{"id":2471,"date":"2025-12-16T11:36:41","date_gmt":"2025-12-16T14:36:41","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/?p=2471"},"modified":"2025-12-16T11:37:58","modified_gmt":"2025-12-16T14:37:58","slug":"transar-na-confra-do-trabalho-34-ja-fizeram-e-revelam-onde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/transar-na-confra-do-trabalho-34-ja-fizeram-e-revelam-onde\/","title":{"rendered":"Transar na confra do trabalho? 34% j\u00e1 fizeram e revelam onde"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">A confraterniza\u00e7\u00e3o corporativa costuma ser vendida como um ritual previs\u00edvel: m\u00fasica alta, bebida \u00e0 vontade, conversas atravessadas e a tentativa coletiva de manter a imagem profissional at\u00e9 o \u00faltimo brinde. Mas, na pr\u00e1tica, esse roteiro ganha desvios bem mais ousados para uma parte dos brasileiros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dados de uma pesquisa realizada com mais de 6 mil usu\u00e1rios do Sexlog mostram que a transgress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 rara. Segundo o levantamento, 34% dos entrevistados afirmam j\u00e1 ter feito sexo durante festas da empresa. Dentro desse grupo, 20% dizem que a experi\u00eancia aconteceu uma \u00fanica vez, enquanto 14% admitem que repetiram a situa\u00e7\u00e3o em mais de uma confraterniza\u00e7\u00e3o. A maioria restante, 51%, nunca passou por isso, mas reconhece que a possibilidade j\u00e1 cruzou seus pensamentos. Apenas 13% garantem que jamais consideraram a ideia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Quando o desejo surge, a escolha do cen\u00e1rio tende a ser estrat\u00e9gica. O banheiro aparece como o espa\u00e7o preferido para quem decide arriscar: quase metade dos respondentes aponta o local como o mais vi\u00e1vel para uma rapidinha longe dos olhares curiosos. C., vendedor, lembra que a oportunidade surgiu depois que os superiores deixaram a festa. \u201cJ\u00e1 era madrugada, mas ainda tinha muita gente. Ela n\u00e3o queria ir embora para n\u00e3o chamar aten\u00e7\u00e3o. Achamos um banheiro mais afastado e aconteceu\u201d, relata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ainda assim, nem todos optam pelo \u00f3bvio. Outros 54% afirmam ter buscado lugares menos convencionais dentro ou nos arredores da empresa. Entre eles, 13% mencionam a pr\u00f3pria sala de trabalho, 10% se aventuraram nas escadas, 6% escolheram a sala do chefe, 1% encarou o elevador e 21% se dividiram entre estacionamento, dep\u00f3sitos, almoxarifados e espa\u00e7os improvisados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para quem leva a confraterniza\u00e7\u00e3o como chance de realizar fantasias, os v\u00ednculos tamb\u00e9m seguem um padr\u00e3o claro. Entre os que j\u00e1 transaram nessas ocasi\u00f5es, 74% afirmam que o envolvimento foi com colegas de trabalho ou acompanhantes de outros funcion\u00e1rios. Apenas 5% disseram ter feito sexo com o pr\u00f3prio parceiro durante o evento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">R. viveu uma situa\u00e7\u00e3o que foi al\u00e9m do planejado. Ele estava no estacionamento, dentro do carro, com uma colega, quando ambos foram flagrados por uma terceira pessoa. Com medo de puni\u00e7\u00f5es ou problemas internos, decidiu agir r\u00e1pido. \u201cJ\u00e1 est\u00e1vamos no meio do ato. Chamamos a outra amiga para um m\u00e9nage em troca do sil\u00eancio. Funcionou\u201d, conta.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A confraterniza\u00e7\u00e3o corporativa costuma ser vendida como um ritual previs\u00edvel: m\u00fasica alta, bebida \u00e0 vontade, conversas atravessadas e a tentativa coletiva de manter a imagem profissional at\u00e9 o \u00faltimo brinde. Mas, na pr\u00e1tica, esse roteiro ganha desvios bem mais ousados para uma parte dos brasileiros. 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