{"id":2840,"date":"2026-03-08T14:24:58","date_gmt":"2026-03-08T17:24:58","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/?p=2840"},"modified":"2026-03-08T14:24:58","modified_gmt":"2026-03-08T17:24:58","slug":"mulheres-revelam-fantasias-desejos-e-descobertas-sobre-o-proprio-prazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/mulheres-revelam-fantasias-desejos-e-descobertas-sobre-o-proprio-prazer\/","title":{"rendered":"Mulheres revelam fantasias, desejos e descobertas sobre o pr\u00f3prio prazer"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">Falar sobre prazer feminino \u00e9, essencialmente, dialogar sobre a desconstru\u00e7\u00e3o de s\u00e9culos de silenciamento, culpa e desinforma\u00e7\u00e3o. No Dia das Mulheres (8\/3), discutir desejo, corpo e liberdade sexual tamb\u00e9m \u00e9 reconhecer o direito de cada mulher de entender, expressar e viver o pr\u00f3prio prazer sem julgamentos. \u201cQuando uma mulher assume o controle do pr\u00f3prio prazer, ela n\u00e3o est\u00e1 apenas mudando a din\u00e2mica do quarto; ela est\u00e1 desafiando uma estrutura social inteira\u201d, defende a sex\u00f3loga e psic\u00f3loga Alessandra Ara\u00fajo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O mito da passividade feminina resultou, conforme a especialista, no inc\u00f4modo social da express\u00e3o sexual ativa das mulheres. \u201cHistoricamente, o papel da mulher foi o de objeto do desejo (aquela que \u00e9 escolhida) e n\u00e3o o de sujeito do desejo (aquela que escolhe). Quando uma mulher diz exatamente o que quer e como quer, ela retoma a ag\u00eancia sobre seu corpo. Isso assusta porque quebra a hierarquia de poder tradicional, onde o homem det\u00e9m o conhecimento e a condu\u00e7\u00e3o do ato\u201d, argumenta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para a sex\u00f3loga, n\u00e3o existe liberdade plena enquanto houver o policiamento interno do julgamento. \u201cSe uma mulher prop\u00f5e algo, mas passa o resto da noite se perguntando se o parceiro a acha depravada ou f\u00e1cil, a mente dela n\u00e3o est\u00e1 no prazer, est\u00e1 na autovigil\u00e2ncia\u201d, aponta Alessandra. \u201cA verdadeira liberdade sexual exige o desaprendizado da vergonha. \u00c9 um processo de entender que o seu prazer n\u00e3o diminui o seu valor moral.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por isso, a mulher que deseja subverte o papel do controle. &#8220;A autonomia feminina come\u00e7a quando o &#8216;eu quero&#8217; se torna mais importante do que o &#8216;o que v\u00e3o pensar'&#8221;, crava. Nesse cen\u00e1rio, o prazer surge como ato pol\u00edtico. \u201cPorque o controle sobre o corpo e o prazer das mulheres sempre foi uma ferramenta de controle social e reprodutivo. Reivindicar o orgasmo, o fetiche e o &#8220;eu quero assim&#8221; \u00e9 uma forma de dizer que seu corpo n\u00e3o pertence ao Estado, \u00e0 igreja ou ao parceiro, mas a voc\u00ea mesma. \u00c9 uma rebeldia contra a ideia de que a mulher deve ser apenas cuidadora ou m\u00e3e, reafirmando-se como um ser de desejo e prazer\u201d, diz a especialista.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Pensando nisso, o Blog Daquilo compilou relatos de mulheres reais sobre fantasias, desejos, experi\u00eancias e descobertas de suas vidas sexuais. De diferentes orienta\u00e7\u00f5es sexuais e idades, as mulheres compartilham da busca pela autonomia de seus corpos e da viv\u00eancia do prazer em plenitude. Confira:\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400\">Flerte e desejo na experi\u00eancia s\u00e1fica<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Tes\u00e3o e desejo s\u00e3o processo extremamente mentais para F., mulher l\u00e9sbica de 22 anos. \u201cO flerte me desperta muito mais o desejo sexual do que o visual\u201d, resume. \u201cO flerte com as palavras \u00e9 mais interessante pra mim do que receber um nude, por exemplo.\u201d F. analisa o jogo de interesse muito mais excitante do que qualquer outra coisa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assumida desde os 13 anos, F. sempre observou o desejo homoer\u00f3tico como um tabu, e as rela\u00e7\u00f5es em segredo despertavam desejo. \u201cDepois de me assumir, senti que isso se dissipou. Hoje me sinto muito mais atra\u00edda pela ideia de estar exposta, de viver algo \u00e0 luz do dia com algu\u00e9m, do que permanecer escondida \u00e0 noite. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Como l\u00e9sbica, o que me intriga e me d\u00e1 tes\u00e3o \u00e9 justamente a casualidade, o dia a dia, o cotidiano. Acho que isso tem rela\u00e7\u00e3o com o fato de termos sido privadas disso por tanto tempo. Enquanto mulheres, o prazer \u00e9 negado. E, quando se trata de mulheres l\u00e9sbicas, muitas vezes ele \u00e9 tratado como algo proibido.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sentir atra\u00e7\u00e3o no que era dito proibido ainda \u00e9 um fator que aumenta o tes\u00e3o de F.: \u201cSomos ensinadas a nos atrair por um tipo espec\u00edfico de homem \u2014 cis, branco, forte. E como \u00e9 quando isso n\u00e3o acontece? Ou quando tamb\u00e9m se rompe com padr\u00f5es de s\u00f3 se relacionar com pessoas magras ou brancas? Hoje vivo minha vida sexual de forma muito mais tranquila, compreendendo sem pudor o que me atrai e o que n\u00e3o me atrai. Existem expectativas sobre o que homens ou mulheres deveriam desejar, mas percebi que n\u00e3o preciso me encaixar em nenhum desses padr\u00f5es.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Foi quando iniciou sua vida sexual que F. notou que n\u00e3o tinha contato com uma educa\u00e7\u00e3o sexual que fosse compat\u00edvel ao tipo de sexo que estava praticando. \u201cTudo era muito heterocentrado, e faltava entendimento sobre como seria se relacionar com outro corpo. Muitas vezes dizem que \u00e9 um corpo igual ao seu, mas n\u00e3o \u00e9: todos os corpos s\u00e3o diferentes, com suas pr\u00f3prias peculiaridades\u201d, opina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">F. tamb\u00e9m afirma existir preconceitos dentro da pr\u00f3pria comunidade LGBTQIABN+. \u201cEu, por exemplo, sou uma mulher que n\u00e3o performa tanta feminilidade e, visualmente, me aproximo do que socialmente se espera de um homem\u201d, relata. \u201cIsso levanta a quest\u00e3o: quais pap\u00e9is deveriam existir numa rela\u00e7\u00e3o, se \u00e9 que eles precisam existir? Em alguns momentos, j\u00e1 fui colocada nesse lugar de quem n\u00e3o pode sentir prazer, apenas proporcionar. Para algumas pessoas essa l\u00f3gica faz sentido, mas n\u00e3o necessariamente para mim. Sou observativa, passiva, vers\u00e1til. J\u00e1 me senti reprimida nesse sentido: por causa de uma caracter\u00edstica visual, como se eu s\u00f3 pudesse sentir prazer de uma forma ou proporcionar prazer de outra.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400\">Da culpa crist\u00e3 \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o sexual\u00a0<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A tatuadora Amanda Morais, 27 anos, vivia imersa no mundo religioso na \u00e9poca da adolesc\u00eancia e tinha dificuldade de acessar sua sexualidade pelo medo de pecar. At\u00e9 a masturba\u00e7\u00e3o gerava o sentimento de culpa. \u201cEu tinha na cabe\u00e7a que Deus ia arrumar o homem da minha vida e eu ia me casar, e s\u00f3 a\u00ed eu ia come\u00e7ar a explorar minha sexualidade\u201d, lembra.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao perceber discord\u00e2ncias com a f\u00e9 e seus pr\u00f3prios ideais, Amanda deixou a igreja e se permitiu fazer coisas antes ditas proibidas. \u201cE uma delas, que eu morria de medo, era sexo. Na minha primeira vez eu me libertei de todas as culpas crist\u00e3s que eu tinha. Primeiro que n\u00e3o foi ruim. Diferente da primeira experi\u00eancia de v\u00e1rias mulheres, foi uma experi\u00eancia massa. Foi com um amigo meu, uma pessoa em quem eu confiava muito e \u00e9 meu amigo at\u00e9 hoje.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Finalmente, o que libertou a tatuadora foi notar que, no dia seguinte, a vida continuou normal. \u201cN\u00e3o caiu um raio na minha cabe\u00e7a igual os crentes falavam que ia cair. Deus n\u00e3o come\u00e7ou a me odiar\u201d, brinca. Atualmente, ela leva a vida sexual como experimenta\u00e7\u00f5es longe de limita\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u201cE a\u00ed veio a grande descoberta do s\u00e9culo: homem \u00e9 uma merda\u201d, narra. Segundo Amanda, ela sempre foi bissexual \u2014 orienta\u00e7\u00e3o que todos seus amigos sabiam, menos ela. Assim, a tatuadora percebeu ter v\u00e1rias outras op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para se relacionar. \u201cQuando voc\u00ea percebe que a pior mulher que voc\u00ea vai escolher \u00e9 o melhor homem do mundo\u2026\u201d, reflete. \u201cA gente acha que porque \u00e9 mulher empoderada n\u00e3o vai passar por nada. E homem \u00e9 um lixo porque a sociedade \u00e9 feita pra eles. Eles entram na nossa mente de qualquer jeito.\u201d Ap\u00f3s sucessivas decep\u00e7\u00f5es masculinas, Amanda encontrou conforto sexual nas amigas.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400\">Descobrindo desejos e limites\u00a0<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">C., 23 anos e heterossexual, perdeu a virgindade com o primeiro namorado aos 20. \u201cFoi gradual: fui me descobrindo junto com ele, porque nenhum dos dois tinha experi\u00eancia, e fomos entendendo como as coisas funcionavam, o que despertava desejo, o que dava prazer\u201d, conta. \u201cMuitas vezes fazia coisas que n\u00e3o me sentia confort\u00e1vel, mas percebi que ir pelo parceiro era algo que dava prazer. Comecei a entender a quest\u00e3o de sentir prazer e perceber que tamb\u00e9m mere\u00e7o ser agradada durante a rela\u00e7\u00e3o.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ap\u00f3s t\u00e9rmino e um per\u00edodo celibat\u00e1rio, C. teve novas expei\u00eancias que a ajudaram a criar uma no\u00e7\u00e3o das coisas que gosta. \u201cIsso influenciou minha postura como mulher, meu reconhecimento pessoal e a forma de demonstrar afeto e prazer a outra pessoa, independente do n\u00edvel da rela\u00e7\u00e3o\u201d, celebra. \u201cAprendi, por exemplo, a sensa\u00e7\u00e3o de deixar a outra pessoa dominar o momento, mas mantendo controle da situa\u00e7\u00e3o. Coisas como ser enforcada ou tocar e ser tocada em lugares inesperados, passar a m\u00e3o pela cintura durante o ato, ou prestar aten\u00e7\u00e3o em cheiros e sensa\u00e7\u00f5es, contribuem muito para o prazer.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para ela, o despertar sexual acontece antes do ato em si. \u201cO desejo come\u00e7a no tratamento, na forma como a pessoa te trata, na sinceridade do gesto. A gente percebe quando \u00e9 algo sincero ou apenas perform\u00e1tico\u201d, diz. T\u00edmida, C. ainda relata certa dificuldade em expressar desejos e dar sinais claros, e credita isso \u00e0 forma como a vida sexual feminina n\u00e3o \u00e9 incentivada.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400\">Do intelecto ao calor do contato de pele com pele<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J., 35 anos, diz que a intelig\u00eancia \u00e9 o que mais desperta seu interesse em um homem. Mas n\u00e3o se refere a t\u00edtulos ou curr\u00edculo. \u201c\u00c9 aquela intelig\u00eancia que aparece na conversa, na curiosidade, na forma como a pessoa transita por diferentes assuntos sem precisar posar de \u2018sabe-tudo\u2019\u201d, explica. Para ela, \u00e9 especialmente sedutor quando algu\u00e9m se entusiasma ao compartilhar o que sabe e, ao mesmo tempo, se mostra aberto a aprender. \u201cUm homem curioso, atento e espirituoso me conquista muito mais do que qualquer padr\u00e3o de beleza.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A forma como \u00e9 tratada tamb\u00e9m pesa muito na constru\u00e7\u00e3o do desejo. J. gosta de se sentir escolhida e valorizada nas pequenas atitudes do cotidiano. \u201cFlores, presentes inesperados, abrir a porta do carro, puxar a cadeira no restaurante, segurar minha m\u00e3o em p\u00fablico. Essas gentilezas me desarmam\u201d, conta. Independente, ela afirma que sabe cuidar de si mesma, mas justamente por isso considera excitante quando um homem faz esse tipo de gesto por vontade pr\u00f3pria. \u201cPara mim, n\u00e3o existe combina\u00e7\u00e3o mais irresist\u00edvel do que carinho misturado com safadeza. Essas duas coisas, na medida certa, s\u00e3o o tempero perfeito.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Na intimidade, ela valoriza a constru\u00e7\u00e3o lenta do momento. \u201cGosto muito de pele com pele, de sentir que existe uma tens\u00e3o sendo criada\u201d, relata. Gestos simples, segundo ela, podem ser extremamente provocantes. \u201cQuando o homem chega devagar, encosta sem pressa, como quem n\u00e3o quer nada\u2026 uma m\u00e3o que desliza pelas costas, um carinho no bumbum, dedos brincando no cabelo.\u201d J. diz que cafun\u00e9 \u00e9 capaz de desmont\u00e1-la rapidamente, assim como beijos demorados no pesco\u00e7o. \u201cE tem algo que sempre me faz perder o controle: quando ele chupa meus seios. Quando \u00e9 feito com aten\u00e7\u00e3o e vontade, \u00e0s vezes me provoca um prazer que supera at\u00e9 o sexo oral.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A fantasia tamb\u00e9m faz parte de seu imagin\u00e1rio. \u201cA ideia de ser observada, ou pelo menos de imaginar que algu\u00e9m poderia estar olhando, d\u00e1 um tes\u00e3o delicioso\u201d, revela. Muitas vezes, explica, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que haja realmente algu\u00e9m por perto. \u201cS\u00f3 a sugest\u00e3o, a fantasia compartilhada, j\u00e1 aumenta a temperatura.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">J. tamb\u00e9m reconhece em si um lado aventureiro. Ambientes abertos e em contato com a natureza costumam intensificar sua experi\u00eancia. \u201cLugares com \u00e1gua por perto, como rios, lago ou mar, e um c\u00e9u estrelado. Esses cen\u00e1rios despertam algo mais instintivo em mim.\u201d Nesses momentos, diz que gosta de uma intensidade maior. \u201cUma pegada mais firme, m\u00e3os que seguram com vontade, um pux\u00e3o de cabelo, um toque mais forte no pesco\u00e7o.\u201d Para ela, o ambiente acaba liberando um lado mais selvagem \u2014 e \u00e9 justamente isso que torna a experi\u00eancia ainda mais prazerosa para ela.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falar sobre prazer feminino \u00e9, essencialmente, dialogar sobre a desconstru\u00e7\u00e3o de s\u00e9culos de silenciamento, culpa e desinforma\u00e7\u00e3o. No Dia das Mulheres (8\/3), discutir desejo, corpo e liberdade sexual tamb\u00e9m \u00e9 reconhecer o direito de cada mulher de entender, expressar e viver o pr\u00f3prio prazer sem julgamentos. \u201cQuando uma mulher assume o controle do pr\u00f3prio prazer, ela n\u00e3o est\u00e1 apenas mudando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":161,"featured_media":393,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[878,122,897,40,343,292,233],"class_list":["post-2840","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","tag-autonomia-sexual","tag-desejo","tag-dia-internacional-da-mulher","tag-feminismo","tag-liberdade-sexual","tag-prazer-feminino","tag-sexualidade-feminina"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2840","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/161"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2840"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2840\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2843,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2840\/revisions\/2843"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2840"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2840"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/daquilo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2840"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}