{"id":70,"date":"2016-07-01T17:34:47","date_gmt":"2016-07-01T20:34:47","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/?p=70"},"modified":"2016-07-01T17:34:47","modified_gmt":"2016-07-01T20:34:47","slug":"independence-day-o-ressurgimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/independence-day-o-ressurgimento\/","title":{"rendered":"Independence Day: O Ressurgimento"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">Durante um filme, eu consigo dizer se ele \u00e9 bem-feito ou malfeito. Podemos seguir as regras de <em>Syd Field<\/em> e construir os tr\u00eas atos colocando as viradas no final do primeiro e segundo para a resolu\u00e7\u00e3o no terceiro. Podemos quebrar as regras e brincar com o roteiro. Mas, mesmo seguindo a receita, algo pode dar errado.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-71 size-large aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-1024x512.jpg\" alt=\"Independence-Day-O-RessurgimentoWEB\" width=\"1024\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-1024x512.jpg 1024w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-300x150.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-768x384.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-1440x720.jpg 1440w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-550x275.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB-230x115.jpg 230w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/diarioradioativo\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2016\/07\/Independence-Day-O-RessurgimentoWEB.jpg 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Escrevi isso para dizer que n\u00e3o me preocupei com nada dessas tecnicidades.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Gritei, chorei e quase pulei no cinema. E, SIM, aplaudi no final. T\u00e1 bom, foi uma palma s\u00f3, que depois veio seguida de uma enorme vergonha. Mas essa palma, \u00fanica na sala, foi o s\u00edmbolo de algo maior, algo que bateu dentro. Trouxe de volta um moleque feliz e sem preocupa\u00e7\u00e3o que realmente acreditava que os reis deveriam marchar na frente de seus ex\u00e9rcitos ou tomar a dianteira de sua esquadrilha de F-15 contra a invas\u00e3o ALIEN!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O diretor foi muito feliz em trazer todo o clima noventista de volta. Essa despreocupa\u00e7\u00e3o com justificativas detalhadas de cada elemento pode ser um tiro no p\u00e9, por\u00e9m o j\u00e1 experiente e sensacional <em>Roland Emmerich<\/em> soube conduzir esses momentos com muito cuidado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os her\u00f3is que integram os dois n\u00facleos de combate s\u00e3o bem legais. Poucos s\u00e3o interessantes isoladamente, mas como parte do todo cada um tem uma fun\u00e7\u00e3o relativamente bem definida na trama.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Estou t\u00e3o empolgado com o filme que, enquanto escrevo isto, um menino de uns cinco anos est\u00e1 aqui do meu lado chorando porque queria uma amoeba e a m\u00e3e n\u00e3o quis dar, e eu, quieto e calado, penso em como ele deveria ser grato aos EUA e a seu ex-presidente <em>Bill Pullman<\/em> por ter salvado o planeta mais uma vez. Moleque INGRATO! (Estou aguardando uma consulta m\u00e9dica, claro&#8230;)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Enfim, <em>Independence Day: O Ressurgimento<\/em><\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0\u00e9 DELICIOSO! Tem falhas, \u00e9 superficial, mas \u00e9 fiel ao esp\u00edrito do primeiro filme e \u00e0quela sensa\u00e7\u00e3o de que podemos resolver qualquer problema!<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por isso, deixe o bom senso em casa e v\u00e1 se divertir no cinema! <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante um filme, eu consigo dizer se ele \u00e9 bem-feito ou malfeito. Podemos seguir as regras de Syd Field e construir os tr\u00eas atos colocando as viradas no final do primeiro e segundo para a resolu\u00e7\u00e3o no terceiro. Podemos quebrar as regras e brincar com o roteiro. Mas, mesmo seguindo a receita, algo pode dar errado. 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