{"id":22864,"date":"2023-04-09T01:00:02","date_gmt":"2023-04-09T04:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=22864"},"modified":"2023-04-10T10:01:21","modified_gmt":"2023-04-10T13:01:21","slug":"conversa-com-o-robo-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/conversa-com-o-robo-parte-1\/","title":{"rendered":"Conversa com o rob\u00f4 \u2013 parte 1"},"content":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada desde 1960 por Ari Cunha (In memoriam)<\/p>\n<p>hoje, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade<\/p>\n<p>jornalistacircecunha@gmail.com<\/p>\n<p>facebook.com\/vistolidoeouvido<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_22867\" aria-describedby=\"caption-attachment-22867\" style=\"width: 514px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-22867\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai.png\" alt=\"\" width=\"514\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai.png 933w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai-300x199.png 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai-768x509.png 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai-800x530.png 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai-550x364.png 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-content\/uploads\/sites\/13\/2023\/04\/ai-230x152.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-22867\" class=\"wp-caption-text\"><a href=\"https:\/\/revistapirralha.com.br\/fazendo-charges-com-inteligencia-artificial\">Charge de Rick McKee feita com o aux\u00edlio de um programa de intelig\u00eancia artificial<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em novela publicada em 1818, Mary Shelley conta a est\u00f3ria sobrenatural vivida pelo cientista Victor Frankenstein, que conseguiu, depois de anos de tentativa, dar vida a uma criatura de laborat\u00f3rio, toda ela formada por diferentes partes de cad\u00e1veres humanos. Vendo que havia criado uma esp\u00e9cie de monstro de apar\u00eancia horrenda, o cientista simplesmente abandona sua cria\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria sorte.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No livro, fica subentendido que o monstro, na verdade, possu\u00eda muito mais humanidade que seu criador, descrito aqui como um cientista extremamente ego\u00edsta e preocupado apenas com a fama que suas pesquisas poderiam trazer para sua imagem. Como uma esp\u00e9cie de Prometeu moderno, que ousou desafiar Zeus, entregando o fogo do conhecimento e da possibilidade de transforma\u00e7\u00e3o da natureza, Frankenstein, mostra, sobretudo que todo e qualquer poder ou cria\u00e7\u00e3o devem ser acompanhados tamb\u00e9m de grandes responsabilidades.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00f5es como essa, que tratam dos limites do conhecimento, do sentido da vida, da ambi\u00e7\u00e3o desmedida e da rela\u00e7\u00e3o do homem com o mundo em volta, podem ser apreendidos desse romance, levando o leitor a pensar inclusive nas consequ\u00eancias negativas de suas inven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sem valores humanos leg\u00edtimos, todo e qualquer avan\u00e7o e tecnologia pode concorrer para a destrui\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio homem. \u00c9 o caso aqui do desenvolvimento das armas nucleares, onde a busca por tecnologias e poderes, sem um prop\u00f3sito humano por tr\u00e1s, levou-nos aos epis\u00f3dios de Hiroshima e Nagasaki.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No que diz respeito \u00e0 quest\u00e3o da Intelig\u00eancia Artificial, parece para muitos, atentos \u00e0 quest\u00e3o, j\u00e1 abordada recentemente aqui neste espa\u00e7o, que estamos no limiar de uma etapa e de uma nova encruzilhada da evolu\u00e7\u00e3o humana, onde tudo pode acontecer, inclusive o perigo dessa tecnologia vir a se voltar contra seus criadores. Pelo menos \u00e9 o que vem alertando muitas personalidades e cientistas envolvidos no aperfei\u00e7oamento dessa tecnologia. Para os que buscam resposta sobre a IA, as perguntas iniciais feitas\u00a0por <em>mamfil57@gmail.com<\/em> ao ChatGPT come\u00e7am com uma quest\u00e3o b\u00e1sica: Quem \u00e9 voc\u00ea?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8211; Eu sou o ChatGPT, um modelo de linguagem avan\u00e7ado criado pela OpenAI. Estou aqui para ajudar a responder suas perguntas e fornecer informa\u00e7\u00f5es em uma ampla variedade de t\u00f3picos. Sinta-se \u00e0 vontade para me perguntar o que quiser!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Qual a finalidade da cria\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8211; A cria\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial (IA) tem como objetivo desenvolver sistemas que possam realizar tarefas que normalmente exigiriam intelig\u00eancia humana para serem executadas. Esses sistemas podem ser usados para uma ampla variedade de aplica\u00e7\u00f5es, desde a automa\u00e7\u00e3o de tarefas rotineiras at\u00e9 o desenvolvimento de sistemas mais avan\u00e7ados que possam aprender, adaptar-se e tomar decis\u00f5es aut\u00f4nomas. A IA pode ser usada para resolver uma ampla variedade de problemas em muitos setores, incluindo sa\u00fade, finan\u00e7as, transporte, manufatura e muito mais. Ela pode ajudar a melhorar a efici\u00eancia e a produtividade em muitas \u00e1reas, al\u00e9m de fornecer solu\u00e7\u00f5es para problemas complexos que seriam dif\u00edceis de resolver de outra forma.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Embora a IA possa oferecer muitos benef\u00edcios, tamb\u00e9m \u00e9 importante considerar os poss\u00edveis riscos e desafios associados ao seu desenvolvimento e uso, como a privacidade de dados, o vi\u00e9s algor\u00edtmico e a seguran\u00e7a cibern\u00e9tica. Por isso, \u00e9 importante que as pesquisas e desenvolvimentos de IA sejam realizados de maneira \u00e9tica e respons\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Poderia existir alguma competi\u00e7\u00e3o ou disputa entre a IA e os humanos?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8211; N\u00e3o existe uma competi\u00e7\u00e3o direta entre a IA e os humanos, pois a IA \u00e9 projetada para complementar e auxiliar o trabalho humano, em vez de substitu\u00ed-lo. A IA \u00e9 criada para realizar tarefas espec\u00edficas de maneira eficiente e precisa, mas isso n\u00e3o significa que ela possa substituir completamente as habilidades e capacidades humanas. Na verdade, a IA \u00e9 frequentemente projetada para trabalhar em conjunto com os humanos, oferecendo suporte em tarefas complexas que exigem processamento de dados em grande escala, an\u00e1lise de informa\u00e7\u00f5es, tomada de decis\u00e3o e muito mais. A IA pode ajudar os humanos proporcionando insights valiosos e automatizando tarefas repetitivas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No entanto, \u00e9 importante considerar que a IA pode ter impactos significativos no mercado de trabalho, especialmente em \u00e1reas onde as tarefas podem ser automatizadas, \u00e9 preciso que haja uma compreens\u00e3o clara dos benef\u00edcios e desafios da IA e que os esfor\u00e7os sejam feitos para garantir que a IA seja desenvolvida e implementada de maneira \u00e9tica e respons\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Haveria a possibilidade de algum governo usar a IA para fins militares?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8211; Infelizmente, \u00e9 poss\u00edvel que alguns governos possam usar a IA para fins militares. A IA tem a capacidade de fornecer insights valiosos e automatizar processos complexos, o que pode ser \u00fatil em aplica\u00e7\u00f5es militares, como monitoramento, detec\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as e tomada de decis\u00e3o. No entanto, \u00e9 importante considerar que o uso da IA em aplica\u00e7\u00f5es militares tamb\u00e9m pode apresentar riscos significativos, especialmente se for usado para fins ofensivos. Por exemplo, a IA pode ser usada para criar sistemas aut\u00f4nomos de armas que possam operar sem a interven\u00e7\u00e3o humana direta, o que levanta quest\u00f5es \u00e9ticas e de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Do canteiro de obras sai uma torrente imensa, atira-se sobre o asfalto, cobre a pista, deslisa, junta-se a outra torrente do IAPI, prossegue, recebe mais \u00e1gua do IAPETEC, e, finalmente, desagua no trevo da Igrejinha. <strong>(Publicada em 18.03.1962)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VISTO, LIDO E OUVIDO, criada desde 1960 por Ari Cunha (In memoriam) hoje, com Circe Cunha e Mamfil \u2013 Manoel de Andrade jornalistacircecunha@gmail.com facebook.com\/vistolidoeouvido &nbsp; &nbsp; \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em novela publicada em 1818, Mary Shelley conta a est\u00f3ria sobrenatural vivida pelo cientista Victor Frankenstein, que conseguiu, depois de anos de tentativa, dar vida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":22867,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wpb_read_more":[],"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[3406,2337,2338,2339,114,3405,2340,3420,3330],"class_list":["post-22864","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-integra","tag-ai","tag-aricunha-2","tag-brasilia-2","tag-circecunha-2","tag-historiadebrasilia","tag-inteligenciaartificial","tag-mamfil-2","tag-robo","tag-tecnologia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22864","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22864"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22864\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22872,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22864\/revisions\/22872"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22867"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22864"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22864"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22864"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}