{"id":288,"date":"2015-09-06T01:40:00","date_gmt":"2015-09-06T01:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/visto_lido_e_ouvido-41-2\/"},"modified":"2015-11-18T15:40:31","modified_gmt":"2015-11-18T17:40:31","slug":"visto_lido_e_ouvido-41-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/visto_lido_e_ouvido-41-2\/","title":{"rendered":"VISTO, LIDO E OUVIDO"},"content":{"rendered":"<p>   circecunha@gmail.com; arigcunha@ig.com.br&nbsp;&nbsp;&nbsp;        <br style=\"margin: 0px;padding: 0px;border: 0px currentColor\">                               <br \/>     Interina: Circe Cunha&nbsp;&nbsp;&nbsp;               <br \/>     Colabora\u00e7\u00e3o Mamfil&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <\/p>\n<div class=\"rmRule\"><\/div>\n<div class=\"rmMessages ClearBoth\" id=\"ReadMessageScrollableSection\">\n<div class=\"rmTopSpacer rmTop\">\n<div class=\"rmButtons\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-aricunha\/clear.gif\"><img decoding=\"async\" class=\"i_rm_n\" src=\"https:\/\/snt151.mail.live.com\/ol\/clear.gif\"><img decoding=\"async\" class=\"i_r_fv\" src=\"https:\/\/snt151.mail.live.com\/ol\/clear.gif\"><img decoding=\"async\" class=\"g_close\" src=\"https:\/\/snt151.mail.live.com\/ol\/clear.gif\">                <\/div>\n<\/div>\n<div class=\"c-ReadMessagePart ReadMsgContainer HasLayout ClearBoth HideShadows FullPart NoHistory Read RmIc\" id=\"readMessagePartControl415f\">\n<div class=\"c-ReadMessagePartBody\">\n<div class=\"readMsgBody\">\n<div class=\"ExternalClass MsgBodyContainer\" id=\"bodyreadMessagePartBodyControl420f\">\n<div dir=\"ltr\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Salve-se quem puder&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem quer agradar a todos, n\u00e3o agrada ningu\u00e9m e de quebra, desagrada a si pr\u00f3prio. Esse parece ser , respeitadas as propor\u00e7\u00f5es, o problema central com democracias que tem como base, uma coaliz\u00e3o imensa e fr\u00e1gil de partidos das mais diversas orienta\u00e7\u00f5es, com desejos diversos e at\u00e9 antag\u00f4nicos. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nosso pa\u00eds&nbsp;&nbsp;n\u00e3o conseguiu se libertar&nbsp;desse modelo arcaico, que tem nos cofres do Estado o principal fiador dessa alian\u00e7a interesseira. A sustenta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Executivo \u00e9 amarrada a acordos feitos \u00e0 portas fechadas, transformando o pa\u00eds numa esp\u00e9cie de fazenda grande onde tudo esta a venda.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;\u00c9 nessa \u201cporteira fechada\u201d que \u00e9 negociado n\u00e3o s\u00f3 o futuro de cada governo que se sucede, mas sobretudo o presente de cada brasileiro. Como a solu\u00e7\u00e3o , atrav\u00e9s de uma profunda reforma pol\u00edtica, n\u00e3o \u00e9 posta sobre a mesa, seguem-se , sine die, a agrura do cidad\u00e3o chamado a honrar a conta. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A seriedade da crise atual imp\u00f5e o cessar urgente desse modelo, sob pena da ruptura da pr\u00f3pria democracia atrav\u00e9s da cis\u00e3o da sociedade e da abertura de espa\u00e7o para a entrada de aventureiros e salvadores de todo o tipo. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alheia ao mundo ao&nbsp;&nbsp;redor, a classe pol\u00edtica perdeu a interlocu\u00e7\u00e3o com as ruas. Nos acordos,&nbsp;&nbsp;costurados por in\u00e9rcia devido a forte press\u00e3o do momento, n\u00e3o h\u00e1 lugar para o interesse da coletividade. O que se discute, nesses di\u00e1logos de surdos,&nbsp;&nbsp;\u00e9 como livrar o pesco\u00e7o de cada dos envolvidos diretamente na crise. Sobram raposas, faltam estadistas. O fato \u00e9 que n\u00e3o existe agenda nenhuma sendo discutida e pensada. O que temos s\u00e3o arremedos de medidas emergenciais, cuja extens\u00e3o abrange apenas o salvamento das apar\u00eancias e dos interlocutores. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A na\u00e7\u00e3o segue \u00e0s margens. N\u00e3o \u00e9 por outra raz\u00e3o que vem crescendo no seio da popula\u00e7\u00e3o a ideia interromper o recolhimento de impostos. Todos eles. Depositados numa esp\u00e9cie de fundo judicial, at\u00e9 que cessem os desmandos, a inc\u00faria perdul\u00e1ria, a corrup\u00e7\u00e3o e o banquete feito \u00e0s custas do suor dos contribuintes. <\/p>\n<p>A frase que n\u00e3o foi pronunciada:\u201cA banaliza\u00e7\u00e3o e massifica\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia torna a sociedade inerte e insens\u00edvel. Resta saber a quem isso interessa.\u201dPergunta insistente. <\/p>\n<p>A\u00ed sim&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foi-se o tempo em que os pol\u00edticos sa\u00edam livres pelas cidades e eram rodeados pelos eleitores que disputavam um espa\u00e7o com alegria. Atualmente o medo de encontrar um cidad\u00e3o revoltado com a corrup\u00e7\u00e3o \u00e9 tanto que os restaurantes mais frequentados s\u00e3o os que t\u00eam salas privadas. E mais. Aplausos em discurso s\u00f3 com \u00f4nibus fretado, almo\u00e7o garantido e at\u00e9 camiseta de brinde. <\/p>\n<p>Distrital&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como todo aniversariante, o hospital de Base tem muito a comemorar. A dedica\u00e7\u00e3o de seus funcion\u00e1rios, o alto n\u00edvel de capacita\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos e o esfor\u00e7o comum em dar um atendimento digno \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Esse \u00e9 o momento de o governador Rollemberg voltar as lentes de aumento para o primeiro hospital do Plano Piloto. Investimento em hospitais \u00e9 a melhor marca que um governo pode deixar. \u00c9 a sa\u00fade de seu povo. <\/p>\n<p>\u00c1guaPor falar em sa\u00fade era s\u00f3 o que faltava. Em um monitoramento de rotina foi detectada na \u00e1gua de uma esta\u00e7\u00e3o da Caesb na Asa Norte, uma bact\u00e9ria importante. Basta ver na pr\u00f3pria conta que o n\u00edvel de coliforme fecal est\u00e1 sempre no limite do permitido. <\/p>\n<p>Trabalho escravoUm passeio pela Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes, depois do almo\u00e7o \u00e9 o melhor hor\u00e1rio para verificar com os pr\u00f3prios olhos o descaso das empresas terceirizadas com o pessoal dos servi\u00e7os gerais. Sem lugar apropriado para tirar um cochilo ficam espalhados pelo gramado ou cimento. Quando o encarregado reclama, amontoam-se pelos cantos na parte interna do Senado, C\u00e2mara, Tribunais e minist\u00e9rios. \u00c9 preciso dar dignidade a essas pessoas. <\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>circecunha@gmail.com; arigcunha@ig.com.br&nbsp;&nbsp;&nbsp; Interina: Circe Cunha&nbsp;&nbsp;&nbsp; Colabora\u00e7\u00e3o Mamfil&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Salve-se quem puder&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem quer agradar a todos, n\u00e3o agrada ningu\u00e9m e de quebra, desagrada a si pr\u00f3prio. 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