{"id":14474,"date":"2020-02-13T18:00:36","date_gmt":"2020-02-13T21:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/?p=14474"},"modified":"2020-02-14T10:46:25","modified_gmt":"2020-02-14T13:46:25","slug":"e-o-super-bowl-brasileiro-ceo-da-gestao-privada-do-mane-garrincha-richard-dubois-se-empolga-com-a-supercopa-entre-flamengo-e-athletico-pr-em-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/e-o-super-bowl-brasileiro-ceo-da-gestao-privada-do-mane-garrincha-richard-dubois-se-empolga-com-a-supercopa-entre-flamengo-e-athletico-pr-em-brasilia\/","title":{"rendered":"Supercopa do Brasil: &#8220;\u00c9 o Super Bowl brasileiro&#8221;, diz CEO da Arena BSB, nova gestora do Man\u00e9 Garrincha"},"content":{"rendered":"<p><em>Ele \u00e9 paulista, torcedor do Palmeiras e acaba de assumir uma miss\u00e3o (quase) imposs\u00edvel: incorporar Midas, personagem da mitologia grega que transformava em ouro tudo o que tocava. A miss\u00e3o \u00e9 tornar o Man\u00e9 Garrincha, elefante branco mais caro da Copa do Mundo de 2014, constru\u00eddo por R$ 1,7 bilh\u00e3o, em um elefante dourado: uma m\u00e1quina de fazer dinheiro. O teste para a nova gest\u00e3o come\u00e7ou no \u00faltimo s\u00e1bado, com a realiza\u00e7\u00e3o do evento evang\u00e9lico The Send Brasil. Embora o palco e o tablado montados para o culto religioso tenham deixado rastros para a final da Supercopa do Brasil entre os campe\u00f5es do Brasileir\u00e3o (Flamengo) e da Copa do Brasil (Athletico-PR) neste domingo, \u00e0s 11h, Richard Dubois comemora o sucesso operacional. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 gerenciar o primeiro evento esportivo sob a dire\u00e7\u00e3o do Cons\u00f3rcio Arena BSB. Em entrevista exclusiva ao <strong>Correio Braziliense*<\/strong>, o CEO se empolgou ao comparar a final em jogo \u00fanico da CBF ao Super Bowl, megaevento do futebol americano. Animado com a concess\u00e3o por 35 anos, ou seja, at\u00e9 2055, ele jura que o modelo da gest\u00e3o do Man\u00e9 Garrincha n\u00e3o repetir\u00e1 o fracasso da privatiza\u00e7\u00e3o do Maracan\u00e3. Firmado em 2013, o acordo chegou ao fim no ano passado. O Governo do Rio reclamou de d\u00edvidas que chegaram a R$ 38 milh\u00f5es e rompeu o contrato com a IMX-Holding S.A. Animado, ele anuncia a constru\u00e7\u00e3o de um gin\u00e1sio moderno, fala sobre os planos para o Nilson Nelson e promete realizar no Man\u00e9 Garrincha um duelo entre medalh\u00f5es do t\u00eanis como o que aconteceu no \u00faltimo dia 6, na Cidade do Cabo, entre os astros Roger Federer e Rafael Nadal.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Supercopa do Brasil \u00e9 o primeiro evento esportivo da Arena BSB. Quais \u00e9 a expectativa?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 come\u00e7amos com um evento de grandes dimens\u00f5es. Provavelmente o jogo mais relevante do in\u00edcio do ano, porque \u00e9 o campe\u00e3o do Brasileir\u00e3o (Flamengo) contra o da Copa do Brasil (Athletico-PR). Ser\u00e1 o \u201cSuper Bowl brasileiro\u201d, o jogo que une os dois times, e vamos ver quem \u00e9 o grande time de 2020. Fizemos muitas mexidas (no Man\u00e9 Garrincha), muitas novidades para o torcedor. O que \u00e9 bom a gente manteve, a visibilidade, o acesso f\u00e1cil, mas melhoramos muito a comodidade e, especialmente, a seguran\u00e7a dos atletas e das delega\u00e7\u00f5es. Estamos torcendo por casa cheia. As catracas voltaram a funcionar. A gente vai saber instantaneamente qual o p\u00fablico no est\u00e1dio. Os \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a ter\u00e3o acesso. Isso j\u00e1 funcionou no fim de semana passado (no The Send Brasil). Minuto a minuto, a gente tem a entrada por catraca, o que adiciona seguran\u00e7a e tranquilidade ao torcedor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mesmo com quatro clubes gigantes, a concess\u00e3o no Rio entrou em colapso. Qual \u00e9 a garantia de que dar\u00e1 certo em Bras\u00edlia, uma cidade sem time de massa?<\/strong><br \/>\nA exist\u00eancia de times de futebol de massa n\u00e3o garante a rentabilidade do est\u00e1dio. O futebol em si, a renda, a bilheteria do jogo, \u00e9 do time, assim como a do artista n\u00e3o \u00e9 do est\u00e1dio. A gente precisa ativar, trazer outros eventos. O Maracan\u00e3 \u00e9 um est\u00e1dio fant\u00e1stico, estamos at\u00e9 disputando a concess\u00e3o. Operamos 18 arenas no mundo, ent\u00e3o, n\u00f3s temos alguma experi\u00eancia nisso. O segredo da opera\u00e7\u00e3o \u00e9 trazer conte\u00fado e potencializar o entorno. O est\u00e1dio funciona como a ponta do iceberg, mas a rentabilidade vem de uma equa\u00e7\u00e3o complexa. O fato de n\u00e3o ter times (em Bras\u00edlia), a gente tem 35 anos de contrato. Esperamos que tenhamos times. Estamos incentivando o Candang\u00e3o, que dava preju\u00edzo ao GDF e encontramos uma solu\u00e7\u00e3o em que teremos jogos l\u00e1 rapidamente. S\u00f3 preservamos agora por causa da Supercopa. Teremos jogos do Candang\u00e3o e do Brasileiro. Se n\u00e3o tivermos quantidade, teremos qualidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual \u00e9 a garantia de que a concess\u00e3o n\u00e3o dar\u00e1 preju\u00edzo ao governo?<\/strong><br \/>\nMuitas PPP\u2019s n\u00e3o deram certo porque o estado empurrava o mico para cima do setor privado. No Man\u00e9 Garrincha, existe uma equa\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel de rentabilidade. Nosso grupo econ\u00f4mico n\u00e3o tem o problema de outras, que se envolveram com problemas do Brasil. J\u00e1 est\u00e1 funcionando. Trouxemos nos primeiros 60 dias meio milh\u00e3o de torcedores. Shows internacionais, jogo da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira neste ano (em setembro, contra a Venezuela, pelas Eliminat\u00f3rias). Quem for ao est\u00e1dio no domingo vai ver um est\u00e1dio renovado, com uma s\u00e9rie de benfeitorias. Est\u00e1 em uma situa\u00e7\u00e3o melhor do que n\u00f3s recebemos. Essa concess\u00e3o tem um risco muito baixo para o governo. Se n\u00e3o der certo, os grandes prejudicados seremos n\u00f3s, concession\u00e1rios, que colocamos dinheiro. O projeto \u00e9 s\u00f3lido. O intuito do GDF \u00e9 ajudar o privado a andar, o Estado, o poder p\u00fablico e o privado trabalharam de forma coordenada. A Supercopa \u00e9 um exemplo. Acertamos com uma tr\u00edplice alian\u00e7a (Arena BSB, Federa\u00e7\u00e3o de Futebol do Distrito Federal e GDF) para fazer acontecer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Come\u00e7amos com um evento de grandes dimens\u00f5es. Provavelmente o jogo mais relevante do in\u00edcio do ano, porque \u00e9 o campe\u00e3o do Brasileir\u00e3o (Flamengo) contra o da Copa do Brasil (Athletico-PR). Ser\u00e1 o \u201cSuper Bowl brasileiro\u201d, o jogo que une os dois times, e vamos ver quem \u00e9 o grande time de 2020.<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea acha que a sociedade vai se engajar nesse projeto com o passar do tempo?<\/strong><br \/>\nAcho que sim. Os benef\u00edcios (com a privatiza\u00e7\u00e3o do Man\u00e9 Garrincha) s\u00e3o claros. Mais conforto, comodidade, seguran\u00e7a e conte\u00fado. A destina\u00e7\u00e3o de recursos que iam para o est\u00e1dio v\u00e3o para bens maiores, prioridades. O dinheiro do cidad\u00e3o vai para outras \u00e1reas que o governo ache melhor. Neste m\u00eas, estamos pagando, por exemplo, R$ 120 mil de conta de luz que eram pagos pela Terracap. Vai sobrar dinheiro para investimentos. Mais R$ 60 mil de conta de \u00e1gua. Um total de quase R$ 1 milh\u00e3o do contribuinte ser\u00e1 alocado em outra \u00e1rea. \u00c9 o grande benef\u00edcio que a popula\u00e7\u00e3o, talvez, n\u00e3o tenha tangibilidade. Houve a privatiza\u00e7\u00e3o da telefonia. Ningu\u00e9m tem saudade. As estradas de S\u00e3o Paulo s\u00e3o pedagiadas. Pergunte aos paulistas se querem voltar ao tempo antigo. O ser humano n\u00e3o gosta de pagar, mas diante de um mau servi\u00e7o, admite pagar por um bom servi\u00e7o. O Aeroporto de Bras\u00edlia era um caos. Hoje, \u00e9 motivo de orgulho. Esperamos ser tamb\u00e9m em quatro, cinco anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quanto a Arena BSB cobra pelo aluguel do Man\u00e9 Garrincha?<\/strong><br \/>\nTemos um valor muito baixo, porque o nosso objetivo \u00e9 volume. Estamos praticando pre\u00e7os muito atraentes, t\u00e3o baixos que chega a ser economicamente irrelevante para o custo do jogo e da arena. Para mostrarmos bom servi\u00e7o, devemos estar com a casa cheia. A vantagem do setor privado \u00e9 a negocia\u00e7\u00e3o. Agora, temos mais alimentos. Publicidade, bebidas, comidas, estacionamento. N\u00e3o \u00e9 apenas o ingresso. Vai depender do contratante para saber como ele vai querer. Alguns querem ficar com alimento e bebida, portanto, aluguel de um espa\u00e7o um pouco maior, dividem em percentuais. A flexibilidade \u00e9 muito boa para os promotores. Cada um tem um risco. Estamos sempre olhando para um valor global que est\u00e1 ficando muito em linha do que o GDF cobrava, mas com regras diferentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como fechar naming rights em um pa\u00eds que se recusa a citar a marca? A Arena Fonte Nova, por exemplo, virou Arena Itaipava, e jamais foi chamada assim pela m\u00eddia. E aqui pode virar Arena BRB&#8230;<\/strong><br \/>\nO rumor da Arena BRB at\u00e9 soa bem, mas o caminho n\u00e3o \u00e9 assim. Um dos nossos investidores \u00e9 a Amsterdam Arena, que administra o est\u00e1dio cujo nome esportivo \u00e9 Johan Cruyff Arena. A arena tem o naming rights de Heineken. Quando estamos falando de neg\u00f3cio \u00e9 arena Heineken, quando \u00e9 do ponto de vista esportivo, Johan Cruyff. N\u00f3s temos prazer em ter um local chamado de Man\u00e9 Garrincha. Quando a noiva casa, ela n\u00e3o precisa apagar o nome de solteiro, acrescenta o novo nome. Podemos ter um nome mais completo. O naming rights \u00e9 muito mais do que somente o nome, \u00e9 um pacote. D\u00e1 nome, publicidade interna, exclusividade, produtos. Ou seja, um pacote de ativa\u00e7\u00e3o. Estamos com uma consultoria internacional para um naming rights com padr\u00e3o europeu. S\u00e3o outros benef\u00edcios. N\u00e3o cairemos no erro de mudar de nome, vamos acrescentar e esperar que a m\u00eddia reconhe\u00e7a esse valor. Mas dependemos de uma negocia\u00e7\u00e3o ainda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Queremos trazer dois medalh\u00f5es para bater o recorde de p\u00fablico (51.954 na Cidade do Cabo) em uma partida de t\u00eanis numa arena de futebol da Copa<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Haver\u00e1 espa\u00e7o para parcerias sociais de inclus\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nExiste uma contrapartida social desde o in\u00edcio, que \u00e9 o Cl\u00e1udio Coutinho, que recebe fam\u00edlias de estudantes que usufruem do espa\u00e7o de forma gratuita. N\u00f3s vamos manter a gratuidade, assumir toda a gest\u00e3o das benfeitorias, do maquin\u00e1rio. Isso nasceu no projeto. Temos outras ideias, como o incentivo ao Candang\u00e3o, que nos d\u00e1 preju\u00edzo, mas nos d\u00e1 visibilidade. Podemos at\u00e9 patrocinar a carreira de um atleta, o futebol \u00e9 autossustent\u00e1vel. Mas os individuais s\u00e3o mais complicados de apoio em Bras\u00edlia. Queremos conv\u00eanios com escolas, estudantes de uma universidade far\u00e3o o tour pelo est\u00e1dio, que continuar\u00e1 gratuito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pensam na moderniza\u00e7\u00e3o do Nilson Nelson ou na constru\u00e7\u00e3o de um novo gin\u00e1sio?<\/strong><br \/>\nTemos dois caminhos sendo avaliados, quando souber eu conto (risos). O Nilson Nelson foi constru\u00eddo na d\u00e9cada de 1970 para a d\u00e9cada de 1970. S\u00e3o 50 anos. H\u00e1 uma s\u00e9rie de inefici\u00eancias para grandes eventos. Queremos receber as nossas sele\u00e7\u00f5es de v\u00f4lei e de basquete com mais conforto. Exemplo: o gin\u00e1sio n\u00e3o tem vesti\u00e1rio, os banheiros s\u00e3o muito ruins. Vamos ter UFC l\u00e1 e est\u00e1 desatualizada.. N\u00e3o \u00e9 uma arena adequada para 2020. Construiremos uma arena adequada para a capital do Brasil. Ele (Nilson Nelson) pode at\u00e9 ser demolido ou manter com reformas. Isso depende da arquitetura e da engenharia. Queremos que a popula\u00e7\u00e3o entenda que precisamos de um gin\u00e1sio maior e mais novo. Evoluir sem perder a ess\u00eancia. N\u00e3o podemos ficar com puxadinho por mais 35 anos. Construiremos um novo gin\u00e1sio, essa decis\u00e3o est\u00e1 tomada. Quanto ao Nilson Nelson, estamos em debate.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00eas n\u00e3o temem comprar uma briga com os puristas da cidade?<\/strong><br \/>\nO povo mais conservador que eu conhe\u00e7o \u00e9 o ingl\u00eas, arraigado a tradi\u00e7\u00f5es. Eles derrubaram Wembley e constru\u00edram outro no lugar. O est\u00e1dio n\u00e3o funcionava. Se o povo ingl\u00eas fez isso, o brasiliense vai atender. Respeitamos demais a arquitetura de Bras\u00edlia, mas eles t\u00eam um ciclo de vida. Ficaremos aqui at\u00e9 2055.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Essa concess\u00e3o tem um risco muito baixo para o governo. Se n\u00e3o der certo, os grandes prejudicados seremos n\u00f3s, concession\u00e1rios<\/p>\n<div class=\"yj6qo\"><\/div>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O evento The Send Brasil deixou rastros no gramado para a Supercopa. O piso sint\u00e9tico diminuiria esse problema?<\/strong><br \/>\nDiminuiria. O gramado sint\u00e9tico no Man\u00e9 \u00e9 quase uma discuss\u00e3o de time de futebol. Sem fim, sem certo e errado. Economicamente, \u00e9 muito mais interessante o gramado sint\u00e9tico. Permite a mudan\u00e7a da configura\u00e7\u00e3o de evento para configura\u00e7\u00e3o esportiva rapidamente. A gente tem tecnologia. Com tecnologia e com gest\u00e3o, a gente consegue manter o gramado em um n\u00edvel bom. Com gest\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel, sim. N\u00e3o havia, na \u00e9poca do GDF, uma renda extra para deixar o gramado em bom estado. Est\u00e1 custando muito mais caro, mas \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E a situa\u00e7\u00e3o do aut\u00f3dromo? H\u00e1 esperan\u00e7a de reativ\u00e1-lo e receber um grande evento?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o tenho controle sobre o caminho que est\u00e1 sendo seguido. Tem uma rentabilidade muito pior. A PPP do aut\u00f3dromo est\u00e1 em curso e houve uma manifesta\u00e7\u00e3o do governo que queria um aut\u00f3dromo mais capaz de receber eventos internacionais. A nossa proposta \u00e9 de que o aut\u00f3dromo seja FIA 3 para provas nacionais e sul-americanas, ou seja, sem condi\u00e7\u00f5es de receber a F\u00f3rmula 1. A gente consegue colocar eventos nacionais, como F\u00f3rmula 3, Stock Car e F\u00f3rmula E. Na nossa vis\u00e3o, esse retorno econ\u00f4mico de provas internacionais n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel. Se Bras\u00edlia quiser um aut\u00f3dromo FIA 3, temos todo o interesse. O governo decide se quer investir, se quer colocar mais dinheiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Construiremos uma arena adequada para a capital do Brasil. Ele (Nilson Nelson) pode at\u00e9 ser demolido ou manter com reformas. Isso depende da arquitetura e da engenharia. Queremos que a popula\u00e7\u00e3o entenda que precisamos de um gin\u00e1sio maior e mais novo. Evoluir sem perder a ess\u00eancia. N\u00e3o podemos ficar com puxadinho por mais 35 anos. Construiremos um novo gin\u00e1sio, essa decis\u00e3o est\u00e1 tomada.<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Man\u00e9 Garrincha j\u00e1 recebeu futsal, v\u00f4lei&#8230; Qual \u00e9 o limite da ousadia da Arena BSB?<\/strong><br \/>\nN\u00f3s queremos trazer dois medalh\u00f5es para bater o recorde de p\u00fablico (51.954) em uma partida de t\u00eanis numa arena de futebol da Copa (Cidade do Cabo). Ideias malucas n\u00f3s temos at\u00e9 festa na cobertura, circuito de uma F\u00f3rmula E no est\u00e1dio. Ideia tamb\u00e9m de fazer abertura do basquete, mas estamos com vontade de fazer jogo na pr\u00f3xima temporada, provavelmente no Dia das Crian\u00e7as. Vamos participar da contagem regressiva do Time Brasil para os 100 dias de T\u00f3quio-2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E a quest\u00e3o do estacionamento?<\/strong><br \/>\nEstacionamento gr\u00e1tis n\u00e3o existe. Ou \u00e9 pago com tributo, ou seja, dinheiro do cidad\u00e3o, ou do usu\u00e1rio do local. Era um servi\u00e7o de baixa qualidade e sem retorno para o governo. Investimos R$ 400 mil para melhorar a ilumina\u00e7\u00e3o. Estamos trocando as l\u00e2mpadas de LED e a marca\u00e7\u00e3o dos estacionamentos. Ningu\u00e9m gosta de pagar estacionamento. Todos arc\u00e1vamos com o estacionamento sem utilizar e havia achacamento aos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Entrevista publicada na edi\u00e7\u00e3o impressa desta quinta-feira (13\/2) do <strong>Correio Braziliense<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Colaboraram Fabio Grecchi, Jo\u00e3o Romariz e Mariana Fraga<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Siga o blogueiro no Twitter:<\/strong>\u00a0@mplimaDF<\/p>\n<p><strong>Siga o blogueiro no Instagram:<\/strong>\u00a0@marcospaul0lima<\/p>\n<p><strong>Siga o blog no Facebook:<\/strong>\u00a0https:\/\/www.facebook.com\/dribledecorpo\/20<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ele \u00e9 paulista, torcedor do Palmeiras e acaba de assumir uma miss\u00e3o (quase) imposs\u00edvel: incorporar Midas, personagem da mitologia grega que transformava em ouro tudo o que tocava. 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