{"id":6837,"date":"2012-10-22T00:00:00","date_gmt":"2012-10-22T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/berco_da_palavra_1-9\/"},"modified":"2012-10-22T00:00:00","modified_gmt":"2012-10-22T02:00:00","slug":"berco_da_palavra_1-9","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/berco_da_palavra_1-9\/","title":{"rendered":"Ber\u00e7o da palavra 1"},"content":{"rendered":"<p>  <b> <\/p>\n<p><\/b><b>Viajar na maionese<\/b>  M\u00e1rcio Cotrim <\/p>\n<p>Duas caracter\u00edsticas associadas \u00e0 maionese justificam essa curiosa met\u00e1fora: por um lado, o jeito extremamente escorregadio e gorduroso do produto e, por outro, como decorr\u00eancia, o fato de ele resultar de uma mistura de m\u00faltiplas subst\u00e2ncias \u2013 azeite, vinagre, gemas de ovos, sal e especiarias, tudo bem batido. Numa acep\u00e7\u00e3o bem recente, <i>viaja na maionese<\/i> quem, por desinforma\u00e7\u00e3o ou falta de aten\u00e7\u00e3o sobre determinado assunto, o relaciona com outro totalmente diferente.   <\/p>\n<p>A prop\u00f3sito de maionese, o ber\u00e7o do voc\u00e1bulo vem da pequena cidade de Mahon, capital da Ilha Minorca, na Espanha. Em 1756, em nome do rei Lu\u00eds XIII, o duque de Richelieu ocupou a cidade. Cansado de todos os dias comer, na campanha, pratos \u00e0 base de peixe e na falta de alimento mais substancial, apelou para seu criativo cozinheiro. O mo\u00e7o misturou o que havia dispon\u00edvel e produziu um molho t\u00e3o saboroso que levou Richelieu a introduzi-lo na Fran\u00e7a com o nome de <i>sauce mahonnaisse<\/i>, o molho de Mahon, que se tornou festejado complemento em qualquer mesa que se preze.   <\/p>\n<p>Em 1912, um propriet\u00e1rio de mercearia em Nova York, chamado Richard Hellmann, come\u00e7ou a vender maionese pronta em potes. A novidade teve \u00eaxito imediato, liberando as pessoas da trabalheira de bater os ovos. Um recadinho: viva a maionese, mas n\u00e3o viaje muito nela. A barriga pode desabar.  &nbsp;    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Viajar na maionese M\u00e1rcio Cotrim Duas caracter\u00edsticas associadas \u00e0 maionese justificam essa curiosa met\u00e1fora: por um lado, o jeito extremamente escorregadio e gorduroso do produto e, por outro, como decorr\u00eancia, o fato de ele resultar de uma mistura de m\u00faltiplas subst\u00e2ncias \u2013 azeite, vinagre, gemas de ovos, sal e especiarias, tudo bem batido. Numa acep\u00e7\u00e3o bem recente, viaja na maionese quem, por desinforma\u00e7\u00e3o ou falta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6837","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6837"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6837\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}