{"id":3134,"date":"2009-01-10T00:00:00","date_gmt":"2009-01-10T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/o_peru_o_galo_e_a_raposa_-_a_prudencia\/"},"modified":"2009-01-10T00:00:00","modified_gmt":"2009-01-10T02:00:00","slug":"o_peru_o_galo_e_a_raposa_-_a_prudencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/o_peru_o_galo_e_a_raposa_-_a_prudencia\/","title":{"rendered":"O peru, o galo e a raposa &#8212; a prud\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Era uma vez\u2026  <BR> O peru e o galo viviam pra l\u00e1 de bem. Comiam milho \u00e0 vontade, passeavam na floresta, dormiam em galhos de \u00e1rvores. Eram gordos e felizes. Um dia a raposa os viu no alto de uma mangueira. Lambeu os bei\u00e7os. Morta de fome, pensou:   <BR>\u2014 Encontrei minha comida de hoje.   <BR>O galo, quando a viu, achou gra\u00e7a. Sabia que raposa n\u00e3o sobe em \u00e1rvore. Por isso estava seguro. O peru, coitado, tremia como vara verde. N\u00e3o ouvia as palavras do peru. S\u00f3 olhava pra criatura l\u00e1 embaixo. A raposa fazia caretas, mostrava os dentes, fingia que ia avan\u00e7ar. Ele tremia, tremia, tremia. N\u00e3o dormiu a noite inteira. Resultado: caiu da \u00e1rvore.  <BR> *  <BR> Que coisa, hein? O galo sabia que a raposa era perigosa. Mas n\u00e3o podia subir na \u00e1rvore. Por isso n\u00e3o deu bola pras amea\u00e7as dela. O peru bobeou. Sabia, mas n\u00e3o confiou. Lu\u00e3 viveu um caso parecido. Ele estava no parque quando viu uma briga de meninos. Eles atiravam pedras pra todos os lados. Ele entrou no castelinho, fechou a porta e esperou a confus\u00e3o passar. A m\u00e3e dos garotos chegou e p\u00f4s os brig\u00f5es no castigo. Lu\u00e3 saiu do esconderijo e continuou a brincar. &nbsp;  <BR> *  <BR> Moral da hist\u00f3ria: ter cuidado \u00e9 bom. Mas n\u00e3o exagere.  &nbsp; (F\u00e1bula publicada no suplemento Super, que circula aos s\u00e1bados no Correio Braziliense) <BR> <BR><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Era uma vez\u2026 O peru e o galo viviam pra l\u00e1 de bem. Comiam milho \u00e0 vontade, passeavam na floresta, dormiam em galhos de \u00e1rvores. Eram gordos e felizes. Um dia a raposa os viu no alto de uma mangueira. Lambeu os bei\u00e7os. Morta de fome, pensou: \u2014 Encontrei minha comida de hoje. O galo, quando a viu, achou gra\u00e7a. Sabia que raposa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3134","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3134","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3134"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3134\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3134"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3134"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3134"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}