{"id":5023,"date":"2010-03-04T08:00:00","date_gmt":"2010-03-04T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/chico_xavier\/"},"modified":"2010-03-04T08:00:00","modified_gmt":"2010-03-04T11:00:00","slug":"chico_xavier","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/chico_xavier\/","title":{"rendered":"Chico Xavier"},"content":{"rendered":"<p>Mensagem<\/p>\n<div>  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/fcea4df1c2cf480d19fc2a7f1f8cd3f3.jpg\"> <\/p>\n<p>DAD SQUARISI \/\/ dadsquarisi.df@dabr.com.br    <\/p>\n<p>Em tempos de panetones, mensal\u00f5es, descren\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es, um nome ganha  destaque. \u00c9 Chico Xavier. No centen\u00e1rio de nascimento, o m\u00e9dium mineiro se torna  protagonista de livros, filmes e document\u00e1rios. Mereceu a capa da revista  \u00c9poca da semana. Trata-se de modismo? A hist\u00f3ria diz que n\u00e3o. Ele tinha  5 anos. At\u00e9 ent\u00e3o, a vida corria normal. A\u00ed, aconteceu. A m\u00e3e desencarnou. O pai  distribuiu a filharada entre os parentes. Chico parou na casa da madrinha. L\u00e1,  come\u00e7ou a ter vis\u00f5es e a receber mensagens dos esp\u00edritos. Explicar a  paranormalidade? N\u00e3o conseguia. Apanhava todos os dias por manter contato com as  almas do outro mundo.    <\/p>\n<p>Tempos depois, o pai casou-se outra vez. Primeira provid\u00eancia: reunir a  fam\u00edlia dispersa. Juntos, costumavam passear pelas ruas da interiorana Pedro  Leopoldo. Nas idas e vindas, ele descobriu a diferen\u00e7a entre m\u00e3e e madrasta: &#8220;A  m\u00e3e anda a nosso lado. D\u00e1-nos a m\u00e3o. A madrasta vai na frente&#8221;. Ao longo da  vida, Chico caminhou ao lado dos semelhantes. Estendeu-lhes a m\u00e3o. Consolou os  aflitos. Socorreu os carentes. Seguiu, sem recuos, a li\u00e7\u00e3o de Jesus: ama ao  pr\u00f3ximo como a ti mesmo. Praticou o lema do espiritismo: fora da caridade n\u00e3o h\u00e1  salva\u00e7\u00e3o.   <\/p>\n<p>Manteve a porta sempre aberta. Por ela passaram m\u00e3es desesperadas. Gl\u00f3ria  Perez andou por l\u00e1. Buscava consolo para a trag\u00e9dia que lhe roubara a \u00fanica  filha. Mulheres sofredoras chegavam a qualquer hora. Maria, Lu\u00edza, Joana, todas  eram acolhidas com imenso amor. Pais desempregados, sem saber como matar a fome  dos filhos, voltavam com p\u00e3o, leite, arroz, feij\u00e3o. Viciados, b\u00eabados,  prostitutas encontravam abrigo e consolo.   <\/p>\n<p>O mundo art\u00edstico e pol\u00edtico conhecia o endere\u00e7o. Roberto Carlos foi atr\u00e1s da  resposta para a perda da mulher amada. M\u00e1rio Covas e dona Lila receberam  mensagem da filha que partiu na frente. JK n\u00e3o arredava p\u00e9 de Uberaba. Itamar  Franco condecorou o m\u00e9dium com a Medalha da Inconfid\u00eancia. Augusto C\u00e9sar  Vannucci inspirou-se em psicografia de Chico e Divaldo Franco para encenar a  pe\u00e7a Al\u00e9m da Vida. A todos Chico tratava como irm\u00e3os. Sem vassalagem ou  privil\u00e9gios.<a name=\"Save1\"><\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem DAD SQUARISI \/\/ dadsquarisi.df@dabr.com.br Em tempos de panetones, mensal\u00f5es, descren\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es, um nome ganha destaque. \u00c9 Chico Xavier. No centen\u00e1rio de nascimento, o m\u00e9dium mineiro se torna protagonista de livros, filmes e document\u00e1rios. Mereceu a capa da revista \u00c9poca da semana. Trata-se de modismo? A hist\u00f3ria diz que n\u00e3o. Ele tinha 5 anos. At\u00e9 ent\u00e3o, a vida corria normal. A\u00ed, aconteceu. 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