{"id":5275,"date":"2010-04-03T00:00:00","date_gmt":"2010-04-03T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_coelha_vaidosa_-_a_cegueira\/"},"modified":"2010-04-03T00:00:00","modified_gmt":"2010-04-03T03:00:00","slug":"a_coelha_vaidosa_-_a_cegueira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/a_coelha_vaidosa_-_a_cegueira\/","title":{"rendered":"A coelha vaidosa &#8212; a cegueira"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/e1616c6efac1c61d939a01041e696046.jpg\"><br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Era uma vez\u2026<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Uma coelhinha vivia na floresta. Era linda de morrer. Tinha o pelo branco como neve. Os olhos vermelhos como morango. O andar elegante como o de miss. <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">Mas o grande orgulho da bichinha eram as orelhas. Ela n\u00e3o cansava de as olhar. E, quanto mais as olhava, mais bonitas as considerava. A m\u00e3e, preocupada com tanta vaidade, lhe dizia:<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>\u2014 Filha, coelhos devem se preocupar com as patas. Elas devem ser r\u00e1pidas e fortes para podermos fugir dos lobos.<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>As palavras entraram por um ouvido e sa\u00edram por outro. Dias depois, a coelhinha estava admirando as orelhas quando o lobo saiu \u00e0 procura de comida. Quem ele viu? Claro, a vaidosa. <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Ela saiu correndo. Correu muiiiiiiiito. Cansada, com o bich\u00e3o pertinho, se jogou no rio. Nadou horas. Exausta, pensou que fosse afundar. A\u00ed, estendeu as orelhas sobre a \u00e1gua. Elas a ajudaram a boiar. Que sorte!<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>*<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>De vez em quando voc\u00ea faz como a coelhinha vaidosa? Passa horas cuidando do cabelo, das unhas, da pele, dos vestidos, dos sapatos. Esquece de estudar para a prova de matem\u00e1tica. Perde o prazo para a entrega do trabalho da escola. Nem se lembra de tomar o rem\u00e9dio. Abra os olhos. Um lobo pode estar por perto. <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>*<br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>Moral da hist\u00f3ria: Beleza, sozinha, n\u00e3o p\u00f5e mesa. \u00c9 importante prestar aten\u00e7\u00e3o ao que se passa \u00e0 nossa volta. <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era uma vez\u2026 Uma coelhinha vivia na floresta. Era linda de morrer. Tinha o pelo branco como neve. Os olhos vermelhos como morango. O andar elegante como o de miss. Mas o grande orgulho da bichinha eram as orelhas. Ela n\u00e3o cansava de as olhar. E, quanto mais as olhava, mais bonitas as considerava. A m\u00e3e, preocupada com tanta vaidade, lhe dizia: \u2014 Filha, coelhos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5275","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5275","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5275"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5275\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5275"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5275"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5275"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}