{"id":5273,"date":"2010-09-07T00:00:00","date_gmt":"2010-09-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/as_margens_placidas_do_ipiranga_ouviram\/"},"modified":"2010-09-07T00:00:00","modified_gmt":"2010-09-07T03:00:00","slug":"as_margens_placidas_do_ipiranga_ouviram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/as_margens_placidas_do_ipiranga_ouviram\/","title":{"rendered":"As margens pl\u00e1cidas do Ipiranga ouviram"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/\" \/><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.dzai.com.br\/static\/user\/\/18\/18971\/14c1d2b00b382950e7c9b57563f7d736.jpg\">&nbsp;  <\/p>\n<p> &nbsp; O Brasil se veste de verde e amarelo. Bandeiras hasteadas, pr\u00e9dios decorados, camisetas exibem as cores do pa\u00eds. A m\u00fasica mais tocada? \u00c9 o Hino Nacional, claro. A gente o canta com entusiasmo. Mas a letra\u2026 Palavras complicadas, ordem inversa, abuso de adjetivos. Ufa! Nem professores conseguem ensin\u00e1-lo aos alunos. Que tal uma ajudinha? O blog revela os mist\u00e9rios do s\u00edmbolo desta Pindorama tropical. Em it\u00e1lico, aparecem os versos como n\u00f3s os cantamos. Em seguida, v\u00eam em ordem direta. Nos par\u00eanteses, o sin\u00f4nimo dos voc\u00e1bulos mais dif\u00edceis. Vamos l\u00e1?   <\/p>\n<p>&nbsp;   <\/p>\n<div class=\"texto\"> <strong>Hino Nacional<\/strong>   <\/p>\n<p>Letra: Os\u00f3rio Duque Estrada   <\/p>\n<p>M\u00fasica: Francisco Manoel da Silva   <\/p>\n<p>&nbsp;   <\/p>\n<p> Ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas   <\/p>\n<p>De um povo her\u00f3ico o brado retumbante,   <\/p>\n<p>E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos,   <\/p>\n<p>Brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  As margens pl\u00e1cidas (tranq\u00fcilas, serenas) do Ipiranga ouviram   <\/p>\n<p>o brado (grito) retumbante (estrondoso) de um povo her\u00f3ico.   <\/p>\n<p>E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos (cintilantes),   <\/p>\n<p>brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Se o penhor dessa igualdade   <\/p>\n<p>Conseguimos conquistar com bra\u00e7o forte,   <\/p>\n<p>Em teu seio, \u00f3 Liberdade,   <\/p>\n<p>Desafia o nosso peito a pr\u00f3pria morte!   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  Se conseguimos conquistar o penhor (garantia)   <\/p>\n<p>dessa igualdade com bra\u00e7o forte, o nosso peito   <\/p>\n<p>desafia at\u00e9 a morte em teu seio, \u00f3 Liberdade.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> \u00d3 P\u00e1tria amada,   <\/p>\n<p>Idolatrada   <\/p>\n<p>Salve! Salve!   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  \u00d3 P\u00e1tria amada,   <\/p>\n<p>Idolatrada (adorada, venerada)   <\/p>\n<p>Salve! Salve!   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido   <\/p>\n<p>De amor e de esperan\u00e7a \u00e0 terra desce,   <\/p>\n<p>Se em teu formoso c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido,   <\/p>\n<p>A imagem do Cruzeiro resplandece.   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido (intenso, vivo) de amor   <\/p>\n<p>e de esperan\u00e7a desce \u00e0 terra se em teu formoso (belo) c\u00e9u,   <\/p>\n<p>risonho e l\u00edmpido (transparente), a imagem do Cruzeiro   <\/p>\n<p>(constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul) resplandece (brilha).   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Gigante pela pr\u00f3pria natureza,   <\/p>\n<p>\u00c9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido colosso,   <\/p>\n<p>E o teu futuro espelha essa grandeza,   <\/p>\n<p>terra adorada,   <\/p>\n<p>Entre outras mil,   <\/p>\n<p>\u00c9s tu,Brasil,   <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada!   <\/p>\n<p>Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil,   <\/p>\n<p>P\u00e1tria amada,   <\/p>\n<p>Brasil!   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00e9s belo, \u00e9s forte,   <\/p>\n<p>imp\u00e1vido (destemido, corajoso) colosso (gigante).   <\/p>\n<p>E o teu futuro espelha (reflete) essa grandeza,   <\/p>\n<p>Terra adorada   <\/p>\n<p>Entre outras mil,   <\/p>\n<p>\u00c9s tu, Brasil,   <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada!   <\/p>\n<p>\u00c9s m\u00e3e gentil (am\u00e1vel) dos filhos deste solo.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido   <\/p>\n<p>Ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo,   <\/p>\n<p>Fulguras, \u00f3 Brasil, flor\u00e3o da Am\u00e9rica,   <\/p>\n<p>Iluminado ao sol do Novo Mundo!   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  \u00d3 Brasil, flor\u00e3o (ab\u00f3bada, c\u00fapula) da Am\u00e9rica, (tu) fulguras   <\/p>\n<p>(brilhas)   <\/p>\n<p>iluminado ao sol do Novo Mundo deitado eternamente   <\/p>\n<p>em ber\u00e7o espl\u00eandido, ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Do que a terra mais garrida   <\/p>\n<p>teus risonhos, lindos campos t\u00eam mais flores;   <\/p>\n<p>&#8220;Nossos bosques t\u00eam mais vida&#8221;,   <\/p>\n<p>&#8220;Nossa vida&#8221; no teu seio &#8220;mais amores&#8221;.   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  Teus campos risonhos e lindos t\u00eam mais flores,   <\/p>\n<p>nossos bosques t\u00eam mais vida,   <\/p>\n<p>nossa vida no teu seio (tem) mais amores   <\/p>\n<p>do que a terra mais garrida (enfeitada, graciosa).   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> \u00d3 P\u00e1tria amada,   <\/p>\n<p>Idolatrada,   <\/p>\n<p>Salve! Salve!   <\/p>\n<p>Brasil de amor eterno seja s\u00edmbolo   <\/p>\n<p>O l\u00e1baro que ostentas estrelado,   <\/p>\n<p>E diga o verde-louro desta fl\u00e2mula:   <\/p>\n<p>Paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  O l\u00e1baro (bandeira) que ostentas (exibe) estrelado   <\/p>\n<p>seja s\u00edmbolo de amor eterno. E o verde-louro desta   <\/p>\n<p>fl\u00e2mula (bandeira) diga: paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Mas, se ergues da justi\u00e7a a clava forte,   <\/p>\n<p>ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta,   <\/p>\n<p>nem teme quem te adora   <\/p>\n<p>a pr\u00f3pria morte.   <\/p>\n<p>  *   <\/p>\n<p>  Mas, se a clava (bast\u00e3o usado como arma)   <\/p>\n<p>Forte da justi\u00e7a (tu) ergues,   <\/p>\n<p>ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme a   <\/p>\n<p>pr\u00f3pria morte quem te adora.   <\/p>\n<p> *   <\/p>\n<p> Terra adorada,   <\/p>\n<p>Entre outras mil,   <\/p>\n<p>\u00c9s tu, Brasil,   <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada!   <\/p>\n<p>Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil,   <\/p>\n<p>P\u00e1tria amada,   <\/p>\n<p>Brasil!<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; O Brasil se veste de verde e amarelo. 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