{"id":8877,"date":"2014-11-09T00:01:00","date_gmt":"2014-11-09T02:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/definicao_nota_1000_1\/"},"modified":"2014-11-09T00:01:00","modified_gmt":"2014-11-09T02:01:00","slug":"definicao_nota_1000_1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/definicao_nota_1000_1\/","title":{"rendered":"Defini\u00e7\u00e3o nota 1.000 (1)"},"content":{"rendered":"<p><b><\/b><b><\/b>   <\/p>\n<p>O que \u00e9 isso? O que \u00e9 aquilo? O que \u00e9 aqueloutro? Crian\u00e7as n\u00e3o se cansam de  perguntar. A gente responde o que pode. Muitas vezes n\u00e3o d\u00e1 conta. Diz, ent\u00e3o,  qualquer coisa. Meninos e meninas, que n\u00e3o t\u00eam tempo a perder, fingem que  acreditam. D\u00e3o meia-volta e partem pra outra.   <\/p>\n<p>Na vida profissional, a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil. H\u00e1 momentos em que temos de  definir. Precisamos de engenho, arte e, sobretudo t\u00e9cnica pra dizer o que \u00e9 que  queremos dar a entender quando empregamos uma palavra ou nos referimos a um  objeto ou ser. O desafio: o definido s\u00f3 pode ser o definido \u2014 sem possibilidade  de confundir-se com outro.   <\/p>\n<p>Como chegar l\u00e1? A defini\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 filha de chocadeira. Tem ber\u00e7o, trajet\u00f3ria  e estrutura composta de quatro elementos. \u00c9 importante respeit\u00e1-los e disp\u00f4-los  como manda a l\u00f3gica:   <\/p>\n<p>a. termo \u2014 o ser que ser\u00e1 definido b. c\u00f3pula \u2014 o verbo ser c. g\u00eanero \u2014 a classe (ou ordem) de coisas a que pertence o termo d. diferen\u00e7as \u2014 tudo o que diferencia o termo definido de outros da mesma  classe<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">   <\/p>\n<p>Exemplos <\/b><i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">   <\/p>\n<p>Homem \u00e9 um animal racional.<\/i>   <\/p>\n<p>O termo \u00e9 homem. A c\u00f3pula, \u00e9. O g\u00eanero, animal. A diferen\u00e7a, racional.  *<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Substantivo \u00e9 a classe de palavras que d\u00e1 nome aos seres.<\/i>   <\/p>\n<p>O termo \u00e9 substantivo. A c\u00f3pula, \u00e9. O g\u00eanero, classe de palavras. A  diferen\u00e7a, que d\u00e1 nome aos seres. *<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Quadrado \u00e9 um quadril\u00e1tero de \u00e2ngulos retos e lados iguais.<\/i>   <\/p>\n<p>O termo \u00e9 quadrado. A c\u00f3pula, \u00e9. O g\u00eanero, quadril\u00e1tero. A diferen\u00e7a, de  \u00e2ngulos retos e lados iguais. *<i style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"> Falar \u00e9 exprimir-se por meio de palavras.<\/i>   <\/p>\n<p>O termo \u00e9 falar. A c\u00f3pula, \u00e9. O g\u00eanero, exprimir-se. A diferen\u00e7a, por meio de  palavras. <\/p>\n<p><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p>    Olho vivo <\/b>  <\/p>\n<p>    \u00c0s vezes o enunciado tem cara de defini\u00e7\u00e3o, mas defini\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9. Se voc\u00ea  pergunta a uma crian\u00e7a o que \u00e9 chuva, \u00e9 bem prov\u00e1vel que ela responda &#8220;chuva \u00e9  quando chove&#8221;. Ser\u00e1? Quando chove h\u00e1 chuva. Mas chuva, segundo o Aur\u00e9lio, &#8220;\u00e9 a  precipita\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica formada de gotas de \u00e1gua cujas dimens\u00f5es variam entre  1mm e 3mm, por efeito da condensa\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua contido na  atmosfera&#8221;. <b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">  <\/p>\n<p><\/b><b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 isso? O que \u00e9 aquilo? O que \u00e9 aqueloutro? Crian\u00e7as n\u00e3o se cansam de perguntar. A gente responde o que pode. Muitas vezes n\u00e3o d\u00e1 conta. Diz, ent\u00e3o, qualquer coisa. Meninos e meninas, que n\u00e3o t\u00eam tempo a perder, fingem que acreditam. D\u00e3o meia-volta e partem pra outra. Na vida profissional, a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil. H\u00e1 momentos em que temos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-8877","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8877","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8877"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8877\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8877"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8877"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8877"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}