{"id":8074,"date":"2016-08-11T08:09:49","date_gmt":"2016-08-11T11:09:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=8074"},"modified":"2016-08-18T08:11:03","modified_gmt":"2016-08-18T11:11:03","slug":"que-venham-os-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/que-venham-os-anos\/","title":{"rendered":"Que venham os anos"},"content":{"rendered":"<p>Desde 1960<\/p>\n<p>aricunha@dabr.com.br<\/p>\n<p>com Circe Cunha com MAMFIL<\/p>\n<p>Ocorre com as cidades o mesmo processo de transforma\u00e7\u00e3o que atinge os humanos. Ambos experimentam os fen\u00f4menos naturais que marcam cada est\u00e1gio da vida. Assim como as pessoas, as cidades nascem, crescem, envelhecem e morrem. A diferen\u00e7a \u00e9 que, para a maioria das urbes, o tempo \u00e9 generoso e lento, dilatando seus dias ao longo de incont\u00e1veis gera\u00e7\u00f5es. N\u00e3o deixa de ser simb\u00f3lica a presen\u00e7a, em frente \u00e0 sede do governo local, de uma r\u00e9plica em bronze da loba Capitolina amamentando R\u00f4mulo e Remo.<\/p>\n<p>Presente do governo italiano \u00e0 nova capital do Brasil, a figura m\u00edtica faz alegoria \u00e0 funda\u00e7\u00e3o da cidade eterna de Roma em 753 a.C . Para alguns brasilienses, a loba romana representa, na verdade, o lobo-guar\u00e1, o maior can\u00eddeo da Am\u00e9rica e que, por coincid\u00eancia, \u00e9 o animal s\u00edmbolo da capital.<\/p>\n<p>Elegemos um animal selvagem como s\u00edmbolo da cidade e, por algum contrassenso, cuidamos para que ele figure na lista de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Especialistas consideram que, no m\u00e1ximo em 100 anos, n\u00e3o haver\u00e1 mais nenhum exemplar desse lobo correndo livre pelos campos do cerrado. O que fazemos com as esp\u00e9cies \u00e0 nossa volta, reproduzimos com a pr\u00f3pria cidade que nos abriga.<\/p>\n<p>Para os padr\u00f5es de tempo de uma cidade, Bras\u00edlia poderia ser classificada como uma crian\u00e7a, embora j\u00e1 apresente problemas t\u00edpicos de uma metr\u00f3pole da terceira idade. O que fazer para n\u00e3o extinguir tamb\u00e9m a ideia original que possibilitou a Bras\u00edlia ser reconhecida pelo mundo como patrim\u00f4nio cultural da humanidade?<\/p>\n<p>Trata-se de um problema que teremos que solucionar ao longo dos anos, a cada novo governo, a cada novo Pdot. Que venham os anos e, com eles, a sabedoria para reconhecer que o que temos agora \u00e9 t\u00e3o valioso quanto a pr\u00f3pria Roma, cidade eterna.<\/p>\n<p>A frase que foi pronunciada<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o devemos permitir que algu\u00e9m saia da nossa presen\u00e7a sem se sentir melhor e mais feliz.\u201d<\/p>\n<p>Madre Teresa de Calcut\u00e1<\/p>\n<p>Com a palavra<\/p>\n<p>Uma carta do leitor Jo\u00e3o Maria diz que \u201cquem traduziu a frase de Hillary Clinton, estampada na coluna, misturou pronomes de tratamento e deu \u00e0 palavra \u201cmesma\u201d a conota\u00e7\u00e3o pronominal. Estaria, assim, no original?\u201d<\/p>\n<p>O leitor<\/p>\n<p>A frase era a seguinte: \u201cLeve a cr\u00edtica a s\u00e9rio, mas n\u00e3o como algo pessoal. Se houver alguma verdade na mesma, ir\u00e1s aprender com ela; caso contr\u00e1rio, ignore-a.\u201d Hillary Clinton. O que queremos neste espa\u00e7o \u00e9 justamente fazer o que disse dona Hillary. Com pronomes misturados e tudo.<\/p>\n<p>Dia dos Pais<\/p>\n<p>No domingo, o JK Shopping levar\u00e1, entre as 13h e as 14h, na Pra\u00e7a da Alimenta\u00e7\u00e3o, um show do grupo Samba e Poesia, composto por Andr\u00e9 Gomes, Gustavo Ribeiro, Bruno Lustosa, Guinho Dias e pelo cantor Otac\u00edlio S\u00e1. No repert\u00f3rio, o grupo faz uma homenagem a dois grandes artistas que representaram momentos diferentes na hist\u00f3ria da m\u00fasica, Cartola e Jorge Arag\u00e3o.<\/p>\n<p>Cidadania<\/p>\n<p>Basta escrever no Google ecidadania e Senado. Ali, o internauta pode sugerir projetos, acompanhar leis e se comunicar com a Casa.<\/p>\n<p>Nova cultura<\/p>\n<p>S\u00e9ria em tudo o que faz, principalmente na atividade legislativa, a deputada Mara Gabrilli \u00e9 relatora e o senador D\u00e1rio Berger, presidente da comiss\u00e3o mista, que recria o Minist\u00e9rio da Cultura. Vamos ver como ser\u00e1 abordado o Ecade.<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/p>\n<p>Um dia feliz para dona J\u00falia Kubitschek. Aquele a quem a senhora ainda hoje chama de \u201cmenino\u201d \u00e9, para todo o pa\u00eds, o homem. E a ele, os nossos parab\u00e9ns pelo anivers\u00e1rio natal\u00edcio. (Publicado em 12\/9\/1961)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 1960 aricunha@dabr.com.br com Circe Cunha com MAMFIL Ocorre com as cidades o mesmo processo de transforma\u00e7\u00e3o que atinge os humanos. Ambos experimentam os fen\u00f4menos naturais que marcam cada est\u00e1gio da vida. Assim como as pessoas, as cidades nascem, crescem, envelhecem e morrem. 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