{"id":2589,"date":"2008-09-30T12:05:00","date_gmt":"2008-09-30T15:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/redacao_12\/"},"modified":"2015-11-12T11:44:39","modified_gmt":"2015-11-12T13:44:39","slug":"redacao_12","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/redacao_12\/","title":{"rendered":"Reda\u00e7\u00e3o 12"},"content":{"rendered":"<p><STRONG><\/STRONG>&nbsp;<br \/>\n<STRONG><\/STRONG>&nbsp;<br \/>\n<STRONG>Come\u00e7o, meio e fim<\/STRONG><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nO texto tem come\u00e7o, meio e fim. Em outras palavras: tem introdu\u00e7\u00e3o, desenvolvimento e conclus\u00e3o. Arist\u00f3teles definiu as tr\u00eas partes:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o: o que n\u00e3o pede nada antes, mas exige algo depois. Sua fun\u00e7\u00e3o: apresentar o assunto. Ou seja: dizer o que o texto vai dizer.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDesenvolvimento: o algo depois exigido pela introdu\u00e7\u00e3o. \u00c9 a argumenta\u00e7\u00e3o. Diz o que a introdu\u00e7\u00e3o disse que o texto ia dizer.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nConclus\u00e3o: o que exige algo antes, mas n\u00e3o pede nada depois. \u00c9 o fecho. Diz o que o texto disse.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNo texto abaixo, o autor trata da import\u00e2ncia da corre\u00e7\u00e3o ling\u00fc\u00edstica. Defende a tese de que falar mal \u00e9 o caminho da exclus\u00e3o. Leia-o com cuidado. Depois, assinale a introdu\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento e a conclus\u00e3o. Para concluir, preencha o esquema apresentado no final.&nbsp;<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<STRONG><\/STRONG>&nbsp;<br \/>\n<STRONG>Falar mal, o caminho da exclus\u00e3o&nbsp;<BR><\/STRONG><br \/>\n<STRONG><\/STRONG>&nbsp;<br \/>\nGilberto Dimenstein&nbsp;<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAceitar os erros de portugu\u00eas, valorizando os usos e costumes orais \u00e9 justific\u00e1vel academicamente. No caso brasileiro, tornou-se quest\u00e3o da esfera do politicamente correto desde que Luiz In\u00e1cio Lula da Silva virou presidente da Rep\u00fablica sem deixar de trope\u00e7ar em concord\u00e2ncias e reg\u00eancias.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPega mal &#8211;&shy; muito mal, ali\u00e1s &#8211;&shy; abordar criticamente os deslizes prim\u00e1rios de Lula na norma culta. Rebatem-se as cr\u00edticas com considera\u00e7\u00f5es sobre o preconceito, falta de respeito com o povo, insensibilidade social. O problema \u00e9 que, para o cidad\u00e3o comum, n\u00e3o existe anistia gramatical. O mercado profissional e o ambiente educacional n\u00e3o perdoam.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nGoste ou n\u00e3o, para prosperar num emprego, o indiv\u00edduo \u00e9 obrigado a falar corretamente, pelo menos sem erros vexaminosos. \u00c9 algo parecido com se vestir adequadamente. Na sele\u00e7\u00e3o profissional, os entrevistados medem o candidato pela capacidade de articula\u00e7\u00e3o e express\u00e3o. \u00c9 o primeiro quesito eliminat\u00f3rio.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs gram\u00e1ticos mais flex\u00edveis lan\u00e7am arrazoados interessantes sobre a incorpora\u00e7\u00e3o do falar na norma culta. H\u00e1 quem aceite tudo ou quase tudo. O debate, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 acad\u00eamico: quem estuda est\u00e1 interessado em obter um emprego. E sabe que a flexibilidade no falar, fora do c\u00edrculo dos amigos, \u00e9 devastadora para quem deseja ser respeitado profissionalmente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nN\u00e3o falar bem, escorregando em normas b\u00e1sicas, \u00e9 uma defasagem aos olhos de quem emprega e de quem aprova nos testes escolares. \u00c9 t\u00e3o grave na l\u00f3gica do mercado quanto n\u00e3o lidar com c\u00f3digos digitais contempor\u00e2neos. Faz parte do caminho da exclus\u00e3o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n***<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nCom base no texto, preencha o esquema seguinte:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAssunto:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nLeitor:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nT\u00f3pico:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nObjetivo:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFrase que sintetiza o objetivo do texto:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSenten\u00e7a de abertura:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nT\u00f3pico frasal do 1\u00ba par\u00e1grafo do desenvolvimento:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nT\u00f3pico frasal do 2\u00ba par\u00e1grafo do desenvolvimento:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nId\u00e9ia da conclus\u00e3o:&nbsp;<BR><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA resposta? Logo, logo. Aguarde.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Come\u00e7o, meio e fim &nbsp; O texto tem come\u00e7o, meio e fim. Em outras palavras: tem introdu\u00e7\u00e3o, desenvolvimento e conclus\u00e3o. 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