{"id":14,"date":"2015-01-06T17:09:00","date_gmt":"2015-01-06T19:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/denise\/a_um_passo_da_demissao\/"},"modified":"2015-11-11T17:21:07","modified_gmt":"2015-11-11T19:21:07","slug":"a_um_passo_da_demissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/denise\/a_um_passo_da_demissao\/","title":{"rendered":"A um passo da demiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><b>A um passo da demiss\u00e3o <\/p>\n<p><\/b>O presidente da Transpetro, S\u00e9rgio Machado,  \u201cdificilmente\u201d permanecer\u00e1 no cargo, conta um assessor pr\u00f3ximo \u00e0 presidente  Dilma Rousseff. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que Machado aproveite a virada do ano e o  vencimento da licen\u00e7a esta semana para pedir o bon\u00e9. E \u00e9 a\u00ed que mora grande  parte da insatisfa\u00e7\u00e3o dos peemedebistas, em especial, do presidente do Senado,  Renan Calheiros (PMDB-AL). <\/p>\n<p>\u00bb&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00bb&nbsp;&nbsp;&nbsp;  \u00bb&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <\/p>\n<p>Se depender do clima tanto na Petrobras quanto no  Planalto, nesta briga para manter S\u00e9rgio Machado, Renan n\u00e3o vai vencer. E, para  quem tem filho, Renanzinho, governador de um estado carente como Alagoas e  bastante dependente do governo, \u00e9 melhor n\u00e3o cantar de galo. Ainda que seja  presidente do Senado e candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o. A primeira semana \u201ccheia\u201d de 2015  come\u00e7ou em crise. <\/p>\n<p><b>Empresas t\u00eam pressa <\/p>\n<p><\/b>Empres\u00e1rios presentes \u00e0  posse de Gilberto Kassab no Minist\u00e9rio das Cidades aproveitaram para prometer ao  ministro da Integra\u00e7\u00e3o, Gilberto Occhi, terminar as obras da transposi\u00e7\u00e3o do Rio  S\u00e3o Francisco ainda este ano. Occhi, entretanto, acha que n\u00e3o conseguem, uma vez  que h\u00e1 30% pendentes. \u201cMeu prazo continua sendo no in\u00edcio de 2016\u201d, disse  ele. <\/p>\n<p><b>Levy, a ponte <\/p>\n<p><\/b>\u00c9 o guardi\u00e3o da pol\u00edtica econ\u00f4mica com  ajuste fiscal, Joaquim Levy, que desponta no horizonte como o canal para o  di\u00e1logo com a oposi\u00e7\u00e3o. A senadora L\u00facia V\u00e2nia (PSDB-GO) estava na primeira fila  na cerim\u00f4nia de transmiss\u00e3o de cargo. Ela acompanhava a filha, Ana Carla,  secret\u00e1ria de Fazenda de Goi\u00e1s e amiga de Levy. \u201cDisse a ele: s\u00f3 aceitei o cargo  porque voc\u00ea foi escolhido aqui\u201d, afirmou Ana \u00e0 coluna.  <\/p>\n<p><b>A palavra  d\u00fabia <\/p>\n<p><\/b>O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixou os empres\u00e1rios meio  assustados ao mencionar que \u201cajustes em alguns tributos ser\u00e3o considerados\u201d.  Paulo Skaf, da Fiesp, sentado na plateia, quase pulou da cadeira: \u201cEspero que os  ajustes sejam redu\u00e7\u00e3o e n\u00e3o aumento. Esse ajuste tribut\u00e1rio \u00e9 o ponto que  preocupa\u201d, diz ele.  <\/p>\n<p><b>A volta da \u201cSuper-Receita\u201d <\/p>\n<p><\/b>Era assim que o  mercado chamava a Receita Federal nos tempos de Jorge Rachid. Ele se tornou  conhecido pelos recordes de arrecada\u00e7\u00e3o, mesmo depois do fim da CPMF, o imposto  de cheque. H\u00e1 quem aposte que ele retorna disposto a ampliar os recordes obtidos  de 2003 a julho de 2008, tempo que permaneceu no cargo. <\/p>\n<p><b>PSD na  moita <\/p>\n<p><\/b>N\u00e3o ser\u00e1 agora que o PSD dir\u00e1 quem pretende apoiar para presidente  da C\u00e2mara. Na posse do ministro Gilberto Kassab, ontem, onde estavam Arlindo  Chinaglia e Eduardo Cunha, o presidente em exerc\u00edcio do partido, Guilherme  Campos, desconversou: \u201cOs candidatos est\u00e3o no papel deles de correr atr\u00e1s de  votos, mas n\u00e3o temos pressa. A elei\u00e7\u00e3o \u00e9 s\u00f3 em  fevereiro\u201d. <\/p>\n<p><i>CURTIDAS&nbsp;&nbsp;&nbsp;  <\/p>\n<p><\/i> <\/p>\n<p><b>Esse se  defende\u2026\/ <\/b>O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fez quest\u00e3o de comparecer \u00e0  transmiss\u00e3o de cargo de Joaquim Levy e de K\u00e1tia Abreu ontem. Mas foi vapt-vupt.  Chegou antes das solenidades, cumprimentou os colegas nas salas reservadas a  autoridades e saiu, sem esperar os discursos. <\/p>\n<p><b>\u2026E defende\/<\/b> Na posse  de K\u00e1tia Abreu, quando Jaques Wagner chegou para cumpriment\u00e1-la, K\u00e1tia  conversava com Luiz Trabuco, presidente do Bradesco: \u201cJ\u00e1 viu, n\u00e9? Se precisar de  defesa, est\u00e1 aqui!\u201d, disse o bem-humorado banqueiro. <b>N\u00e3o deu\/<\/b> Na posse de Joaquim Levy, tinha tanta gente que o ministro  Helder Barbalho (foto), da Pesca, tentou parabenizar o colega com a mesa do  palco entre eles, antes que a fila se formasse. Estendeu a m\u00e3o e esperou, sem  sucesso, que Levy o cumprimentasse enquanto falava com alguns assessores. Ao  perceber que a fila estava formada, desistiu. Pacientemente, entrou na fila em  meio a outros ministros e esperou a sua vez. Melhor assim,  excel\u00eancia! <\/p>\n<p><b>Enquanto isso, na posse de K\u00e1tia Abreu\u2026\/<\/b> O tablado  montado \u00e0 porta do Minist\u00e9rio da Agricultura para servir de palco \u00e0 posse da  ministra quase foi abaixo quando o cerimonial abriu o acesso a todos os  convidados e \u00e0 imprensa para a forma\u00e7\u00e3o da fila de cumprimentos e, ainda, o  espa\u00e7o para a coletiva. Tudo em cima do palco. Como estouro de boiada, todos se  apressaram para o local onde estava a ministra, e a estrutura estalou. Na mesma  hora, com muito custo, a seguran\u00e7a tirou K\u00e1tia dali para que a imprensa a  seguisse. &nbsp;   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A um passo da demiss\u00e3o O presidente da Transpetro, S\u00e9rgio Machado, \u201cdificilmente\u201d permanecer\u00e1 no cargo, conta um assessor pr\u00f3ximo \u00e0 presidente Dilma Rousseff. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que Machado aproveite a virada do ano e o vencimento da licen\u00e7a esta semana para pedir o bon\u00e9. 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