{"id":462,"date":"2015-06-13T00:00:00","date_gmt":"2015-06-13T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/2015\/06\/13\/diquinhas_infantis_53\/"},"modified":"2015-11-12T19:33:40","modified_gmt":"2015-11-12T21:33:40","slug":"diquinhas_infantis_53","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/diquinhas_infantis_53\/","title":{"rendered":"Diquinhas infantis 53"},"content":{"rendered":"<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><b>  <\/p>\n<p>Mani, a mandioca<\/b>  <\/p>\n<p>Era uma vez uma indiazinha muito linda. Era filha do cacique da tribo. Mas,  apesar da beleza, nunca teve namorado. Um dia apareceu gr\u00e1vida. O pai ficou  furioso. Queria porque queria que a mo\u00e7a dissesse o nome do pai da crian\u00e7a. Ela  insistia: n\u00e3o tinha namorado ningu\u00e9m.  <\/p>\n<p>Sem acreditar, o cacique dormiu e sonhou. Sonhou que a mo\u00e7a dizia a verdade.  Depois de nove meses, nasceu uma menininha. Surpresa! A beb\u00ea era branquinha,  muito branquinha. E sabia falar e andar. A m\u00e3e lhe deu o nome de Mani.  <\/p>\n<p>Com pouco mais de um ano, Mani deitou, fechou os olhos e morreu. Assim, de  repente, com muita sa\u00fade. Ela foi enterrada. A m\u00e3e regava o t\u00famulo todos os  dias. Um dia, apareceu ali uma planta estranha. Decidiram desenterrar o corpo da  menininha.   <\/p>\n<p>Surpresa! O corpo n\u00e3o estava l\u00e1. No lugar, s\u00f3 grossas ra\u00edzes da planta \u2014  escuras por fora e brancas por dentro. Os \u00edndios cozinharam e comeram o alimento  desconhecido. Agradeceram a Tup\u00e3. A raiz de Mani saciou a fome da tribo.<b>  <\/p>\n<p>Significado<\/b>  <\/p>\n<p>Mandioca tem duas partes. Uma: Mani. A outra: oca. Oca, em tupi, quer dizer  casa. Mandica, ent\u00e3o, significa a casa de Mani.<b>  <\/p>\n<p>Outros nomes<\/b>  <\/p>\n<p>Os ga\u00fachos chamam mandioca de aipim. Os nordestinos, de macaxeira. H\u00e1 ainda  outros nomes: maniva, p\u00e3o-de-pobre, macamba, uaipi, pau-de-farinha.<b> Sem acento<\/b>  <\/p>\n<p>1. Pronuncie a palavra <b>Mani<\/b> em voz alta. 2. Pinte a s\u00edlaba t\u00f4nica com uma cor bem legal. 3. A s\u00edlaba forte \u00e9 a \u00faltima. Por isso Mani \u00e9: ox\u00edtona  parox\u00edtona  proparox\u00edtona<b>  <\/p>\n<p>Cad\u00ea?<\/b>  <\/p>\n<p>Encontre, no cesto, as ox\u00edtonas terminadas em i: t\u00e1xi, caqui, aqui, ali, c\u00e1qui, tupi, guarani, parti.<b>  <\/p>\n<p>Dica<\/b>  <\/p>\n<p>As ox\u00edtonas terminadas em <b>i<\/b> n\u00e3o t\u00eam acento. <b>  <\/p>\n<p>Resposta<\/b> caqui, aqui, ali, tupi, guarani, parti.<\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mani, a mandioca Era uma vez uma indiazinha muito linda. Era filha do cacique da tribo. Mas, apesar da beleza, nunca teve namorado. Um dia apareceu gr\u00e1vida. O pai ficou furioso. Queria porque queria que a mo\u00e7a dissesse o nome do pai da crian\u00e7a. Ela insistia: n\u00e3o tinha namorado ningu\u00e9m. Sem acreditar, o cacique dormiu e sonhou. Sonhou que a mo\u00e7a dizia a verdade. Depois [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,1],"tags":[],"class_list":["post-462","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diquinhas","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=462"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":988,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/462\/revisions\/988"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=462"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=462"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}