{"id":258,"date":"2015-03-28T00:00:00","date_gmt":"2015-03-28T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/2015\/03\/28\/diquinhas_infantis_44\/"},"modified":"2015-11-12T19:33:45","modified_gmt":"2015-11-12T21:33:45","slug":"diquinhas_infantis_44","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/diquinhas_infantis_44\/","title":{"rendered":"Diquinhas infantis 44"},"content":{"rendered":"<div> <strong> <\/p>\n<p><\/strong><strong>O Negrinho do Pastoreio <\/strong>  <\/p>\n<p>Era uma vez um menino muito pretinho e muito pobre. T\u00e3o  pobre que nem tinha nome. Ele trabalhava para um fazendeiro rico e mau. Todos os  dias, pastoreava o gado. Cedinho, levava cavalos para pastar. \u00c0 noite, voltava  com eles.&nbsp;Os vizinhos&nbsp;o chamavam  de Negrinho do Pastoreio. E acreditavam que era afilhado da Virgem  Maria.  <\/p>\n<p>Um dia, o Negrinho perdeu um cavalo. Apanhou muito, muito  mesmo. Cheio de dor, partiu em busca do animal. Achou-o. Mas estava t\u00e3o cansado  que dormiu. O cavalo fugiu de novo. O estancieiro ficou furioso.  Bateu&nbsp;mais forte&nbsp;no menino.  Bateu tanto que o garoto desmaiou. N\u00e3o satisfeito, o homem mau jogou-o num  formigueiro para que as formigas o comessem.  <\/p>\n<p>No dia seguinte, foi ver o que restou do&nbsp;corpo. Ops! Levou um baita susto. L\u00e1 estava o  Negrinho de p\u00e9, com a pele lisinha. Ao lado dele, a Virgem Maria olhava para o  afilhado com carinho. At\u00e9 hoje quem perde alguma coisa pede ajuda ao&nbsp;garoto. Ele encontra o objeto. Mas s\u00f3 o entrega  se a pessoa acender uma vela para a madrinha. <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Lenda<\/b>  <\/p>\n<p>O Negrinho do Pastoreio \u00e9 uma lenda meio crist\u00e3 e meio  africana. Nasceu no Rio Grande do Sul no fim do s\u00e9culo 19. Foi l\u00e1 pelo ano de  1880. A hist\u00f3ria ajudou os brasileiros na luta pelo fim da escravid\u00e3o no pa\u00eds.  <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Mau e mal  <\/p>\n<p><\/b>  <\/p>\n<p>O fazendeiro era mau.  O Negrinho era bom. &nbsp; Viu? O contr\u00e1rio de <i>mau<\/i> \u00e9  <i>bom<\/i>.&nbsp; &nbsp; O Negrinho dormiu mal. &nbsp; Olho vivo! O contr\u00e1rio de <i>mal<\/i> \u00e9  <i>bem<\/i>. (P\u00f4r em  destaque)<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Agora voc\u00ea<\/b>  <\/p>\n<p>Complete com mau ou mal:  <\/p>\n<p>Eu sou o lobo \u2026\u2026\u2026 Lobo\u2026\u2026\u2026., lobo \u2026\u2026\u2026\u2026. Eu pego as criancinhas Pra fazer mingau.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Escreva o  contr\u00e1rio do versinho:<\/b>  <\/p>\n<p>Eu sou o lobo \u2026\u2026\u2026 Lobo\u2026\u2026\u2026., lobo \u2026\u2026\u2026\u2026. Eu pego as criancinhas Pra fazer bombom.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Resposta<\/b> Eu sou o lobo mau \/ Lobo mau \/ lobo mau \/ Eu pego as  criancinhas \/ Pra fazer mingau. Eu sou o lobo bom \/ Lobo bom, lobo bom \/ Eu pego as  criancinhas \/ Pra fazer bombom. &nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Negrinho do Pastoreio Era uma vez um menino muito pretinho e muito pobre. T\u00e3o pobre que nem tinha nome. Ele trabalhava para um fazendeiro rico e mau. Todos os dias, pastoreava o gado. Cedinho, levava cavalos para pastar. \u00c0 noite, voltava com eles.&nbsp;Os vizinhos&nbsp;o chamavam de Negrinho do Pastoreio. E acreditavam que era afilhado da Virgem Maria. Um dia, o Negrinho perdeu um cavalo. 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