{"id":1505,"date":"2008-05-06T00:00:00","date_gmt":"2008-05-06T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/show_de_gols\/"},"modified":"2008-05-06T00:00:00","modified_gmt":"2008-05-06T03:00:00","slug":"show_de_gols","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/show_de_gols\/","title":{"rendered":"Show de gols"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n(Coluna que circula no Aqui, de MG, e&nbsp;Aqui DF de hoje)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nGol \u00e9 apenas um detalhe? Para Carlos Alberto Parreira, t\u00e9cnico que levou o Brasil ao t\u00edtulo mundial de 1994, a resposta \u00e9 sim. Mas que detalhe! Parreira defende o futebol defensivo, arma esquemas para a defesa n\u00e3o sofrer gol. Com isso, despreza o futebol-arte, alegre, descontra\u00eddo, no ataque, bem ao estilo brasileiro, como o que se viu no domingo de goleadas Brasil afora.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nQue show de bola, hein? Foram jogos decisivos dos campeonatos estaduais. Somando os quatro grandes &#8212; Rio, S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul &#8212; ops! Nada menos que 19 gols. Ou seja, quase cinco por jogo. A cada &#8220;detalhe&#8221;, a vibra\u00e7\u00e3o da torcida, que festejava o gol e o t\u00edtulo do time do cora\u00e7\u00e3o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nVoc\u00ea \u00e9 bom torcedor? Deve ser bom, ent\u00e3o, nas manhas da l\u00edngua. Fa\u00e7a o teste. Marque a resposta (ou respostas) pra l\u00e1 de certa:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>O plural de gol \u00e9:<\/p>\n<p>gols<br \/>\ngoles<br \/>\ngol<br \/>\ngois<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n2. O Flamengo se sagrou:<\/p>\n<p>bi-campe\u00e3o carioca<br \/>\nbi campe\u00e3o carioca<br \/>\nbicampe\u00e3o carioca<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n3. O Flamengo desfila as cores vermelha e preta. Por isso se chama rubro-negro. O plural da duplinha \u00e9:<\/p>\n<p>rubro-negros<br \/>\nrubros-negros<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n4. Palmeiras \u00e9 substantivo plural. Mas leva o verbo para o singular. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>Com substantivo no plural, o verbo concorda com o artigo.<br \/>\nCom substantivo no plural, a concord\u00e2ncia n\u00e3o tem regra.<br \/>\nPalmeiras \u00e9 exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra.<B><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nE da\u00ed?<\/B><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nVeja se voc\u00ea acertou:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n1. Marcou as letras <B>a<\/B>, <B>b<\/B> e d? Pra l\u00e1 de certo. Mas no Brasil a gente prefere <I>gols<\/I>: <I>No fim de semana, os amantes do futebol vibraram com um show de gols.<\/I><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n2. Escolheu a letra <B>c<\/B>? Acertou. Bi, tri, tetra, penta, hexa &amp; cia. aparecem sempre coladinhos. Parecem unha e carne: <I>bicampe\u00e3o, tricampe\u00e3o, tetracampe\u00e3o, pentacampe\u00e3o, hexacampe\u00e3o.<\/I> Puxa!<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n3. Est\u00e1 na cara, n\u00e3o? A letra nota 10 \u00e9 a <B>a<\/B>. A raz\u00e3o \u00e9 simples. Nos adjetivos compostos, s\u00f3 o \u00faltimo muda de forma. O outro fica no bem-bom: <I>time rubro-negro, times rubro-negros, torcida rubro negra, torcidas rubro-negras.<\/I><br \/>\n<I>&nbsp;<br \/>\n<\/I><br \/>\nEta pegadinha! Assinalou a letra <B>a<\/B>? \u00c9 isso mesmo. O substantivo plural fica de olho no artigo:<\/p>\n<p>Se o artigo est\u00e1 no singular, o verbo vai para o singular: <I>O Plameiras \u00e9 o campe\u00e3o paulista 2008.<\/I><br \/>\nSe o artigo est\u00e1 no plural, o verbo vai atr\u00e1s: <I>Os Estados Unidos invadiram o Iraque.<\/I><br \/>\nSe o nome aparece sem artigo, o verbo fica no singular: <I>Minas Gerais fica na Regi\u00e3o Sudeste.<\/I><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<B><br \/>\nCelso Cunha ensina:<A name=\"Save1\"><\/A><\/B><br \/>\n&#8220;Ser claro \u00e9 uma gentileza com o leitor.&#8221; <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; (Coluna que circula no Aqui, de MG, e&nbsp;Aqui DF de hoje) &nbsp; Gol \u00e9 apenas um detalhe? 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