{"id":170,"date":"2015-02-26T18:09:00","date_gmt":"2015-02-26T18:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/2015\/02\/26\/diquinhas_infantis_41\/"},"modified":"2015-11-12T19:33:47","modified_gmt":"2015-11-12T21:33:47","slug":"diquinhas_infantis_41","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/diquinhas_infantis_41\/","title":{"rendered":"Diquinhas infantis 41"},"content":{"rendered":"<div><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Iracema, a virgem dos l\u00e1bios de mel<\/b>  <\/p>\n<p>Iracema era a mais bela \u00edndia do Cear\u00e1. Tinha cabelos negros  como a ave da gra\u00fana e l\u00e1bios doces como mel. Amiga da natureza, andava descal\u00e7a  nos bosques, nadava no rio e conversava com o vento. Um dia, viu um homem branco  que a observava. Ela o feriu com uma flecha. Ele n\u00e3o reagiu.   <\/p>\n<p>A jovem percebeu que Martim era gente boa. Cuidou dele.  Depois, celebrou a paz: quebrou a flecha e lhe ofereceu a haste. Ent\u00e3o levou o  jovem para a cabana onde morava. Os dois se apaixonaram. Mas ela n\u00e3o podia  namorar porque era sacerdotisa. A\u00ed, n\u00e3o deu outra. O amor era t\u00e3o forte que ela  abandonou a tribo e seguiu o amado. Ficou gr\u00e1vida.   <\/p>\n<p>Ele foi para a guerra. Iracema sentiu muita saudade. Ficou  triste, triste, triste. Quando a crian\u00e7a nasceu, Martim voltou. Ela entregou o  garoto para o pai com estas palavras: &#8220;Este \u00e9 Moacir, o filho da dor&#8221;. Em  seguida, morreu.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; O livro<\/b>  <\/p>\n<p>Jos\u00e9 de Alencar escreveu <i>Iracema<\/i> em 1865. Chamou a  obra de <i>Lenda do Cear\u00e1<\/i>. Iracema e Martim simbolizam a origem do cearense.  Moacir, o primeiro descendente.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Mesmas letras<\/b> <\/p>\n<p>Anagrama \u00e9 palavra formada com as mesmas letras de outra.  <i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Isabel&nbsp;<\/i>em seis letras:  i-s-a-b-e-l.  tem as mestras letras em  ordem diferente: b-e-l-i-s-a. \u00e9 anagrama de  Isabel. * Maria tem cinco letras:  m-a-r-i-a<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Arima<\/i> arruma as mesmas letras de  outro jeito: a-r-i-m-a.<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Arima<\/i> \u00e9 anagrama de  Maria.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Ca\u00e7a-palavra<\/b> Encontre o anagrama de amor: AMARRIOMARIO MARCOSROMAS RODAMARRONS MARTAOBRIGAS &nbsp; Quer ganhar um bombom? Ent\u00e3o marque o anagrama de  Iracema: <\/p>\n<p> brasileirocearenseAm\u00e9ricaEur\u00e1sia <b>  <\/p>\n<p>Resposta<\/b> ROMA Am\u00e9rica<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iracema, a virgem dos l\u00e1bios de mel Iracema era a mais bela \u00edndia do Cear\u00e1. Tinha cabelos negros como a ave da gra\u00fana e l\u00e1bios doces como mel. Amiga da natureza, andava descal\u00e7a nos bosques, nadava no rio e conversava com o vento. Um dia, viu um homem branco que a observava. Ela o feriu com uma flecha. Ele n\u00e3o reagiu. A jovem percebeu que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,1],"tags":[],"class_list":["post-170","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diquinhas","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=170"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1276,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170\/revisions\/1276"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=170"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=170"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=170"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}