{"id":20182,"date":"2019-07-11T11:08:23","date_gmt":"2019-07-11T14:08:23","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/?p=20182"},"modified":"2019-07-11T11:24:46","modified_gmt":"2019-07-11T14:24:46","slug":"porque-por-que-porque-por-que-quando-usar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/porque-por-que-porque-por-que-quando-usar\/","title":{"rendered":"Porque, por que, porqu\u00ea, por qu\u00ea: quando usar?"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O quarteto j\u00e1 frequentou o blog. Mas, volta e meia, leitores se enrascam no emprego deste ou daquele jeito. Com raz\u00e3o. O porqu\u00ea d\u00e1 n\u00f3 nos miolos. Ora aparece junto. Ora separado. Ora com acento. Ora sem o chapeuzinho. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o hesite na hora de escrever uma forma ou outra. Muitos chutam. Mas, como a l\u00edngua n\u00e3o \u00e9 loteria, o que pode dar errado d\u00e1. Melhor aprender as manhas da caprichosa criatura. Use:<\/p>\n<p><strong>Por que<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>nas perguntas diretas<em>: Por que as empresas t\u00eam de escrever como manda o dicion\u00e1rio? <\/em><\/li>\n<li>nos enunciados em que \u00e9 substitu\u00edvel por &#8220;a raz\u00e3o pela qual<em>&#8220;: Sei por que (a raz\u00e3o pela qual) as empresas t\u00eam de escrever como manda o dicion\u00e1rio. <\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Por qu\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>A dupla com chap\u00e9u s\u00f3 tem vez quando o quezinho for a \u00faltima \u2014 a \u00faltima mesmo \u2014 palavra da frase. Por qu\u00ea? Ele \u00e9 \u00e1tono. No fim do enunciado, torna-se t\u00f4nico. O acento lhe d\u00e1 a for\u00e7a: <em>As empresas devem escrever a norma culta por qu\u00ea? As empresas t\u00eam de escrever a norma culta, mas nem todos sabem por qu\u00ea. <\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>Porque<\/strong><\/p>\n<p>Com essa cara, juntinho, sem len\u00e7o nem documento, <em>porque<\/em> \u00e9 conjun\u00e7\u00e3o causal ou explicativa: <em>As empresas escrevem certo porque precisam manter a credibilidade. <\/em><\/p>\n<p><strong>Porqu\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>Assim, coladinho e com chap\u00e9u, o porqu\u00ea se torna substantivo. E, como substantivo, tem plural. Para mudar de classe, precisa da companhia do artigo ou de pronome<em>: Explicou o porqu\u00ea da necessidade de escrever sem erros. Certos porqu\u00eas quebram a cabe\u00e7a da gente. Esse porqu\u00ea se inspira em outro porqu\u00ea.<\/em><\/p>\n<p><strong>Resumo da \u00f3pera<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 por que temer os porqu\u00eas. Quem entendeu a li\u00e7\u00e3o sabe por qu\u00ea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O quarteto j\u00e1 frequentou o blog. Mas, volta e meia, leitores se enrascam no emprego deste ou daquele jeito. Com raz\u00e3o. O porqu\u00ea d\u00e1 n\u00f3 nos miolos. Ora aparece junto. Ora separado. Ora com acento. Ora sem o chapeuzinho. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o hesite na hora de escrever uma forma ou outra. Muitos chutam. Mas, como a l\u00edngua n\u00e3o \u00e9 loteria, o que pode [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[203],"tags":[78,79],"class_list":["post-20182","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-portugues","tag-por-que","tag-porque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20182"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20186,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20182\/revisions\/20186"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}