{"id":9301,"date":"2014-09-07T10:00:00","date_gmt":"2014-09-07T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/patria_amada_brasil\/"},"modified":"2014-09-07T10:00:00","modified_gmt":"2014-09-07T13:00:00","slug":"patria_amada_brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dad\/patria_amada_brasil\/","title":{"rendered":"P\u00e1tria amada, Brasil"},"content":{"rendered":"<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\"><b><\/b><b>  <\/p>\n<p><\/b> Oba! Hoje \u00e9 o Dia da P\u00e1tria. Nada de aula, nada de trabalho, nada de  hor\u00e1rios. Alguns v\u00e3o \u00e0 piscina. Outros, ao parque. H\u00e1 os que ficam em casa ou  assistem ao desfile militar. A\u00ed, v\u00e3o ouvir ou cantar o <i>Hino Nacional.<\/i>  Muitos ficam de boca fechada. Por qu\u00ea?    <\/p>\n<p>Talvez pela dificuldade de compreens\u00e3o. Escrito em ordem inversa e recheado  de palavras dif\u00edceis, o texto obriga muitos a fazerem o papel de papagaios \u2014  falar sem entender. O blogue lhes d\u00e1 um socorro. P\u00f5e os versos em ordem direta e  traduz as palavras menos comuns. Em suma: explica a obra tim-tim por tim-tim.  Vamos l\u00e1? &nbsp;<b> Hino Nacional<\/b>   <\/p>\n<p>Letra: Os\u00f3rio Duque Estrada M\u00fasica: Francisco Manoel da Silva &nbsp;<i> Ouviram do Ipiranga as margens pl\u00e1cidas De um povo heroico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios f\u00falgidos, Brilhou no c\u00e9u da P\u00e1tria nesse instante.<\/i>   <\/p>\n<p>(As margens pl\u00e1cidas (tranquilas, serenas) do Ipiranga ouviram o brado  (grito) retumbante (estrondoso) de um povo heroico. E o sol da liberdade, em  raios f\u00falgidos (cintilantes), brilhou no c\u00e9u da p\u00e1tria nesse instante.)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com bra\u00e7o forte, Em teu seio, \u00f3 Liberdade, Desafia o nosso peito a pr\u00f3pria morte!<\/i>   <\/p>\n<p>(Se conseguimos conquistar o penhor (garantia) dessa igualdade com bra\u00e7o  forte, o nosso peito desafia at\u00e9 a morte em teu seio, \u00f3 liberdade.)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada, <\/i><i>Idolatrada<\/i> (adorada, venerada)<i> <\/i><i>Salve! Salve<\/i>!<b>   <\/p>\n<p>\u2026<\/b><i>   <\/p>\n<p>Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido De amor e de esperan\u00e7a \u00e0 terra desce, Se em teu formoso c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido, A imagem do Cruzeiro resplandece.<\/i>   <\/p>\n<p>(Brasil, um sonho intenso, um raio v\u00edvido (intenso, vivo) de amor e de  esperan\u00e7a desce \u00e0 terra se em teu formoso (belo) c\u00e9u, risonho e l\u00edmpido,  (transparente) a imagem do Cruzeiro (constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul) resplandece  (brilha).   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00c9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza, terra adorada, Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada! Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i>   <\/p>\n<p>(Gigante pela pr\u00f3pria natureza, \u00e9s belo, \u00e9s forte, imp\u00e1vido (destemido,  corajoso) colosso (gigante). E o teu futuro espelha (reflete) essa grandeza.  Terra adorada, entre outras mil, \u00e9s tu, Brasil, \u00f3 p\u00e1tria amada! \u00c9s m\u00e3e gentil  (am\u00e1vel) dos filhos deste solo, p\u00e1tria amada, Brasil!)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido Ao som do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo, Fulguras, \u00f3 Brasil, flor\u00e3o da Am\u00e9rica, Iluminado ao sol do Novo Mundo!<\/i>   <\/p>\n<p>(\u00d3 Brasil, flor\u00e3o (ab\u00f3bada, c\u00fapula) da Am\u00e9rica, (tu) fulguras (brilhas),  iluminado ao sol do Novo Mundo, deitado eternamente em ber\u00e7o espl\u00eandido, ao som  do mar e \u00e0 luz do c\u00e9u profundo.)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Do que a terra mais garrida teus risonhos, lindos campos t\u00eam mais flores; &#8220;Nossos bosques t\u00eam mais vida&#8221;, &#8220;Nossa vida&#8221; no teu seio &#8220;mais amores&#8221;.<\/i>   <\/p>\n<p>(Teus campos risonhos e lindos t\u00eam mais flores, nossos bosques t\u00eam mais vida,  nossa vida no teu seio (tem) mais amores do que a terra mais garrida (enfeitada,  graciosa).   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>\u00d3 P\u00e1tria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil de amor eterno seja s\u00edmbolo O l\u00e1baro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta fl\u00e2mula: \u2014 Paz no futuro e gl\u00f3ria no passado.<\/i>   <\/p>\n<p>(O l\u00e1baro (bandeira) que ostentas (exibe) estrelado seja s\u00edmbolo de amor  eterno. E o verde-louro desta fl\u00e2mula (bandeira) diga: paz no futuro e gl\u00f3ria no  passado.)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Mas, se ergues da justi\u00e7a a clava forte, ver\u00e1s que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme quem te adora a pr\u00f3pria morte.<\/i>   <\/p>\n<p>(Mas, se a clava (bast\u00e3o usado como arma) forte da justi\u00e7a (tu) ergues, ver\u00e1s  que um filho teu n\u00e3o foge \u00e0 luta, nem teme a pr\u00f3pria morte quem te adora.)   <\/p>\n<p>&#9679;&#9679;&#9679;<i>   <\/p>\n<p>Terra adorada, Entre outras mil, \u00c9s tu, Brasil, \u00d3 P\u00e1tria amada! Dos filhos deste solo \u00e9s m\u00e3e gentil, P\u00e1tria amada, Brasil!<\/i> &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oba! Hoje \u00e9 o Dia da P\u00e1tria. Nada de aula, nada de trabalho, nada de hor\u00e1rios. Alguns v\u00e3o \u00e0 piscina. Outros, ao parque. H\u00e1 os que ficam em casa ou assistem ao desfile militar. A\u00ed, v\u00e3o ouvir ou cantar o Hino Nacional. Muitos ficam de boca fechada. Por qu\u00ea? Talvez pela dificuldade de compreens\u00e3o. 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