{"id":5504,"date":"2010-05-27T09:00:00","date_gmt":"2010-05-27T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/so_da_copa\/"},"modified":"2010-05-27T09:00:00","modified_gmt":"2010-05-27T12:00:00","slug":"so_da_copa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/so_da_copa\/","title":{"rendered":"S\u00f3 d\u00e1 Copa"},"content":{"rendered":"<p><b> &nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/9650fc6195e25f8eded63e1476f19df9.jpg\"> <\/b>   <\/p>\n<p>O assunto do momento? \u00c9 a Copa. Jornais, revistas, tev\u00eas s\u00f3  falam na sele\u00e7\u00e3o. Em bares, restaurantes, academias, os papos batem numa tecla  s\u00f3 \u2014 o desempenho do Brasil na \u00c1frica do Sul. Todos torcem. Vestem  verde-amarelo, penduram a bandeira em mastros improvisados e confirmam a  defini\u00e7\u00e3o de Nelson Rodrigues. &#8220;O futebol&#8221;, disse o velho cronista, &#8220;\u00e9 a p\u00e1tria  de chuteiras.&#8221;   <\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 acasos&#8221;, dizem os psic\u00f3logos. Explica-se, pois, a  heran\u00e7a que o esporte das multid\u00f5es legou para o portugu\u00eas. O futebol nasceu no  Reino Unido. Deu uma voltinha por aqui e, claro, se sentiu em casa. Tornou-se f\u00e3  de feijoada e caipirinha. Aprendeu a deixar pra amanh\u00e3 o que pode fazer hoje.  Por fim, virou mestre em dar um jeitinho. <b> &nbsp;   <\/p>\n<p>Filhotes da chuteira<\/b>   <\/p>\n<p>Brasileiro da gema, o ex-ingl\u00eas encantou-se com uma mulata. Os  dois juntaram os trapinhos e formaram baita fam\u00edlia. S\u00e3o os filhotes da bola.  Termos originais do esporte abandonaram o gramado. Ganharam as ruas e a boca do  povo. Em suma, enriqueceram a l\u00edngua.   <\/p>\n<p>Voc\u00ea faz cera de vez em quando? Enche a bola de algu\u00e9m para  faz\u00ea-lo explodir de vaidade? Ent\u00e3o, com certeza, conhece filhos, netos,  sobrinhos e demais parentes da chuteira. Que tal dar o cart\u00e3o vermelho pro  namorado chato? N\u00e3o? Talvez p\u00f4-lo de escanteio seja melhor. Como ele s\u00f3 joga na  retranca, \u00e9 poss\u00edvel que se manque.   <\/p>\n<p>Mas, se o perna de pau se fizer de morto, tire o time de campo.  Levante a cabe\u00e7a e bola pra frente. D\u00ea o pontap\u00e9 inicial. Depois, fa\u00e7a marca\u00e7\u00e3o  homem a homem. Ainda no primeiro tempo, ajeite a bola pra chutar em gol. Aten\u00e7\u00e3o  com a bola fora. Nos momentos iniciais, todo cuidado \u00e9 pouco.    <\/p>\n<p>N\u00e3o pise a bola. Fa\u00e7a jogo aberto. At\u00e9 os 45 minutos do segundo  tempo, voc\u00ea vai dar de 10. A\u00ed, seja craque. N\u00e3o mexa em time que est\u00e1 ganhando.  O juiz \u00e9 nosso, claro. Mas pode dar zebra.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O assunto do momento? \u00c9 a Copa. Jornais, revistas, tev\u00eas s\u00f3 falam na sele\u00e7\u00e3o. Em bares, restaurantes, academias, os papos batem numa tecla s\u00f3 \u2014 o desempenho do Brasil na \u00c1frica do Sul. Todos torcem. Vestem verde-amarelo, penduram a bandeira em mastros improvisados e confirmam a defini\u00e7\u00e3o de Nelson Rodrigues. &#8220;O futebol&#8221;, disse o velho cronista, &#8220;\u00e9 a p\u00e1tria de chuteiras.&#8221; &#8220;N\u00e3o h\u00e1 acasos&#8221;, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5504","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5504","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5504"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5504\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5504"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5504"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5504"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}