{"id":99,"date":"2015-03-03T01:40:00","date_gmt":"2015-03-03T04:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/visto_lido_e_ouvido-58\/"},"modified":"2015-03-03T01:40:00","modified_gmt":"2015-03-03T04:40:00","slug":"visto_lido_e_ouvido-58","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/aricunha\/visto_lido_e_ouvido-58\/","title":{"rendered":"VISTO, LIDO E OUVIDO"},"content":{"rendered":"\n<p><a href=\"mailto:circecunha@gmail.com\">circecunha@gmail.com       <\/a>       ;      <a href=\"mailto:arigcunha@ig.com.br\">         arigcunha@ig.com.br<\/a> <\/p>\n<p><b> <\/p>\n<p>Made in China<\/b>China como economia de mercado. O reconhecimento foi feito em 2004 pelo ex-presidente Lula. Os reflexos s\u00e3o sentidos agora na economia do Brasil. S\u00e3o devastadores, no presente e com perspectivas de que venham a se tornar cr\u00f4nicos no futuro pr\u00f3ximo. O problema n\u00e3o \u00e9 a China em si, que adota o regime econ\u00f4mico que melhor lhe conv\u00e9m. O grande problema naquela nova e impensada &nbsp;parceria estavam nas raz\u00f5es &nbsp;que levaram o governo a conceder status de economia de mercado \u00e0quele pa\u00eds. Mesmo sabendo de antem\u00e3o como os chineses agem interna e externamente na quest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de suas riquezas, o Brasil seguiu adiante. Pior nesses acordos foi o governo desconsiderar as peculiaridades e fraquezas da ind\u00fastria nacional, j\u00e1 sobrecarregada de impostos e obriga\u00e7\u00f5es de toda a ordem. Nestes acordos, onde a desproporcionalidades de cada um dos parceiros&nbsp; era mais do que vis\u00edvel, pesou na decis\u00e3o apenas a &nbsp;premissa b\u00e1sica &nbsp;e equivocada de uma pretensa identidade e afinidades ideol\u00f3gicas com o partido no poder l\u00e1 e c\u00e1. Nessa sucess\u00e3o de enganos ficou de lado o fato de &nbsp;que a China, em termos econ\u00f4micos a muito tempo abra\u00e7ou a cartilha capitalista, no mais amplo sentido do termo, adotando inclusive um capitalismo onde as regras trabalhistas, quando existentes, s\u00e3o fixadas como h\u00e1 cem anos no Ocidente. Por outro lado, o governo minimizou as car\u00eancias que o Brasil &nbsp;sempre apresentou nas \u00e1reas de fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle das atividades de com\u00e9rcio e outras afins. Passada uma d\u00e9cada desses acordos o que o brasileiro assiste impotente \u00e9 a invas\u00e3o massiva do com\u00e9rcio local por produtos made in China . Do simples parafuso, passando por cal\u00e7ados, confec\u00e7\u00f5es, m\u00e1quinas , ferramentas e uma infinidade de outros produtos. Os produtos chineses s\u00e3o reconhecidos pelo pre\u00e7o proporcional \u00e0 qualidade. Est\u00e3o por toda a parte, inundando o mercado e sufocando a economia , j\u00e1 combalida do pa\u00eds. N\u00e3o se trata aqui de quest\u00f5es de nacionalismo ou xenofobia. Deixando de lado aspectos como o dumping , quando os produtos s\u00e3o vendidos a pre\u00e7o abaixo do mercado. A invas\u00e3o do \u201cmade in China\u201d &nbsp;vem arruinando aceleradamente a ind\u00fastria nacional. Milhares de f\u00e1bricas foram fechadas nesta &nbsp;\u00faltima d\u00e9cada. Outros milhares de postos de trabalho foram perdidos aqui e oportunizados &nbsp;l\u00e1 fora. Noutra ponta, pesa ainda o aumento do contrabando e da pirataria. Somente em 2014, o Brasil perdeu R$ 100 bilh\u00f5es com a pirataria. Os preju\u00edzos com o fechamento&nbsp; de f\u00e1bricas e de postos de trabalho, s\u00e3o incalcul\u00e1veis. Culpa do chineses? Claro que n\u00e3o. Os culpados s\u00e3o os pr\u00f3prios brasileiros que aceitam &nbsp;que assuntos t\u00e3o importantes para o pa\u00eds sejam tratados \u00e0 pontap\u00e9, por gente que tem no partido a \u00fanica raz\u00e3o de governar. <\/p>\n<p><b> <\/p>\n<p>  <\/b><b>A frase que foi pronunciada:<\/b>  \u201cA pol\u00edtica \u00e9 uma coisa muito s\u00e9ria para ser deixada nas m\u00e3os dos pol\u00edticos\u201d Charles De Gaulle  <b>&nbsp;  <\/b><b>Batalh\u00e3o escolar<\/b>Mais policiamento sem contingente \u00e9 imposs\u00edvel. Um soldado do batalh\u00e3o escolar para cada 3 escolas \u00e9 um n\u00famero muito baixo dada a viol\u00eancia que circunda os centros de ensino no DF. Repensar a distribui\u00e7\u00e3o desse pessoal \u00e9 fundamental para a seguran\u00e7a de quem estuda.     <\/p>\n<p><b>Retirado e devolvido<\/b>\u00c0s vezes as pessoas envolvidas na burocracia n\u00e3o se d\u00e3o conta de que um pequeno passo poderia resolver v\u00e1rios problemas. Se um advogado tira o processo e precisa assinar um protocolo de retirada, o mesmo deveria acontecer na devolu\u00e7\u00e3o. Simples assim. <\/p>\n<p>  <b>Erro no alvo<\/b>Parece que os protestos est\u00e3o atingindo as pessoas erradas. Enquanto o tr\u00e2nsito da cidade toma dimens\u00f5es infernais, quem poderia resolver os problemas continua no ar condicionado sem nem perceber as reivindica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>  <b>Intoler\u00e1vel<\/b>Quantas coisas esses funcion\u00e1rios dos shoppings de Bras\u00edlia t\u00eam que aguentar. Borbulhando de novos ricos e mal educados, a cidade presencia cenas impens\u00e1veis no com\u00e9rcio. Desde um senhor que jogou uma roupa no rosto da funcion\u00e1ria porque n\u00e3o podia trocar a pe\u00e7a, at\u00e9 o empres\u00e1rios que n\u00e3o permitem que os trabalhadores usem cadeiras para se sentar durante o expediente. <\/p>\n<p>  <b>Autoridades presentes<\/b>Elei\u00e7\u00f5es 2014. Lan\u00e7amento do livro do advogado Guilherme Cunha Costa, conhecido por sua ampla experi\u00eancia na \u00e1rea de rela\u00e7\u00f5es institucionaisA partir das 19h, no restaurante Rubaiyat. Dr. Guilherme registra na obra a fotografia do processo eleitoral do ano passado.   &nbsp; <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>circecunha@gmail.com ; arigcunha@ig.com.br Made in ChinaChina como economia de mercado. O reconhecimento foi feito em 2004 pelo ex-presidente Lula. Os reflexos s\u00e3o sentidos agora na economia do Brasil. S\u00e3o devastadores, no presente e com perspectivas de que venham a se tornar cr\u00f4nicos no futuro pr\u00f3ximo. 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