{"id":15636,"date":"2018-04-16T20:50:55","date_gmt":"2018-04-16T23:50:55","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/?p=15636"},"modified":"2018-04-16T20:52:57","modified_gmt":"2018-04-16T23:52:57","slug":"primeira-vez-que-primeira-vez-em-que","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/primeira-vez-que-primeira-vez-em-que\/","title":{"rendered":"A primeira vez que? A primeira vez em que?"},"content":{"rendered":"<p>Express\u00f5es temporais, <em>a primeira vez que, a segunda vez que, a terceira vez que &amp; cia<\/em>. dispensam a preposi\u00e7\u00e3o <em>em<\/em> antes do <em>que<\/em>: <em>A primeira vez que vi Maria (n\u00e3o: a primeira vez em que vi Maria). A segunda vez que encontrei Paulo, ele estava bronzeado. A terceira vez que falei com Lia, achei-a mais brilhante do que nunca.<br \/>\n<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conhece o poema &#8220;Teresa&#8221;, de Manuel Bandeira? Ele usa a express\u00e3o como manda a gram\u00e1tica:<\/p>\n<p><em> A primeira vez que vi Teresa<\/em><\/p>\n<p><em>Achei que ela tinha pernas est\u00fapidas<\/em><\/p>\n<p><em>Achei tamb\u00e9m que a cara parecia uma perna <\/em><\/p>\n<p><em>Quando vi Teresa de novo <\/em><\/p>\n<p><em>Achei que os olhos eram muito mais velhos que o resto do corpo <\/em><\/p>\n<p><em>(Os olhos nasceram e ficaram dez anos esperando que o resto do corpo nascesse) <\/em><\/p>\n<p><em>Da terceira vez n\u00e3o vi mais nada <\/em><\/p>\n<p><em>Os c\u00e9us se misturaram com a terra\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em> E o esp\u00edrito de Deus voltou a se mover sobre a face das \u00e1guas.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Express\u00f5es temporais, a primeira vez que, a segunda vez que, a terceira vez que &amp; cia. dispensam a preposi\u00e7\u00e3o em antes do que: A primeira vez que vi Maria (n\u00e3o: a primeira vez em que vi Maria). A segunda vez que encontrei Paulo, ele estava bronzeado. A terceira vez que falei com Lia, achei-a mais brilhante do que nunca. &nbsp; Conhece o poema &#8220;Teresa&#8221;, de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[203],"tags":[],"class_list":["post-15636","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-portugues"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15636"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15636\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15639,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15636\/revisions\/15639"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}