{"id":4891,"date":"2010-07-27T12:00:00","date_gmt":"2010-07-27T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_volta_de_odorico_paraguassu_o_bem-amado\/"},"modified":"2010-07-27T12:00:00","modified_gmt":"2010-07-27T15:00:00","slug":"a_volta_de_odorico_paraguassu_o_bem-amado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_volta_de_odorico_paraguassu_o_bem-amado\/","title":{"rendered":"A volta de Odorico Paraguassu, o bem-amado"},"content":{"rendered":"<p><b><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/af08823b8ce7b5256ed332e545f580d3.jpg\"> <\/p>\n<p><\/b>  <\/p>\n<p>O filme nasceu pe\u00e7a de teatro. Em 1962, a revista  <i>Cl\u00e1udia<\/i> apresentou ao p\u00fablico Odorico Paraguassu e a divertida Sucupira.  Sete anos depois, a hist\u00f3ria ganhou os palcos. Mas a popularidade explodiu com a  novela <i>O Bem-Amado<\/i>. Em cores, a cria\u00e7\u00e3o de Dias Gomes chegou \u00e0 telinha  com Paulo Gracindo e Lima Duarte. O prefeito demagogo que inventava palavras  para ludibriar o povo simboliza os pol\u00edticos desta Pindorama  tropical.  <\/p>\n<p>Agora a narrativa virou filme. Marco Nanini&nbsp;se exibe na pele de Odorico. Jos\u00e9 Wilker encarna  o matador de aluguel Zeca Diabo. Mas, apesar do talento da dupla e dos demais  atores, a obra n\u00e3o convence. Soa falso. Por qu\u00ea? Vale o palpite. Cassaram o  h\u00edfen do nome. Na vers\u00e3o original, <i>bem-amado<\/i> aparecia como manda o  vocabul\u00e1rio ortogr\u00e1fico \u2014 com o tracinho. Agora, sem desculpa, as partes est\u00e3o  soltas. O elo faz falta. &nbsp; <strong>Acima do bem e do mal<\/strong>  <\/p>\n<p>Quando usar h\u00edfen antes de bem e mal? A regra \u00e9  simples como andar pra frente. Usa-se o tracinho diante de vogal e h. \u00c9 o caso  de bem-amado, bem-estar, bem-humorado, mal-amado, mal-estar,  mal-humorado.  <\/p>\n<p>F\u00e1cil? \u00c9. Mas h\u00e1 as exce\u00e7\u00f5es. Elas s\u00e3o tantas que  quase tornam a regra letra morta. Bem e mal passaram por isso a ser chamados de  elementos das mil formas. Aprecie: bem-criado (malcriado), bem-ditoso  (malditoso), bem-falante (malfalante), bem-mandado (malmandado), bem-nascido  (malnascido), bem-soante (malsoante), bem-vindo (malvindo).   <\/p>\n<p>E da\u00ed? Diante de tanta variedade, v\u00e3o-se as certezas.  N\u00f3s, pobres mortais, s\u00f3 temos uma sa\u00edda \u2014 consultar o dicion\u00e1rio. Com o pai de  todos, n\u00e3o h\u00e1 erro. \u00c9 acertar ou acertar. &nbsp;<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> <\/p>\n<p><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O filme nasceu pe\u00e7a de teatro. Em 1962, a revista Cl\u00e1udia apresentou ao p\u00fablico Odorico Paraguassu e a divertida Sucupira. Sete anos depois, a hist\u00f3ria ganhou os palcos. Mas a popularidade explodiu com a novela O Bem-Amado. Em cores, a cria\u00e7\u00e3o de Dias Gomes chegou \u00e0 telinha com Paulo Gracindo e Lima Duarte. O prefeito demagogo que inventava palavras para ludibriar o povo simboliza os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-4891","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4891","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4891"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4891\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4891"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4891"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4891"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}