{"id":2681,"date":"2026-02-11T12:03:02","date_gmt":"2026-02-11T15:03:02","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/?p=2681"},"modified":"2026-02-11T12:03:02","modified_gmt":"2026-02-11T15:03:02","slug":"celular-na-cama-geracao-z-admite-usar-o-telefone-durante-o-sexo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/celular-na-cama-geracao-z-admite-usar-o-telefone-durante-o-sexo\/","title":{"rendered":"Celular na cama: gera\u00e7\u00e3o Z admite usar o telefone durante o sexo"},"content":{"rendered":"<p>Uma cena que antes parecia impens\u00e1vel hoje \u00e9 estat\u00edstica: o celular entrou definitivamente no quarto, e n\u00e3o apenas como trilha sonora ou despertador. Para uma parcela significativa da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/brasil\/2025\/12\/7309309-geracao-z-prefere-trabalho-formal-e-ensino-presencial-diz-pesquisa.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">gera\u00e7\u00e3o Z<\/a>, o aparelho acompanha inclusive o momento do sexo, revelando uma forma distinta de viver intimidade em um mundo permanentemente conectado.<\/p>\n<p>Um estudo conduzido pelo Google Ads com 100 mil estudantes universit\u00e1rios dos Estados Unidos, todos entre 18 e 22 anos, indica que mais de um ter\u00e7o dos entrevistados j\u00e1 dividiu a aten\u00e7\u00e3o entre o parceiro e a tela do celular durante a rela\u00e7\u00e3o sexual. Cerca de 35 mil jovens afirmaram ter acessado redes sociais, respondido mensagens ou assistido a v\u00eddeos no TikTok enquanto faziam sexo. O dado n\u00e3o apenas chama aten\u00e7\u00e3o pelo h\u00e1bito em si, mas pelo que ele revela sobre concentra\u00e7\u00e3o, desejo e presen\u00e7a nessa gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dados reunidos pelo YikYak e Sidechat, plataformas populares entre universit\u00e1rios, refor\u00e7am a tend\u00eancia. Segundo o levantamento, 35% de 100 mil estudantes norte-americanos usam o celular durante o sexo. Ou seja, cerca de 35 mil dos entrevistados tendem a realizar a\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas no aparelho, como checar uma notifica\u00e7\u00e3o ou assistir a conte\u00fados breves, sem necessariamente interromper a rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa tamb\u00e9m incluiu perguntas mais amplas sobre sexo e relacionamentos, revelando comportamentos que desafiam no\u00e7\u00f5es tradicionais de privacidade. Um exemplo disso est\u00e1 em outro dado do estudo: 3% dos entrevistados disseram j\u00e1 ter mantido rela\u00e7\u00f5es sexuais com o parceiro enquanto um colega de quarto estava presente no mesmo ambiente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A resposta refor\u00e7a a percep\u00e7\u00e3o de fronteiras mais flex\u00edveis entre o \u00edntimo, o compartilhado e o p\u00fablico. Assim, os n\u00fameros apontam que a gera\u00e7\u00e3o Z n\u00e3o apenas cresceu com a tecnologia, mas tamb\u00e9m construiu seus afetos, desejos e experi\u00eancias \u00edntimas em di\u00e1logo constante com ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma cena que antes parecia impens\u00e1vel hoje \u00e9 estat\u00edstica: o celular entrou definitivamente no quarto, e n\u00e3o apenas como trilha sonora ou despertador. Para uma parcela significativa da\u00a0gera\u00e7\u00e3o Z, o aparelho acompanha inclusive o momento do sexo, revelando uma forma distinta de viver intimidade em um mundo permanentemente conectado. 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