{"id":8046,"date":"2013-07-03T00:00:00","date_gmt":"2013-07-03T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/rascunhos-10\/"},"modified":"2013-07-03T00:00:00","modified_gmt":"2013-07-03T03:00:00","slug":"rascunhos-10","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/rascunhos-10\/","title":{"rendered":"rascunhos"},"content":{"rendered":"<p><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Sua Excel\u00eancia o boi<\/b> Azul de um lado. Vermelho de outro. Os dois grupos se  apresentam tr\u00eas dias com tr\u00eas espet\u00e1culos diferentes. Alegorias, fantasias,  m\u00fasicas se renovam. \u00c9 como se Mangueira, Salgueiro ou Beija-Flor desfilassem  tr\u00eas dias seguidos sem aproveitar nada de um show para outro. Vale a  curiosidade. As escolas de samba t\u00eam barrac\u00f5es. L\u00e1, os carnavalescos preparam o  desfile&nbsp;da avenida. Parintins tem  currais.&nbsp;Ali,&nbsp;a turma do Garantido e a do  Caprichoso&nbsp;se produz para o  festival.&nbsp;Na escrita, imp\u00f5e-se um  cuidado. Curral joga no time de carnaval e animal. Termina com l.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Coisa de \u00edndio<\/b> A presen\u00e7a da tradi\u00e7\u00e3o ind\u00edgena \u00e9 quesito que garante pontos  para os concorrentes. Paj\u00e9s, \u00edndios, alegorias e m\u00fasica com batida  caracter\u00edstica das tribos que povoaram o Brasil fazem a festa colorida e  movimentada. \u00c0s vezes, aparece a peteca. Por qu\u00ea? O brinquedinho \u00e9 heran\u00e7a  dos&nbsp;peles-vermelhas. O nome tamb\u00e9m. No  tupi, a diss\u00edlaba queria dizer bater.&nbsp;Apesar dos s\u00e9culos, o esporte se mant\u00e9m vivo. Belo Horizonte \u00e9 a capital  mundial da peteca. Viva! <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Desafio<\/b> Pode? N\u00e3o poderia. Mas pode. Folheto distribu\u00eddo pelo Centro  Cultural Amazonino Mendes (Bumb\u00f3dromo) entrega a gregos e troianos este texto:  &#8220;O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secreataria de Estado de Cultura,  considerando a pol\u00edtica de populariza\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es culturais, a voca\u00e7\u00e3o  parintinense para as artes, os munic\u00edpios vizinhos do baixo Amazonas como:  Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Mau\u00e9s e Nhamund\u00e1, os investimentos realizados  na moderniza\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o das estruturas do Centro Cultural Amazonino Mendes e  a necessidade de manter a integridade desse patrim\u00f4nio e resguardar os  equipamentos e acess\u00f3rios instalados, transforma esse centro em espa\u00e7o multiuso,  destinado primeiramente ao ensino das artes e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos para apoio  as atividades art\u00edsticas e \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de jovens e adultoscom  intensa atua\u00e7\u00e3o do Cetam e da Secretaria de Cultura&#8221;. Ufa!  O texto tem 745 toques. E s\u00f3 um ponto. Testes sobre a  legibilidade e a mem\u00f3ria demonstram dois fatos. Um: o leitor ret\u00e9m integralmente  per\u00edodos com a m\u00e9dia de 150 toques. Com 200,&nbsp;guarda a primeira parte e perde a segunda. Com  250 ou mais, grande parte do enunciado se perde. Conclus\u00e3o: o governo amazonense  jogou dinheiro fora. <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">       Sugest\u00e3o     <\/b> A Secretaria de Cultura do Amazonas transforma o Centro  Cultural Amazonino Mendes em espa\u00e7o multiuso. Trata-se de passo&nbsp;importante do governo do estado na dire\u00e7\u00e3o da  pol\u00edtica de populariza\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es culturais. Com ele, cria-se espa\u00e7o para o  ensino das artes e a forma\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos aptos a apoiar as atividades  art\u00edsticas e a capacita\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de jovens e adultos.  Justificam-se, assim, os investimentos na moderniza\u00e7\u00e3o e  amplia\u00e7\u00e3o das estruturas do centro. Gra\u00e7as a  eles, mant\u00e9m-se a integridade do patrim\u00f4nio e&nbsp;resguardam-se os equipamentos instalados. N\u00e3o s\u00f3.  Premia-se a voca\u00e7\u00e3o parintinense para as  artes e a aten\u00e7\u00e3o dispensada \u00e0s necessidades de express\u00e3o dos munic\u00edpios  vizinhos do baixo Amazonas. Entre eles, Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Mau\u00e9s e  Nhamund\u00e1. <strong>Leitor  pergunta<\/strong> Bumba-boi tem  h\u00edfen? Gra\u00e7a Arruda,  Rio Bumba-boi \u00e9 outro nome de  bumba meu boi. Um se grafa com tracinho. O outro fica livre e solto. Quem  entende? Nem o paj\u00e9.    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sua Excel\u00eancia o boi Azul de um lado. Vermelho de outro. Os dois grupos se apresentam tr\u00eas dias com tr\u00eas espet\u00e1culos diferentes. Alegorias, fantasias, m\u00fasicas se renovam. \u00c9 como se Mangueira, Salgueiro ou Beija-Flor desfilassem tr\u00eas dias seguidos sem aproveitar nada de um show para outro. Vale a curiosidade. As escolas de samba t\u00eam barrac\u00f5es. L\u00e1, os carnavalescos preparam o desfile&nbsp;da avenida. 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