{"id":9272,"date":"2014-12-29T00:05:00","date_gmt":"2014-12-29T02:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/conselhos\/"},"modified":"2014-12-29T00:05:00","modified_gmt":"2014-12-29T02:05:00","slug":"conselhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/conselhos\/","title":{"rendered":"Conselhos"},"content":{"rendered":"\n<p>   O dito \u00e9 conhecido:&nbsp;&#8220;Se conselho fosse bom, a gente o vendia, n\u00e3o    dava&#8221;. O blogue respeita a sabedoria    popular, mas n\u00e3o resiste a lembrar sabedorias que d\u00e3o toques na alma. Vamos    l\u00e1?<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos chineses<\/b>     <\/p>\n<p>Existem quatro coisas na vida que n\u00e3o se recuperam. Uma: a pedra depois de    atirada. Duas: a palavra depois de proferida. A terceira: A ocasi\u00e3o depois de    perdida. A \u00faltima: o tempo depois de passado.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos neurolinguistas<\/b>     <\/p>\n<p>Se voc\u00ea fica dizendo que as coisas v\u00e3o melhorar, tem boa chance de se    tornar um profeta.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos psic\u00f3logos<\/b>     <\/p>\n<p>Quando lhe fizerem uma pergunta que voc\u00ea n\u00e3o quer responder, sorria e    pergunte: &#8220;Por que deseja saber?&#8221;<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos comunicadores<\/b>     <\/p>\n<p>Harmonize a linguagem do corpo com as palavras. Ao falar, comunique-se por    inteiro. A express\u00e3o do rosto, os gestos, o olhar, a respira\u00e7\u00e3o, a voz, a    maneira de vestir-se, tudo conta. Segundo pesquisa da Universidade de    Stanford, o corpo responde por 45% da mensagem; o tom da voz, 20%; as    palavras, 35%.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos redatores<\/b>     <\/p>\n<p>Escreva e fale com simplicidade. Pascal explica: &#8220;Quando descobrimos um    estilo natural, ficamos espantados e satisfeitos. Esper\u00e1vamos um autor e    encontramos um ser humano&#8221;. Ser simples \u00e9 complicado. Mas \u00e9 a melhor    receita.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos monges<\/b>     <\/p>\n<p>Torne a rotina prazerosa. Todos os dias leia um poema, ou\u00e7a uma m\u00fasica,    contemple um quadro, diga palavras bonitas.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>Dos mestres<\/b>     <\/p>\n<p>Leia muitas hist\u00f3rias para as crian\u00e7as. D\u00ea emo\u00e7\u00e3o \u00e0 voz. Deixe-as tocar as    ilustra\u00e7\u00f5es. D\u00ea-lhes tempo para sonhar, viver outras vidas, soltar a    imagina\u00e7\u00e3o, comentar. Assim nasce um leitor.<b style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">     <\/p>\n<p>De Daniel Pennac<\/b>     <\/p>\n<p>O leitor \u00e9 dono e senhor. Ele manda. Da escolha da obra \u00e0 leitura, Sua    Excel\u00eancia faz e acontece. Pode tudo. Eis os 10 mandamentos escritos por    Daniel Pennac. Eles asseguram a adultos e crian\u00e7as: o direito de n\u00e3o ler, o    direito de pular p\u00e1ginas, o direito de n\u00e3o terminar um livro, o direito de    reler, o direito de ler qualquer coisa, o direito ao bovarismo (doen\u00e7a    textualmente transmiss\u00edvel), o direito de ler em qualquer lugar, o direito de    ler uma frase aqui e outra ali, o direito de ler em voz alta, o direito de    calar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O dito \u00e9 conhecido:&nbsp;&#8220;Se conselho fosse bom, a gente o vendia, n\u00e3o dava&#8221;. 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