{"id":2438,"date":"2008-09-09T00:00:00","date_gmt":"2008-09-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/concurseiros_em_pe_de_guerra_2\/"},"modified":"2008-09-09T00:00:00","modified_gmt":"2008-09-09T03:00:00","slug":"concurseiros_em_pe_de_guerra_2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/concurseiros_em_pe_de_guerra_2\/","title":{"rendered":"Concurseiros em p\u00e9 de guerra 2"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOntem o blog apresentou este desafio:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA UPE , univeridade estadual de Pernambuco, promoveu concurso pra&nbsp;bibliotec\u00e1rio da prefeitura de Olinda.&nbsp;Ao&nbsp;divulgar o gabarito, uma resposta p\u00f4s os concurseiros em p\u00e9 de guerra. Eles n\u00e3o aceitaram a resposta&nbsp;considerada certa &#8212; a A. Maria de Jesus, uma das interessadas, pediu ajuda ao blog. &#8220;Ser\u00e1 que a banca est\u00e1 certa e todos n\u00f3s errados?&#8221; Eis a quest\u00e3o:<BR>&nbsp;<BR><BR>Filosofia dos epit\u00e1fios<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<BR>&#8220;Sa\u00ed, afastando-me do grupo, e fingindo ler os epit\u00e1fios. E, ali\u00e1s, gosto dos epit\u00e1fios; eles s\u00e3o, entre a gente civilizada, uma express\u00e3o daquele pio e secreto ego\u00edsmo que induz o homem a arrancar \u00e0 morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Da\u00ed vem, talvez, a tristeza inconsol\u00e1vel dos que sabem os seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podrid\u00e3o an\u00f4nima os alcan\u00e7a a eles mesmos.&#8221; (Machado de Assis)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<BR>Do ponto de vista da tipologia textual, \u00e9 CORRETO afirmar que o texto &#8220;Filosofia dos epit\u00e1fios&#8221;, \u00e9 predominantemente:<br \/>\n<BR>A) dissertativo<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nB) descritivo<br \/>\n<BR>&nbsp;<br \/>\nC) narrativo<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nD) narrativo, com uso do discurso indireto<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nE) descritivo, com uso do discurso direto<br \/>\n<BR>&nbsp;<br \/>\nE da\u00ed? A banca examinadora est\u00e1 certa? Fa\u00e7a a sua aposta:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\na. sim<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nb. n\u00e3o<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNarra\u00e7\u00e3o, descri\u00e7\u00e3o e disserta\u00e7\u00e3o t\u00eam verbos que as caracterizam:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa narra\u00e7\u00e3o, o autor conta uma hist\u00f3ria ou um fato. \u00c9 como se respondesse \u00e0 pergunta &#8220;o que aconteceu&#8221;? A resposta exigir\u00e1 verbos de a\u00e7\u00e3o: Nariman viajou at\u00e9 o L\u00edbano para arranjar marido. L\u00e1 conheceu o rapaz que parecia gente boa. Casaram-se. Um ano depois, tiveram um filho.&nbsp;Ela, gr\u00e1vida do segundo, teve de fugir de casa. A raz\u00e3o: o marido a amea\u00e7ava de morte.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa descri\u00e7\u00e3o, o autor&nbsp;mostra, com palavras, uma pessoa, uma casa, um m\u00f3vel, uma paisagem. Responde \u00e0 pergunta &#8220;como ele \u00e9?&#8221; Na resposta, aparecer\u00e3o adjetivos ou substantivos que caracterizam o ser: &#8220;O sertanejo \u00e9, antes de tudo, um forte&#8221;, escreveu Euclides da Cunha.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa disserta\u00e7\u00e3o, o autor defende um ponto de vista. Conjuga os verbos provar ou demonstrar.&nbsp;No texto em quest\u00e3o, Machado defende a tese de que os epit\u00e1fios&nbsp; ajudam a manter vivo algo dos que se foram.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Ontem o blog apresentou este desafio: &nbsp; A UPE , univeridade estadual de Pernambuco, promoveu concurso pra&nbsp;bibliotec\u00e1rio da prefeitura de Olinda.&nbsp;Ao&nbsp;divulgar o gabarito, uma resposta p\u00f4s os concurseiros em p\u00e9 de guerra. Eles n\u00e3o aceitaram a resposta&nbsp;considerada certa &#8212; a A. 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