{"id":3388,"date":"2009-03-03T00:00:00","date_gmt":"2009-03-03T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/saiba_o_porque_dos_porques\/"},"modified":"2009-03-03T00:00:00","modified_gmt":"2009-03-03T03:00:00","slug":"saiba_o_porque_dos_porques","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/saiba_o_porque_dos_porques\/","title":{"rendered":"Saiba o porqu\u00ea dos porqu\u00eas"},"content":{"rendered":"<div><b> <\/b> <\/p>\n<p>Estudantes, jornalistas, advogados, todos querem saber por que o porqu\u00ea tem  tantas caras. Ora aparece junto. Ora, separado. Ora com acento. Ora sem o  chapeuzinho. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o hesite na hora de escrever uma forma ou outra.  Muitos chutam. Mas, como a l\u00edngua n\u00e3o \u00e9 loteria, a Lei de Murphy entra em vigor.  O que pode dar errado d\u00e1. Melhor n\u00e3o correr riscos. Aprendidas as manhas da  caprichosa criatura, empregar uma ou outra torna-se f\u00e1cil como andar pra frente.  Quer ver? Use:<b> <\/b><b> <\/p>\n<p><\/b><b>Por que<\/b> <a name=\"Save1\"><\/a>  <\/p>\n<p>1. nas perguntas: <i>Por que os professores estimulam a leitura? Por que a  evas\u00e3o escolar \u00e9 alta no Brasil? <\/i>  <\/p>\n<p>2. nos enunciados em que \u00e9 substitu\u00edvel por &#8220;a raz\u00e3o pela qual&#8221;: <i>\u00c9 bom  saber por que (a raz\u00e3o pela qual) os professores estimulam a leitura. Explique  por que (a raz\u00e3o pela qual) a evas\u00e3o escolar \u00e9 alta no Brasil. <\/i><b>  <\/p>\n<p>Por qu\u00ea<\/b>  <\/p>\n<p>A dupla com chap\u00e9u s\u00f3 tem vez quando o quezinho for a \u00faltima \u2013 a \u00faltima mesmo  \u2013 palavra da frase. Por qu\u00ea? Ele \u00e9 \u00e1tono. No fim do enunciado, torna-se t\u00f4nico.  O acento lhe d\u00e1 a for\u00e7a: <i>Os professores estimulam a leitura por qu\u00ea? A evas\u00e3o  escolar continua alta, mas poucos sabem por qu\u00ea.<\/i> <i>Que tal descobrir por  qu\u00ea?<\/i><b> <\/b><b> <\/p>\n<p><\/b><b>Porque<\/b>   <\/p>\n<p>Com essa cara, juntinho, sem len\u00e7o nem documento, <i>porque <\/i>\u00e9 conjun\u00e7\u00e3o  causal ou explicativa: <i>Os professores estimulam a leitura porque bons textos  enriquecem o vocabul\u00e1rio. A evas\u00e3o escolar \u00e9 alta porque muitas crian\u00e7as  trabalham em vez de ir \u00e0 aula. <\/i><b>  <\/p>\n<p>Porqu\u00ea<\/b> Assim, coladinho e com chap\u00e9u, o <i>porqu\u00ea<\/i> torna-se substantivo. Para  mudar de classe, precisa da companhia do artigo ou de pronome: <i>Explicou o  porqu\u00ea da evas\u00e3o escolar. Certos porqu\u00eas quebram a cabe\u00e7a da gente. Esse porqu\u00ea  se inspira em outro porqu\u00ea.<\/i>  <\/p>\n<p>Resumo da \u00f3pera: n\u00e3o h\u00e1 por que temer os porqu\u00eas. Quem entendeu a li\u00e7\u00e3o sabe  por qu\u00ea.<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudantes, jornalistas, advogados, todos querem saber por que o porqu\u00ea tem tantas caras. Ora aparece junto. Ora, separado. Ora com acento. Ora sem o chapeuzinho. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o hesite na hora de escrever uma forma ou outra. Muitos chutam. Mas, como a l\u00edngua n\u00e3o \u00e9 loteria, a Lei de Murphy entra em vigor. O que pode dar errado d\u00e1. Melhor n\u00e3o correr riscos. Aprendidas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3388","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3388","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3388\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}