{"id":2424,"date":"2008-09-07T00:00:00","date_gmt":"2008-09-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/ouviram_do_ipiranga_as_margens_placidas\/"},"modified":"2008-09-07T00:00:00","modified_gmt":"2008-09-07T03:00:00","slug":"ouviram_do_ipiranga_as_margens_placidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/ouviram_do_ipiranga_as_margens_placidas\/","title":{"rendered":"Ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas"},"content":{"rendered":"<p><BR><BR>O Brasil se veste de verde e amarelo. Bandeiras hasteadas, pr\u00e9dios decorados, camisetas exibem as cores do pa\u00eds. A m\u00fasica mais tocada? \u00c9 o Hino Nacional, claro. A gente o canta com entusiasmo. Mas a letra\u2026 Palavras complicadas, ordem inversa, abuso de adjetivos. Ufa! Nem professores conseguem ensin\u00e1-lo aos alunos. Que tal uma ajudinha? O blog revela os mist\u00e9rios do s\u00edmbolo desta Pindorama tropical. Em it\u00e1lico, aparecem os versos como n\u00f3s os cantamos. Em seguida, v\u00eam em ordem direta. Nos par\u00eanteses, o sin\u00f4nimo dos voc\u00e1bulos mais dif\u00edceis. Vamos l\u00e1?<BR>&nbsp;<BR><br \/>\n<STRONG>Hino Nacional<\/STRONG><BR>Letra: Os\u00f3rio Duque Estrada<BR>M\u00fasica: Francisco Manoel da Silva<BR>&nbsp;<BR><br \/>\nOuviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas<BR>De um povo her\u00f3ico o brado retumbante,<BR>E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos,<BR>Brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nAs margens pl\u00e1cidas (tranq\u00fcilas, serenas) do Ipiranga ouviram<BR>o brado (grito) retumbante (estrondoso) de um povo her\u00f3ico.<BR>E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos (cintilantes),<BR>brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nSe o penhor dessa igualdade<BR>Conseguimos conquistar com bra\u00e7o forte,<BR>Em teu seio, \u00f3 Liberdade,<BR>Desafia o nosso peito a pr\u00f3pria morte!<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nSe conseguimos conquistar o penhor (garantia)<BR>dessa igualdade com bra\u00e7o forte, o nosso peito<BR>desafia at\u00e9 a morte em teu seio, \u00f3 Liberdade.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\n\u00d3 P\u00e1tria amada,<BR>Idolatrada<BR>Salve! Salve!<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\n\u00d3 P\u00e1tria amada,<BR>Idolatrada (adorada, venerada)<BR>Salve! Salve!<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nBrasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido<BR>De amor e de esperan\u00e7a \u00e0 terra desce,<BR>Se em teu formoso c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido,<BR>A imagem do Cruzeiro resplandece.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nBrasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido (intenso, vivo) de amor<BR>e de esperan\u00e7a desce \u00e0 terra se em teu formoso (belo) c\u00e9u,<BR>risonho e l\u00edmpido (transparente), a imagem do Cruzeiro<BR>(constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul) resplandece (brilha).<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nGigante pela pr\u00f3pria natureza,<BR>\u00c9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido colosso,<BR>E o teu futuro espelha essa grandeza,<BR>terra adorada,<BR>Entre outras mil,<BR>\u00c9s tu,Brasil,<BR>\u00d3 P\u00e1tria amada!<BR>Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil,<BR>P\u00e1tria amada,<BR>Brasil!<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nGigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00e9s belo, \u00e9s forte,<BR>imp\u00e1vido (destemido, corajoso) colosso (gigante).<BR>E o teu futuro espelha (reflete) essa grandeza,<BR>Terra adorada<BR>Entre outras mil,<BR>\u00c9s tu, Brasil,<BR>\u00d3 P\u00e1tria amada!<BR>\u00c9s m\u00e3e gentil (am\u00e1vel) dos filhos deste solo.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nDeitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido<BR>Ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo,<BR>Fulguras, \u00f3 Brasil, flor\u00e3o da Am\u00e9rica,<BR>Iluminado ao sol do Novo Mundo!<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\n\u00d3 Brasil, flor\u00e3o (ab\u00f3bada, c\u00fapula) da Am\u00e9rica, (tu) fulguras<BR>(brilhas)<BR>iluminado ao sol do Novo Mundo deitado eternamente<BR>em ber\u00e7o espl\u00eandido, ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nDo que a terra mais garrida<BR>teus risonhos, lindos campos t\u00eam mais flores;<BR>&#8220;Nossos bosques t\u00eam mais vida&#8221;,<BR>&#8220;Nossa vida&#8221; no teu seio &#8220;mais amores&#8221;.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nTeus campos risonhos e lindos t\u00eam mais flores,<BR>nossos bosques t\u00eam mais vida,<BR>nossa vida no teu seio (tem) mais amores<BR>do que a terra mais garrida (enfeitada, graciosa).<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\n\u00d3 P\u00e1tria amada,<BR>Idolatrada,<BR>Salve! Salve!<BR>Brasil de amor eterno seja s\u00edmbolo<BR>O l\u00e1baro que ostentas estrelado,<BR>E diga o verde-louro desta fl\u00e2mula:<BR>Paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nO l\u00e1baro (bandeira) que ostentas (exibe) estrelado<BR>seja s\u00edmbolo de amor eterno. E o verde-louro desta<BR>fl\u00e2mula (bandeira) diga: paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<BR><br \/>\nMas, se ergues da justi\u00e7a a clava forte,<BR>ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta,<BR>nem teme quem te adora<BR>a pr\u00f3pria morte.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nMas, se a clava (bast\u00e3o usado como arma)<BR>Forte da justi\u00e7a (tu) ergues,<BR>ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme a<BR>pr\u00f3pria morte quem te adora.<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n*<BR><br \/>\nTerra adorada,<BR>Entre outras mil,<BR>\u00c9s tu, Brasil,<BR>\u00d3 P\u00e1tria amada!<BR>Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil,<BR>P\u00e1tria amada,<BR>Brasil!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil se veste de verde e amarelo. Bandeiras hasteadas, pr\u00e9dios decorados, camisetas exibem as cores do pa\u00eds. A m\u00fasica mais tocada? \u00c9 o Hino Nacional, claro. A gente o canta com entusiasmo. Mas a letra\u2026 Palavras complicadas, ordem inversa, abuso de adjetivos. Ufa! Nem professores conseguem ensin\u00e1-lo aos alunos. Que tal uma ajudinha? O blog revela os mist\u00e9rios do s\u00edmbolo desta Pindorama tropical. 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