{"id":3464,"date":"2009-03-10T00:00:00","date_gmt":"2009-03-10T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/mocada_olho_no_plural\/"},"modified":"2009-03-10T00:00:00","modified_gmt":"2009-03-10T03:00:00","slug":"mocada_olho_no_plural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/mocada_olho_no_plural\/","title":{"rendered":"Mo\u00e7ada, olho no plural"},"content":{"rendered":"<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">\n<div id=\":81\" class=\"ii gt\">\n<div>\n<div><b> <\/b> A regra \u00e9 f\u00e1cil como andar pra frente. Mas d\u00e1 n\u00f3 nos miolos de estudantes e  de profissionais com quil\u00f4metros rodados. Trata-se de distinguir o singular e o  plural de verbos pra l\u00e1 de conhecidos. Dois deles jogam na mesma equipe. S\u00e3o ter  e vir. Vale lembrar que eles t\u00eam fam\u00edlia. Filhos, irm\u00e3os, tios e primos das  pequeninas criaturas contribuem para a confus\u00e3o. A origem do tumulto reside na  pron\u00fancia.   <\/p>\n<p>Que tal desatar os n\u00f3s? Comecemos pelo falad\u00edssimo ter. Marque a forma  cert\u00edssima da silva: <\/p>\n<p> ele tem, eles t\u00eamele tem, eles teemele tem, eles t\u00eaem &nbsp; <b>  <\/p>\n<p>E da\u00ed?<\/b>  <\/p>\n<p>E da\u00ed? Marcou a letra a ? Viva! Ele tem. Eles t\u00eam. Singular e plural soam do  mesmo jeitinho. Mas a escrita diferencia os dois n\u00fameros. Brinda o plural com  chap\u00e9u pra l\u00e1 de charmoso e, por isso, n\u00e3o admite que o acess\u00f3rio passe  despercebido. Exige que olhemos pra ele e o mantenhamos no lugar. Assim: <i>Um  dos assaltantes tem ficha limpa. Os demais t\u00eam passagem pela pol\u00edcia.  <\/i><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Filhotes<\/b>  <\/p>\n<p>Manter, conter, deter, reter &amp; cia. s\u00e3o filhotes de ter. Eles t\u00eam algo  mais que o paiz\u00e3o. Ao ganhar s\u00edlabas, deixam o time dos monoss\u00edlabos. Obedecem,  ent\u00e3o, \u00e0 regra de acentua\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da nova turma. No caso, as ox\u00edtonas. No  singular, <a name=\"11fed5d195785521_Save1\"><\/a>exibem grampinho pra l\u00e1 de vistoso. Tu mant\u00e9ns, ele  mant\u00e9m; tu cont\u00e9ns, ele cont\u00e9m; tu det\u00e9ns, ele det\u00e9m; tu ret\u00e9ns, ele ret\u00e9m se  juntam a armaz\u00e9m, armaz\u00e9ns, am\u00e9m, am\u00e9ns, por\u00e9m, parab\u00e9ns. Olho vivo! O plural  n\u00e3o muda (mant\u00eam, cont\u00eam, det\u00eam, ret\u00eam). <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Vir<\/b>  <\/p>\n<p>Vir segue modelo id\u00eantico ao ter (ele vem, eles v\u00eam). Os derivados tamb\u00e9m  percorrem a trilha tintim por tintim. \u00c9 o caso de convir, provir, advir. Vale o  exemplo de intervir: <i>Tu inverv\u00e9ns nos neg\u00f3cios da tua fam\u00edlia. Maria interv\u00e9m  nos da fam\u00edlia dela. Jo\u00e3o e Rafael interv\u00eam nos deles e nos da fam\u00edlia. Queiram  ou n\u00e3o, todos interv\u00eam nos assuntos de uns e outros. Valha-nos, Deus! <\/i> &nbsp;<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><\/b> <\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regra \u00e9 f\u00e1cil como andar pra frente. Mas d\u00e1 n\u00f3 nos miolos de estudantes e de profissionais com quil\u00f4metros rodados. Trata-se de distinguir o singular e o plural de verbos pra l\u00e1 de conhecidos. Dois deles jogam na mesma equipe. S\u00e3o ter e vir. Vale lembrar que eles t\u00eam fam\u00edlia. Filhos, irm\u00e3os, tios e primos das pequeninas criaturas contribuem para a confus\u00e3o. A origem [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3464","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3464"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3464\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}