s nossas melhores expectativas.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">A visita ao t\u00famulo dos antepassados, sugerida pelo Dia de Finados, \u00e9 cada vez mais um ritual desprovido de sentido para as novas gera\u00e7\u00f5es, que v\u00eam nesse costume um costume e apego a situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o fazem mais sentidos. Mesmo sabendo que o que est\u00e1 l\u00e1, depositado na tumba do parente falecido, \u00e9 apenas o que foi sua carca\u00e7a carnal, como a casca seca da cigarra colada \u00e0 \u00e1rvore, o culto a essa passagem, pela qual todos iremos transpor um dia, guarda uma import\u00e2ncia hist\u00f3rica, cultural, antropol\u00f3gica e at\u00e9 espiritual que nos liga diretamente \u00e0s nossas ra\u00edzes.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">N\u00e3o por outra raz\u00e3o, muitos cemit\u00e9rios ainda hoje mant\u00eam bancos dispostos ao lado dos t\u00famulos, para que neles os vivos meditem sobre a efemeridade da vida. O que, \u00e0 primeira vista, parece um ritual do passado vazio e sem express\u00e3o concreta \u00e9, na verdade, parte da constru\u00e7\u00e3o humana, uma obra que vem nos trazendo desde o passado long\u00ednquo at\u00e9 aos dias atuais.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>A frase que foi pronunciada:<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\">\u201c<span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><i>N\u00e3o d\u00ea ouvidos aos conselhos de ningu\u00e9m. A n\u00e3o ser o do vento que passa e nos conta as hist\u00f3rias do mundo.\u201d<\/i><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Claude Debussy<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_20257\" aria-describedby=\"caption-attachment-20257\" style=\"width: 542px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-20257\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/Claude.jpg\" alt=\"\" width=\"542\" height=\"582\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/Claude.jpg 575w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/Claude-279x300.jpg 279w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/Claude-550x591.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/Claude-230x247.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20257\" class=\"wp-caption-text\">Claude Debussy. Foto: wikipedia.org<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Insuport\u00e1vel<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Al\u00e9m do inc\u00f4modo das passagens a\u00e9reas car\u00edssimas, viagens sem conforto, os passageiros t\u00eam que enfrentar, na chegada ao desembarque, no aeroporto, motoristas que oferecem traslados com pre\u00e7os estranhos, chegando a bloquear quem sai da sala onde s\u00e3o aguardadas as malas. A administra\u00e7\u00e3o do aeroporto deve ter autoridade para colocar ordem nisso. E a PM e o Detran devem estar atentos aos transportes ilegais.<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_19729\" aria-describedby=\"caption-attachment-19729\" style=\"width: 538px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-19729\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/08\/aeroporto.jpg\" alt=\"\" width=\"538\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/08\/aeroporto.jpg 764w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/08\/aeroporto-300x180.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/08\/aeroporto-550x330.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/08\/aeroporto-230x138.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-19729\" class=\"wp-caption-text\">Foto: reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Passeio<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">Como sempre, a organiza\u00e7\u00e3o dos japoneses \u00e9 impec\u00e1vel. Na Feira do Jap\u00e3o acontecida no Clube do Congresso at\u00e9 hoje, \u00e9 um primor, desde a recep\u00e7\u00e3o at\u00e9 o atendimento. Com o espa\u00e7o bem organizado e as pessoas super treinadas, as filas andam r\u00e1pido. Comida caprichada e com\u00e9rcio interessante. Vale o passeio! N\u00e3o \u00e9 preciso passaporte de vacina para entrar. Idoso paga meia, quem levar alimento n\u00e3o perec\u00edvel tamb\u00e9m. Come\u00e7ou \u00e0s 9h da manh\u00e3.<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_20258\" aria-describedby=\"caption-attachment-20258\" style=\"width: 538px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-20258\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fest.jpg\" alt=\"\" width=\"538\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fest.jpg 537w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fest-300x198.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2021\/11\/fest-230x152.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20258\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Luis Nova \/ Esp. CB\/D.A Press<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\"><b>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif\">IAPM e IAPFESP reiniciaram as obras, e dizem que o IAPM fichou quinhentos candangos. Ningu\u00e9m viu, at\u00e9 agora, nada a n\u00e3o ser limpeza do canteiro. <b>(Publicada em 10\/02\/1962)<\/b><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada por Ari Cunha (In memoriam) Desde 1960, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade jornalistacircecunha@gmail.com Facebook.com\/vistolidoeouvido Instagram.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; Dentre as v\u00e1rias facetas que possibilitaram, em seu conjunto, a ascens\u00e3o do ser humano ao patamar civilizat\u00f3rio, juntamente com o dom\u00ednio da agricultura, do fogo, da vida sedent\u00e1ria, est\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":20256,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wpb_read_more":[],"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[2337,2338,2339,114,2340],"class_list":["post-20253","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-integra","tag-aricunha-2","tag-brasilia-2","tag-circecunha-2","tag-historiadebrasilia","tag-mamfil-2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20253","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20253"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20260,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20253\/revisions\/20260"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20256"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}