{"id":5889,"date":"2011-11-26T10:30:00","date_gmt":"2011-11-26T12:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/simplesmentedrummond\/"},"modified":"2011-11-26T10:30:00","modified_gmt":"2011-11-26T12:30:00","slug":"simplesmentedrummond","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/simplesmentedrummond\/","title":{"rendered":"Simplesmente&#8230;Drummond"},"content":{"rendered":"<p>    <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">   <br style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\" class=\"gmail_quote\">Num momento de descontra\u00e7\u00e3o, o grande poeta Carlos Drumond de   Andrade escreveu:  <\/p>\n<p>&#8220;Sat\u00e2nico \u00e9 meu pensamento a teu respeito e ardente \u00e9 o meu desejo de apertar-te em minhas m\u00e3os, numa sede de vingan\u00e7a incontest\u00e1vel pelo que me fizeste ontem.  <\/p>\n<p>A noite era quente e calma e eu estava em minha cama, quando,  <\/p>\n<p>  sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o m\u00ednimo pudor!  <\/p>\n<p>Percebendo minha aparente indiferen\u00e7a, aconchegaste-te a mim e  <\/p>\n<p>  mordeste-me sem escr\u00fapulos. At\u00e9 nos mais \u00edntimos lugares. Eu adormeci.  <\/p>\n<p>Hoje quando acordei, procurei-te numa \u00e2nsia ardente, mas em v\u00e3o. Deixaste em meu corpo e no len\u00e7ol provas irrefut\u00e1veis do que entre n\u00f3s ocorreu durante a noite. Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama te esperar&#8230;.  <\/p>\n<p>Quando chegares, quero te agarrar com avidez e for\u00e7a. Quero te apertar com todas as for\u00e7as de minhas m\u00e3os. S\u00f3 descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.  <\/p>\n<p>S\u00f3 assim, livrar-me-ei de ti&#8230;.Pernilongo filho da p&#8230;  <\/p><\/div>\n<p> (Colabora\u00e7\u00e3o de \u00cdris Borges)  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Num momento de descontra\u00e7\u00e3o, o grande poeta Carlos Drumond de Andrade escreveu: &#8220;Sat\u00e2nico \u00e9 meu pensamento a teu respeito e ardente \u00e9 o meu desejo de apertar-te em minhas m\u00e3os, numa sede de vingan\u00e7a incontest\u00e1vel pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5889","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5889","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5889"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5889\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5889"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5889"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5889"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}