{"id":6291,"date":"2011-08-05T12:00:00","date_gmt":"2011-08-05T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/viagem_de_aviao\/"},"modified":"2011-08-05T12:00:00","modified_gmt":"2011-08-05T15:00:00","slug":"viagem_de_aviao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/viagem_de_aviao\/","title":{"rendered":"Viagem de avi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><b>  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/89696505d2053090c28ed55ff9ce08cb.jpg\"> <\/p>\n<p><\/b> Viajar \u00e9 bom? \u00c9. A euforia come\u00e7a no preparo da mala. Ao escolher roupas para  este ou aquele lugar, damos asas \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o. Sonhamos realidades diferentes  das vividas no dia a dia. A rotina fica pra tr\u00e1s. Hummmmmmmmmmmm! Muitos, por\u00e9m,  precisam transpor uma pedra do caminho. Trata-se do avi\u00e3o. Com medo das alturas,  sofrem com mil trag\u00e9dias encenadas s\u00f3 na cabecinha deles.   <\/p>\n<p>As companhias a\u00e9reas se esfor\u00e7am pra atenuar o sofrimento. Oferecem sorrisos  e votos de boas-vindas. Balinhas ado\u00e7am o decolar. Depois vem o lanche. Revistas  charmosas ficam ao alcance da m\u00e3o. Mat\u00e9rias leves e variadas ajudam o tempo a  passar. A <i>TAM nas nuvens<\/i> \u00e9 uma delas. A de agosto traz Jayme Monjardim na  capa. Ao ler certos textos, passageiros param assustados. A raz\u00e3o? Acidentes. A  aeronave n\u00e3o bate em outra. Bate na l\u00edngua. Vamos aos mortos e  feridos?<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">   <\/p>\n<p>Concord\u00e2ncia<\/b>   <\/p>\n<p>&#8220;Para esta edi\u00e7\u00e3o&#8221;, escreve o presidente L\u00edbano Barroso, &#8220;foram ouvidas 18,8  milh\u00f5es de pessoas entre julho de 2010 e maio de 2011.&#8221; Ui! A concord\u00e2ncia geme.  <i>Milh\u00e3o<\/i> \u00e9 masculino. Trat\u00e1-lo como feminino pega mal como estacionar em  vaga de deficientes. Melhor respeitar o g\u00eanero: <i>Para esta edi\u00e7\u00e3o,<\/i>  f<i>oram ouvid<b>o<\/b>s 18,8 milh\u00f5es de pessoas.<\/i><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Artigo<\/b>   <\/p>\n<p>Na apresenta\u00e7\u00e3o do filh\u00e3o da Maysa, Jaime Monjardim, l\u00ea-se: &#8220;Ainda crian\u00e7a,  morou na Espanha e em Marrocos&#8221;. Nada feito. O pa\u00eds africano se usa com artigo  (o Marrocos, moro no Marrocos, chegou do Marrocos). Priv\u00e1-lo da companhia rouba  o colorido da bela na\u00e7\u00e3o. Vamos lhe devolver as cores? Assim: <i>Ainda crian\u00e7a,  morou na Espanha e <b>no<\/b> Marrocos.<\/i><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Estrutura<\/b>   <\/p>\n<p>A gastronomia est\u00e1 em alta. Chefs brilham em Europa, Fran\u00e7a e Bahia. Os  irm\u00e3os Sergio e Javier Torres t\u00eam restaurantes premiados em Barcelona e S\u00e3o  Paulo. &#8220;At\u00e9 o prato chegar \u00e0 mesa, ele passa por v\u00e1rios testes&#8221;, diz um deles. A  gordura estragou o sabor da frase. Por qu\u00ea? O sujeito das duas ora\u00e7\u00f5es \u00e9 o mesmo  \u2014 prato. Se o pusermos na segunda ora\u00e7\u00e3o, o <i>ele<\/i> cai fora. Veja: <i>At\u00e9  chegar \u00e0 mesa, o prato passa por v\u00e1rios testes.<\/i> Legal,  n\u00e3o?<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Grafia<\/b>   <\/p>\n<p>&#8220;Volto de viagem inspirado pelo modo de viver dos acreanos&#8221;, diz Rodrigo  H\u00fcber Mendes. Ele foi ao Acre, descobriu que abra\u00e7ar \u00e9 rotina no dia a dia do  povo e bateu no gent\u00edlico local. Quem nasce no Acre \u00e9 acriano, com  i.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Redund\u00e2ncias<\/b>   <\/p>\n<p>Pobre Talita Sim\u00f5es! Dona de bar, ela prepara drinques como ningu\u00e9m. Venceu,  por isso, o Torneio Brasileiro de Bartenders e representou o Brasil na  final\u00edssima, na \u00cdndia. A mat\u00e9ria n\u00e3o fez jus \u00e0 carreira da mo\u00e7a. Brindou-a com  duas redund\u00e2ncias. Uma: &#8220;Talita cria novos coquet\u00e9is&#8221;. (Se cria, s\u00f3 podem ser  novos.) A outra: &#8220;A experi\u00eancia trouxe \u00e0 campe\u00e3 a bagagem de que precisava para  criar seu pr\u00f3prio bar&#8221;. Seu pr\u00f3prio? O <i>seu<\/i> sobra. Basta criar <i>o  pr\u00f3prio<\/i> neg\u00f3cio.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; Mais<\/b>   <\/p>\n<p>Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli est\u00e3o no Brasil. V\u00e3o lan\u00e7ar o  terceiro filme do casal, <i>Onde est\u00e1 a felicidade<\/i>? Ao falar sobre a vida  n\u00f4made da dupla, o texto diz: &#8220;O casal mant\u00e9m a mesma casa em S\u00e3o Paulo h\u00e1 30  anos&#8221;. Ops! <i>Manter<\/i> s\u00f3 pode ser a mesma. Se n\u00e3o for, o verbo \u00e9 outro. Que  tal mudar? Ou variar?<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp; N\u00e3o s\u00f3<\/b>   <\/p>\n<p>Quer mais? D\u00ea uma espiadinha na revista. Voc\u00ea encontrar\u00e1.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp;<\/b>   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Viajar \u00e9 bom? \u00c9. A euforia come\u00e7a no preparo da mala. Ao escolher roupas para este ou aquele lugar, damos asas \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o. Sonhamos realidades diferentes das vividas no dia a dia. A rotina fica pra tr\u00e1s. Hummmmmmmmmmmm! Muitos, por\u00e9m, precisam transpor uma pedra do caminho. Trata-se do avi\u00e3o. Com medo das alturas, sofrem com mil trag\u00e9dias encenadas s\u00f3 na cabecinha deles. 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