{"id":8257,"date":"2016-10-25T10:50:33","date_gmt":"2016-10-25T12:50:33","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/?p=8257"},"modified":"2016-11-07T10:51:36","modified_gmt":"2016-11-07T12:51:36","slug":"brasilia-como-exemplo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/brasilia-como-exemplo\/","title":{"rendered":"Bras\u00edlia como exemplo"},"content":{"rendered":"<p>DESDE 1960 \u00bb<\/p>\n<p>aricunha@dabr.com.br<\/p>\n<p>com Circe Cunha \/\/ circecunha.df@dabr.com.br<\/p>\n<p>Quando foi lan\u00e7ada a campanha da faixa para pedestre, muitos apostaram que a ideia n\u00e3o prosperaria, pois seria um motivo a mais para atrapalhar o fluxo normal dos ve\u00edculos e atazanar a vida dos motoristas. Demorou algum tempo para que motoristas e pedestres se entendessem. Durante a fase de implanta\u00e7\u00e3o, alguns acidentes ocorreram. No fim, venceu o bom senso. Pensar no bem coletivo deu certo.<\/p>\n<p>Passadas duas d\u00e9cadas dessa iniciativa pioneira e civilizat\u00f3ria, e que hoje est\u00e1 completamente inserida na pr\u00e1tica cultural da capital, Bras\u00edlia d\u00e1 exemplo ao mundo. S\u00e3o quase 6 mil faixas implantadas em toda a cidade. Elas s\u00e3o um bom exemplo de que pequenas mudan\u00e7as de comportamento e de mentalidade podem resultar em grandes transforma\u00e7\u00f5es para o benef\u00edcio de todos.<\/p>\n<p>\u00c9 sabido que os indiv\u00edduos, de uma forma geral, t\u00eam tend\u00eancia natural em resistir \u00e0s mudan\u00e7as, porque temem perder certos h\u00e1bitos que sempre lhe parecem os mais adequados. Por sua configura\u00e7\u00e3o espacial e arquitet\u00f4nica, Bras\u00edlia, principalmente a \u00e1rea que abrange o Plano Piloto, poder\u00e1, em futuro pr\u00f3ximo, se transformar numa imensa \u00e1rea agr\u00edcola, com plantio de toda a esp\u00e9cie de alimentos, dentro do que j\u00e1 vem ocorrendo, de forma embrion\u00e1ria em cidades como S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Com o pre\u00e7o absurdo dos alimentos nas cidades, onde uma simples espiga de milho chega a custar R$ 3 n\u00e3o ser\u00e1 surpresa se, nos pr\u00f3ximos anos, muitos moradores, das quadras residenciais, come\u00e7arem a transformar os extensos espa\u00e7os verdes, em \u00e1reas de plantio de mandioca, milho, feij\u00e3o, ab\u00f3bora, batata-doce, inhame, hortali\u00e7as, laranja, lim\u00e3o, banana e toda esp\u00e9cie de alimentos, cultivados em regime de mutir\u00e3o ou de pequenas cooperativas, em que todos poder\u00e3o contribuir e colher frutos. N\u00e3o s\u00f3 os pre\u00e7os dos alimentos podem favorecer a dissemina\u00e7\u00e3o agricultura urbana, mas, sobretudo, em raz\u00e3o do elevado \u00edndice de contamina\u00e7\u00e3o dos alimentos por agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9, desde 2009, o maior consumidor de agrot\u00f3xicos do mundo, devido principalmente \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ultrapassada, \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o inexistente ao lobby n\u00e3o regulamentado. Com alimentos mais baratos, cultivados em conjunto com as \u00e1rvores existentes e por pessoas de todas as idades, incluindo aposentados e idosos, em breve a capital do pa\u00eds poder\u00e1 se transformar num celeiro de fartura e dar\u00e1 mais um bom exemplo de civilidade para o mundo.<\/p>\n<p>A frase que foi pronunciada<\/p>\n<p>\u201cO pol\u00edtico precisa ter a habilidade de prever o que vai acontecer amanh\u00e3, semana que vem, m\u00eas que vem, ano que vem. E a habilidade de explicar porque n\u00e3o aconteceu.&#8221;<\/p>\n<p>Winston Churchill<\/p>\n<p>Opera\u00e7\u00e3o M\u00e9tis<\/p>\n<p>\u00bb \u201cAs institui\u00e7\u00f5es, assim como o Senado Federal, devem guardar os limites de suas atribui\u00e7\u00f5es legais. Valores absolutos e sagrados do estado democr\u00e1tico de direito, como a independ\u00eancia dos poderes, as garantias individuais e coletivas, liberdade de express\u00e3o e a presun\u00e7\u00e3o da inoc\u00eancia precisam ser reiterados\u201d, parte da resposta do presidente do Senado, Renan Calheiros.<\/p>\n<p>Disciplina<\/p>\n<p>\u00bb Pedro Parente, presidente da Petrobras, explica que apesar de a estatal estar se recuperando dos arroubos de poder, vem a\u00ed a parte mais dif\u00edcil de se executar: um plano a de neg\u00f3cios. Reduzir os gastos e manter as metas e produtividade.<\/p>\n<p>P\u00e9 do ouvido<\/p>\n<p>\u00bb O brasileiro j\u00e1 se desencantou com a pol\u00edtica e com o futebol. Falta o samba. Nada, meu amigo. Se pegarem as correspond\u00eancias que enviaram na d\u00e9cada de 1990 para o senador ACM v\u00e3o achar \u00e9 coisa. Conversa de gente pessimista no cafezinho do restaurante dos Senadores.<\/p>\n<p>Sem Contrapartida<\/p>\n<p>\u00bb Um leitor devidamente identificado faz dois coment\u00e1rios. O primeiro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Caesb. Diz ele que, se h\u00e1 falta d\u2019\u00e1gua na capital, \u00e9 por total falta de planejamento do pr\u00f3prio governo, e n\u00e3o caberia ao consumidor pagar a conta e continuar a ter um p\u00e9ssimo servi\u00e7o oferecido. Em termos t\u00e9cnicos e de produto. A \u00e1gua da Caesb est\u00e1 cada vez pior.<\/p>\n<p>Faturol<\/p>\n<p>\u00bb A outra observa\u00e7\u00e3o do nosso leitor atento \u00e9 quanto \u00e0 obrigatoriedade dos far\u00f3is acesos. Se a preocupa\u00e7\u00e3o fosse mesmo a seguran\u00e7a, diz ele, os carros seriam obrigados a sair da f\u00e1brica com o dispositivo j\u00e1 preparado para funcionar, sem precisar de disparo manual. Assim como acabaram com as kombis, por n\u00e3o terem freio ABS.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as<\/p>\n<p>\u00bb Itamaraty em polvorosa. Preparadas as substitui\u00e7\u00f5es do Executivo para as embaixadas e escrit\u00f3rios brasileiros no exterior.<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria de Bras\u00edlia<\/p>\n<p>Briga de galo, corrida de cavalo, mai\u00f4 nos desfiles, suspens\u00e3o do servente da Novacap que usou um caminh\u00e3o no domingo, foram os pequenos assuntos que apaixonaram o presidente. (Publicado em 16\/9\/1961)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESDE 1960 \u00bb aricunha@dabr.com.br com Circe Cunha \/\/ circecunha.df@dabr.com.br Quando foi lan\u00e7ada a campanha da faixa para pedestre, muitos apostaram que a ideia n\u00e3o prosperaria, pois seria um motivo a mais para atrapalhar o fluxo normal dos ve\u00edculos e atazanar a vida dos motoristas. Demorou algum tempo para que motoristas e pedestres se entendessem. 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