{"id":2056,"date":"2008-07-15T21:00:00","date_gmt":"2008-07-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_capoeira_que_encanta\/"},"modified":"2008-07-15T21:00:00","modified_gmt":"2008-07-16T00:00:00","slug":"a_capoeira_que_encanta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_capoeira_que_encanta\/","title":{"rendered":"A capoeira que encanta"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nViva! A capoeira subiu de status. Tornou-se patrim\u00f4nio cultural do Brasil. A honra \u00e9 pra l\u00e1 de merecida. O esporte que parece dan\u00e7a&nbsp;homenageia os olhos.&nbsp;Os participantes viram cambalhotas, d\u00e3o saltos mortais, fazem estrelinhas no ar. \u00c9 uma festa.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA capoeira veio da \u00c1frica. Mas ganhou o nome aqui. Foi h\u00e1 muitos e muitos anos. Sabe como foi? Os escravos vendiam animais no mercado. Levavam a bicharada em gaiolas ou cestos. Alguns bichos eram castrados. Por isso se chamavam <I>cap\u00f5es<\/I>.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEnquanto descansavam, os vendedores exibiam o jogo de agilidade que n\u00f3s conhecemos. O p\u00fablico parava para apreciar a gra\u00e7a e beleza dos movimentos. Com o tempo, os escravos foram chamados de <I>capoeiros<\/I>. E o jogo virou <I>capoeira<\/I>. D\u00e1 pra ver de onde veio o nome? \u00c9 isso mesmo. De <I>cap\u00e3o<\/I>.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Viva! A capoeira subiu de status. Tornou-se patrim\u00f4nio cultural do Brasil. A honra \u00e9 pra l\u00e1 de merecida. O esporte que parece dan\u00e7a&nbsp;homenageia os olhos.&nbsp;Os participantes viram cambalhotas, d\u00e3o saltos mortais, fazem estrelinhas no ar. \u00c9 uma festa. &nbsp; &nbsp; A capoeira veio da \u00c1frica. Mas ganhou o nome aqui. Foi h\u00e1 muitos e muitos anos. Sabe como foi? Os escravos vendiam animais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2056","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2056"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2056\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}