{"id":3266,"date":"2009-02-10T00:00:00","date_gmt":"2009-02-10T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/verbos-2\/"},"modified":"2009-02-10T00:00:00","modified_gmt":"2009-02-10T02:00:00","slug":"verbos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/verbos-2\/","title":{"rendered":"verbos"},"content":{"rendered":"<div> &nbsp; &nbsp;<b> <\/b><b>O dono do castelo pisou a l\u00edngua<\/b> &#8220;Quando verem os documentos, ver\u00e3o que o castelo n\u00e3o \u00e9 meu. \u00c9 do meu filho&#8221;,  disse Edmar Moreira. Sabe quem \u00e9 Edmar Moreira? \u00c9 ele mesmo. O deputado que tem  um castelo, mas n\u00e3o paga os direitos trabalhistas dos empregados. Pior: n\u00e3o  conjuga o verbo ver como manda o figurino. Ele se esquece de uma li\u00e7\u00e3o t\u00e3o  antiga quanto o rascunho da <i>B\u00edblia.<\/i> Os verbos n\u00e3o s\u00e3o clones. T\u00eam fam\u00edlia  que exige considera\u00e7\u00e3o. Ele joga no time dos que desrespeitam pai e m\u00e3e. E voc\u00ea? Antes de responder,  fa\u00e7a o teste. Leia as frases com aten\u00e7\u00e3o. Depois, marque as que estiverem  certinhas da silva:  a. Se eu vir Maria, entrego a encomenda.  b. Daremos o recado a Paulo se o virmos a tempo.  c. Se eu ver Maria, entrego a encomenda.  d. Daremos o recado a Paulo se o vermos a tempo. &nbsp;<b> <\/b><b>E da\u00ed?<\/b> Escolheu a <b>a<\/b> e a <b>b<\/b>? Viva! Voc\u00ea sabe o valor da fam\u00edlia. V\u00e1 em  frente. Preferiu outra letra? Bobeou. D\u00ea uma estudadinha no assunto. Em poucos  minutos, voc\u00ea andar\u00e1 nos trilhos. Quer ver?  &nbsp;<b> <\/b><b>Pais e filhos<\/b> Lembra-se do futuro do subjuntivo? \u00c9 aquele tempo precedido do <i>se<\/i> ou  <i>quando<\/i>: <i><strong> <\/strong><\/i><i><strong>Quando <\/strong>eu souber conjugar os verbos, vou tirar notas boas na  reda\u00e7\u00e3o. <\/i><i><strong> <\/strong><\/i><i><strong>Se<\/strong> eu souber conjugar os verbos, vou tirar notas boas na  reda\u00e7\u00e3o<\/i>.  O futuro do subjuntivo nasce do pret\u00e9rito perfeito. Mais precisamente: da  3\u00aapessoa do plural. Com um detalhe: sem o &#8211;<i><strong>am<\/strong><\/i> final:   pret\u00e9rito perfeito: <i>vi, viu, vimos vir(am)<\/i>  futuro do subjuntivo: <i>quando eu vir, ele vir, n\u00f3s virmos, eles virem<\/i>   Entendeu o macete familiar? Com ele, voc\u00ea s\u00f3 dar\u00e1 passagem a frases como  estas: <i> Se eu <strong>vir<\/strong> Maria, entrego a encomenda.  Daremos o recado a Paulo se o <strong>virmos<\/strong> a tempo. <\/i> Palmas pra n\u00f3s. <a name=\"Save1\"><\/a><b> <\/b><b>Teste<\/b> O deputado mereceria nota 10 se tivesse dito: Quando verem os documentos, ver\u00e3o que o castelo n\u00e3o \u00e9 meu. \u00c9 do meu filho.   b. Quando virem os documentos, ver\u00e3o que o castelo n\u00e3o \u00e9 meu. \u00c9 do meu  filho. &nbsp;<b> <\/b><b>Resposta<\/b> Escolheu a letra b? Viva! V\u00e1 em frente. Continue. Agora escolha a frase nota  mil: a. Quando vir o filme, terei condi\u00e7\u00f5es de opinar. b. Quando ver o filme, terei condi\u00e7\u00f5es de opinar. A resposta? \u00c9 a <b>a<\/b>, n\u00e3o? <b> <\/b><b>&nbsp;<\/b> <b>Iv\u00e1n Izquierdo concluiu:<\/b> &#8220;O ser humano esquece para poder pensar.&#8221;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; O dono do castelo pisou a l\u00edngua &#8220;Quando verem os documentos, ver\u00e3o que o castelo n\u00e3o \u00e9 meu. \u00c9 do meu filho&#8221;, disse Edmar Moreira. Sabe quem \u00e9 Edmar Moreira? \u00c9 ele mesmo. O deputado que tem um castelo, mas n\u00e3o paga os direitos trabalhistas dos empregados. Pior: n\u00e3o conjuga o verbo ver como manda o figurino. 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