{"id":18970,"date":"2019-02-26T08:34:59","date_gmt":"2019-02-26T11:34:59","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/?p=18970"},"modified":"2019-02-26T08:34:59","modified_gmt":"2019-02-26T11:34:59","slug":"hino-nacional-vamos-entende-lo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/hino-nacional-vamos-entende-lo\/","title":{"rendered":"Hino Nacional: vamos entend\u00ea-lo?"},"content":{"rendered":"<p>Quem diria! O <em>Hino Nacional<\/em> entrou na ordem do dia. O ministro da Educa\u00e7\u00e3o mandou a meninada perfilar-se diante da bandeira e cantar o ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas. N\u00e3o s\u00f3. O ato dever\u00e1 ser filmado e encaminhado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Ops! N\u00e3o pode. \u00c9 proibido divulgar imagem de crian\u00e7as. Instalou-se a pol\u00eamica. Enquanto a discuss\u00e3o corre solta, vale conhecer a letra do hino palavra por palavra. O blogue d\u00e1 uma ajudinha. Quer ver?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Hino Nacional<\/b><\/p>\n<p>Letra: Os\u00f3rio Duque Estrada<\/p>\n<p>M\u00fasica: Francisco Manoel da Silva<b> \u00a0<\/b><i> <\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>Ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas \/ De um povo heroico o brado retumbante, \/ E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos, \/ Brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.<\/i><\/p>\n<p>(As margens pl\u00e1cidas (<i>tranquilas<\/i>, <i>serenas<\/i>) do Ipiranga ouviram o brado (<i>grito<\/i>) retumbante (<i>estrondoso<\/i>) de um povo heroico. E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos (cintilantes), brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.)<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Se o penhor dessa igualdade \/ Conseguimos conquistar com bra\u00e7o forte, \/ Em teu seio, \u00f3 Liberdade, \/ Desafia o nosso peito a pr\u00f3pria morte!<\/i><\/p>\n<p>(Se conseguimos conquistar o penhor (<i>garantia<\/i>) Dessa igualdade com bra\u00e7o forte, o nosso peito desafia at\u00e9 a morte em teu seio, \u00d3 Liberdade.)<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada, Idolatrada (<i>adorada, venerada<\/i>) Salve! Salve!<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido \/ De amor e de esperan\u00e7a \u00e0 terra desce, \/ Se em teu formoso c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido,\/\u00a0 A imagem do Cruzeiro resplandece.<\/i><\/p>\n<p>(Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido (<i>intenso<\/i>,<i> vivo<\/i>) de amor e de esperan\u00e7a desce \u00e0 terra se em teu formoso (<i>belo<\/i>) c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido, (<i>transparente<\/i>) a imagem do Cruzeiro (<i>constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul<\/i>) resplandece (<i>brilha<\/i>).<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \/ \u00c9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido colosso, \/ E o teu futuro espelha essa grandeza, terra adorada, \/ Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada!\/ Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i><\/p>\n<p>(Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00e9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido (<i>destemido<\/i>, <i>corajoso<\/i>) colosso (<i>gigante<\/i>). E o teu futuro espelha (<i>reflete<\/i>) essa grandeza. Terra adorada Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria Amada! \u00c9s m\u00e3e gentil (<i>am\u00e1vel<\/i>) dos filhos deste solo, P\u00e1tria Amada, Brasil!)<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido \/ Ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo, \/ Fulguras, \u00f3 Brasil, flor\u00e3o da Am\u00e9rica, \/ Iluminado ao sol do Novo Mundo!<\/i><\/p>\n<p>(\u00d3 Brasil, flor\u00e3o (<i>ab\u00f3bada<\/i>, <i>c\u00fapula<\/i>) da Am\u00e9rica, (<i>tu<\/i>) fulguras (<i>brilhas<\/i>) iluminado ao sol do Novo Mundo, deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido, ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo.)<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Do que a terra mais garrida \/ teus risonhos, lindos campos t\u00eam mais flores; \/ \u201cNossos bosques t\u00eam mais vida\u201d, \/ \u201cNossa vida\u201d no teu seio \u201cmais amores\u201d.<\/i><\/p>\n<p>(Teus campos risonhos e lindos t\u00eam mais flores, nossos bosques t\u00eam mais vida, nossa vida no teu seio (<i>tem<\/i>) mais amores do que a terra mais garrida (<i>enfeitada<\/i>, <i>graciosa<\/i>).<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>\u00d3 P\u00e1tria amada, Idolatrada, Salve! Salve! \/ Brasil de amor eterno seja s\u00edmbolo \/ O l\u00e1baro que ostentas estrelado, \/ E diga o verde-louro desta fl\u00e2mula: \/ \u2013 Paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.<\/i><\/p>\n<p>(O l\u00e1baro (<i>bandeira<\/i>) que ostentas (<i>exibe<\/i>) estrelado seja s\u00edmbolo de amor eterno. E o verde-louro desta fl\u00e2mula (<i>bandeira<\/i>) diga: paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.)<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Mas, se ergues da justi\u00e7a a clava forte, \/ ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta,\/\u00a0 nem teme, quem te adora, a pr\u00f3pria morte.<\/i><\/p>\n<p>(Mas, se a clava (<i>bast\u00e3o usado como arma<\/i>) Forte da justi\u00e7a (<i>tu<\/i>) ergues, ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme a Pr\u00f3pria morte quem te adora.)<\/p>\n<p>***<i> <\/i><\/p>\n<p><i>Terra adorada, Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada! Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i><b> \u00a0<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem diria! O Hino Nacional entrou na ordem do dia. O ministro da Educa\u00e7\u00e3o mandou a meninada perfilar-se diante da bandeira e cantar o ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas. N\u00e3o s\u00f3. O ato dever\u00e1 ser filmado e encaminhado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Ops! N\u00e3o pode. \u00c9 proibido divulgar imagem de crian\u00e7as. Instalou-se a pol\u00eamica. 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