{"id":6689,"date":"2011-09-07T00:00:00","date_gmt":"2011-09-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/hino_nacional_tim-tim_por_tim-tim\/"},"modified":"2011-09-07T00:00:00","modified_gmt":"2011-09-07T03:00:00","slug":"hino_nacional_tim-tim_por_tim-tim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/hino_nacional_tim-tim_por_tim-tim\/","title":{"rendered":"Hino Nacional tim-tim por tim-tim"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/blog-dad\/14c1d2b00b382950e7c9b57563f7d736.jpg\">   <\/p>\n<p>&#8220;S\u00f3 valoriza a primavera quem conhece o inverno&#8221;, dizem os moradores dos  pa\u00edses gelados. &#8220;S\u00f3 valoriza o <i>Hino Nacional<\/i> quem est\u00e1 fora do pa\u00eds&#8221;,  comentam os patriotas. Na terra dos outros, ver a bandeira verde-amarela  hasteada mexe com o cora\u00e7\u00e3o. Ouvir o hino liquefaz a alma. Aqui muitos torcem o  nariz na hora de se p\u00f4r em posi\u00e7\u00e3o de sentido para ouvir ou cantar o s\u00edmbolo  nacional. Por qu\u00ea?     <\/p>\n<p>Muitos atribuem a atitude \u00e0 dificuldade de compreens\u00e3o. Escrito em ordem  inversa e recheado de palavras dif\u00edceis, o texto obriga muitos a fazerem o papel  de papagaios \u2014 falar sem entender. O blogue lhes d\u00e1 um socorro. P\u00f5e os versos em  ordem direta e traduz as palavras menos comuns. Em suma: explica a obra tim-tim  por tim-tim.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> <a name=\"Save1\"><\/a>   <\/p>\n<p>Hino Nacional<\/b>    <\/p>\n<p>Letra: Os\u00f3rio Duque Estrada M\u00fasica: Francisco Manoel da Silva<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp;<\/b><i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas De um povo heroico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos, Brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.<\/i>    <\/p>\n<p>(As margens pl\u00e1cidas (<i>tranquilas<\/i>, <i>serenas<\/i>) do Ipiranga  ouviram o brado (<i>grito<\/i>) retumbante (<i>estrondoso<\/i>) de um povo heroico. E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos (cintilantes), brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.)    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com bra\u00e7o forte, Em teu seio, \u00f3 Liberdade, Desafia o nosso peito a pr\u00f3pria morte!<\/i>    <\/p>\n<p>(Se conseguimos conquistar o penhor (<i>garantia<\/i>) Dessa igualdade com bra\u00e7o forte, o nosso peito desafia at\u00e9 a morte em teu seio, \u00d3 Liberdade.)    <\/p>\n<p>***    <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada, Idolatrada (<i>adorada, venerada<\/i>) Salve! Salve!    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido De amor e de esperan\u00e7a \u00e0 terra desce, Se em teu formoso c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido, A imagem do Cruzeiro resplandece.<\/i>    <\/p>\n<p>(Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido (<i>intenso<\/i>,<i> vivo<\/i>) de  amor e de esperan\u00e7a desce \u00e0 terra se em teu formoso (<i>belo<\/i>) c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido, (<i>transparente<\/i>) a imagem do Cruzeiro (<i>constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul<\/i>) resplandece (<i>brilha<\/i>).    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00c9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza, terra adorada, Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada! Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i>    <\/p>\n<p>(Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00e9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido (<i>destemido<\/i>, <i>corajoso<\/i>) colosso (<i>gigante<\/i>). E o teu futuro espelha (<i>reflete<\/i>) essa grandeza. Terra adorada Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria Amada! \u00c9s m\u00e3e gentil (<i>am\u00e1vel<\/i>) dos filhos deste solo, P\u00e1tria Amada, Brasil!)    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido Ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo, Fulguras, \u00f3 Brasil, flor\u00e3o da Am\u00e9rica, Iluminado ao sol do Novo Mundo!<\/i>    <\/p>\n<p>(\u00d3 Brasil, flor\u00e3o (<i>ab\u00f3bada<\/i>, <i>c\u00fapula<\/i>) da Am\u00e9rica, (<i>tu<\/i>)  fulguras (<i>brilhas<\/i>) iluminado ao sol do Novo Mundo, deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido, ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo.)    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Do que a terra mais garrida teus risonhos, lindos campos t\u00eam mais flores; &#8220;Nossos bosques t\u00eam mais vida&#8221;, &#8220;Nossa vida&#8221; no teu seio &#8220;mais amores&#8221;.<\/i>    <\/p>\n<p>(Teus campos risonhos e lindos t\u00eam mais flores, nossos bosques t\u00eam mais vida, nossa vida no teu seio (<i>tem<\/i>) mais amores do que a terra mais garrida (<i>enfeitada<\/i>, <i>graciosa<\/i>).    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil de amor eterno seja s\u00edmbolo O l\u00e1baro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta fl\u00e2mula: &#8211; Paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.<\/i>    <\/p>\n<p>(O l\u00e1baro (<i>bandeira<\/i>) que ostentas (<i>exibe<\/i>) estrelado seja s\u00edmbolo de amor eterno. E o verde-louro desta fl\u00e2mula (<i>bandeira<\/i>) diga: paz no futuro e gl\u00f3ria no  passado.)    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Mas, se ergues da justi\u00e7a a clava forte, ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme, quem te adora, a pr\u00f3pria morte.<\/i> (Mas, se a clava (<i>bast\u00e3o usado como arma<\/i>) Forte da justi\u00e7a (<i>tu<\/i>) ergues, ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme a Pr\u00f3pria morte quem te adora.)    <\/p>\n<p>***<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">    <\/p>\n<p>Terra adorada, Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada! Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> &nbsp;<\/b> &nbsp; &nbsp; &nbsp;   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;S\u00f3 valoriza a primavera quem conhece o inverno&#8221;, dizem os moradores dos pa\u00edses gelados. &#8220;S\u00f3 valoriza o Hino Nacional quem est\u00e1 fora do pa\u00eds&#8221;, comentam os patriotas. Na terra dos outros, ver a bandeira verde-amarela hasteada mexe com o cora\u00e7\u00e3o. Ouvir o hino liquefaz a alma. Aqui muitos torcem o nariz na hora de se p\u00f4r em posi\u00e7\u00e3o de sentido para ouvir ou cantar o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6689","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6689","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6689"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6689\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6689"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6689"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6689"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}