{"id":2147,"date":"2008-07-26T01:00:00","date_gmt":"2008-07-26T04:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/percentagem_pra_que_te_quero\/"},"modified":"2008-07-26T01:00:00","modified_gmt":"2008-07-26T04:00:00","slug":"percentagem_pra_que_te_quero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/percentagem_pra_que_te_quero\/","title":{"rendered":"Percentagem, pra que te quero?"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Percentagem ou porcentagem? Tanto faz. A primeira forma se inspirou no ingl\u00eas. Na l\u00edngua de Shakespeare, dizem <I>percentage<\/I>, filhote de <I>per cent<\/I>. A segunda vem da terrinha. Em Pindorama, dizemos <I>por cento<\/I>. Da\u00ed <I>porcentagem<\/I>.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E a escrita? H\u00e1 duas formas. Uma: com todas as letras. \u00c9 o caso de sessenta por cento. A outra: com algarismos &#8211; 60%. Qual a melhor? A segunda. Ela tem duas vantagens. A primeira: \u00e9 econ\u00f4mica. A segunda: \u00e9 de leitura r\u00e1pida. S\u00e3o exig\u00eancias do mundo moderno.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A maior exig\u00eancia, por\u00e9m, \u00e9 a clareza. Diante dela, cessa tudo que a musa antiga canta. Se escrever mais de um valor da porcentagem, esbanje. Repita o sinal em cada um deles: <I>Os sal\u00e1rios devem subir entre 1% e 3% (nunca entre 1 e 3%). Os descontos v\u00e3o de 10% a 50%. Uns 30% ou 40% da popula\u00e7\u00e3o vivem com um sal\u00e1rio m\u00ednimo<\/I>.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A concord\u00e2ncia? A concord\u00e2ncia tem tr\u00eas manhas:<br \/>\n<BR>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;1. Com o n\u00famero anteposto ao verbo, prefere-se a concord\u00e2ncia com o termo posposto, mas se pode concordar com o numeral:&nbsp;Cerca de 1% dos estudantes tumultuaram tumultuou) a passeata. Ningu\u00e9m duvida de que 30% da popula\u00e7\u00e3o vive vivem) com menos de US$ 2 por dia. &nbsp;<BR><\/p>\n<p>2. Se o numeral for determinado (acompanhado de artigo ou pronome), a concord\u00e2ncia s\u00f3 se far\u00e1 com ele: Os 10% restantes deixaram para votar nas primeiras horas da tarde. Uns 80% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa ganham acima de 10 mil d\u00f3lares. Este 1% de indecisos decidir\u00e1 o resultado. Bons 30% dos candidatos faltaram \u00e0 convoca\u00e7\u00e3o. &nbsp;<BR><\/p>\n<p>3. Com o n\u00famero percentual posposto ao verbo, a concord\u00e2ncia se faz obrigatoriamente com o numeral: Abstiveram-se de votar 30% da popula\u00e7\u00e3o. Tumultuou o processo 1% dos candidatos inconformados com a flagrante discrimina\u00e7\u00e3o. Saiu da sala apenas 1% dos alunos. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Percentagem ou porcentagem? Tanto faz. A primeira forma se inspirou no ingl\u00eas. Na l\u00edngua de Shakespeare, dizem percentage, filhote de per cent. A segunda vem da terrinha. Em Pindorama, dizemos por cento. Da\u00ed porcentagem. &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;E a escrita? H\u00e1 duas formas. Uma: com todas as letras. \u00c9 o caso de sessenta por cento. A outra: com algarismos &#8211; 60%. Qual a melhor? [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2147"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2147\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}