{"id":15899,"date":"2020-06-16T12:00:37","date_gmt":"2020-06-16T15:00:37","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/?p=15899"},"modified":"2020-06-16T12:00:37","modified_gmt":"2020-06-16T15:00:37","slug":"maracana-70-anos-das-travessuras-de-gama-e-brasiliense-ao-alivio-do-goleiro-alviverde-que-escapou-de-sofrer-o-milesimo-gol-de-romario-no-estadio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/maracana-70-anos-das-travessuras-de-gama-e-brasiliense-ao-alivio-do-goleiro-alviverde-que-escapou-de-sofrer-o-milesimo-gol-de-romario-no-estadio\/","title":{"rendered":"Maracan\u00e3 70 anos: das travessuras de Gama e Brasiliense no maior palco do futebol brasileiro ao al\u00edvio do goleiro alviverde que escapou de levar o mil\u00e9simo gol de Rom\u00e1rio no est\u00e1dio"},"content":{"rendered":"<p>O M\u00e1rio Filho, popular Maracan\u00e3, faz 70 anos nesta ter\u00e7a-feira. Alguns times do Distrito Federal jogaram no ex-maior do mundo, mas poucos conseguiram fazer estrago, calar a torcida advers\u00e1ria e voltar para a capital tirando onda, dizendo que \u201co Maraca\u201d \u00e9 nosso.<\/p>\n<p>Privil\u00e9gio do Gama, por exemplo. Em 2001, o alviverde disputava a S\u00e9rie A do Campeonato Brasileiro pelo terceiro ano consecutivo na era moderna da competi\u00e7\u00e3o. Em 30 de setembro daquele ano, entrou em campo contra um Flamengo embalado pelas conquistas do tricampeonato carioca contra o Vasco e da Copa dos Campe\u00f5es diante do S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>E da\u00ed?<\/p>\n<p>O meia Luiz Fernando abriu o placar para o Gama aos 17 minutos do primeiro tempo. Vampeta empatou no segundo tempo, mas Mauro calou a os rubro-negros decretando a vit\u00f3ria da trupe comandada por Cl\u00e1udio Duarte por 2 x 1.<\/p>\n<p>O Flamengo n\u00e3o era como o de hoje, mas tinha jogadores de alt\u00edssimo n\u00edvel. O goleiro Julio Cesar, por exemplo. Vampeta no meio de campo, Petkovic vestindo a camisa 10 e Edilson, o Capetinha, no ataque. Todos liderados pelo \u201cVelho Lobo\u201d M\u00e1rio Jorge Lobo Zagallo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201cParecia meu destino. Na primeira partida, ele precisava de dois gols, mas n\u00e3o fez nenhum. Vieram os cl\u00e1ssicos (pelo Campeonato Carioca), mas ele n\u00e3o conseguiu e voltou tudo de novo contra a gente. Mas, gra\u00e7as a Deus, fiz uma boa partida com os meus companheiros. Agora \u00e9 s\u00f3 comemorar\u201d<\/p>\n<p><strong>Juninho,<\/strong> goleiro do Gama em 2007<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um ano depois, foi a vez de o rec\u00e9m-criado Brasiliense calar a torcida tricolor. Fundado em 2000, o time candango disputava vaga \u00e0s semifinais da Copa do Brasil. Na partida de ida, havia empatado por 1 x 1, no Serej\u00e3o. Em 17 de abril de 2002, o Brasiliense foi al\u00e9m de calar o Maracan\u00e3. Eliminou o Fluminense e marchou rumo a melhor campanha da hist\u00f3ria no mata-mata nacional. Xod\u00f3 da torcida \u00e0 \u00e9poca, Wellington Dias marcou o gol da vit\u00f3ria por 1 x 0, no Maracan\u00e3. Na sequ\u00eancia, os comandados por P\u00e9ricles Chamusca desbancaram o Atl\u00e9tico-MG e amargaram o vice numa decis\u00e3o pol\u00eamica contra o Corinthians.<\/p>\n<p>Em 2007, o Gama estragou a festa de Rom\u00e1rio. O Baixinho fazia contagem regressiva para o mil\u00e9simo gol na carreira. A expectativa era de que marcasse naquela noite de 4 de abril justamente diante do alviverde. O camisa 11 chegara ao jogo com 999 bolas na rede, mas Rodrigo Ninja abriu o placar para o time candango. Renato empatou.<\/p>\n<p>Quando a vaga para as oitavas de final parecia nas m\u00e3os cruz-maltinas, Marcelo Uberaba acertou uma cobran\u00e7a de forte impec\u00e1vel e derrubou o Gigante da Colina no Maracan\u00e3. \u201cOs caras marcaram festa para depois do jogo, estavam cantando vit\u00f3ria. Humilharam a gente. Mas Deus \u00e9 justo\u201d, declarou o homem que ofuscou Rom\u00e1rio na incr\u00edvel noite carioca.<\/p>\n<p>O goleiro Juninho saiu de campo aliviado por n\u00e3o ter sofrido o mil\u00e9simo gol do Baixinho. \u201cParecia meu destino. Na primeira partida, ele precisava de dois gols, mas n\u00e3o fez nenhum. Vieram os cl\u00e1ssicos (pelo Campeonato Carioca), mas ele n\u00e3o conseguiu e voltou tudo de novo contra a gente. Mas, gra\u00e7as a Deus, fiz uma boa partida com os meus companheiros. Agora \u00e9 s\u00f3 comemorar\u201d, afirmou Juninho. A partida de ida havia sido 2 x 2 no velho Man\u00e9 Garrincha.<\/p>\n<p>Rom\u00e1rio marcaria o mil\u00e9simo gol em 20 de maio de 2007. Magr\u00e3o, do Sport, sofreu o tento hist\u00f3rico do Baixinho em S\u00e3o Janu\u00e1rio, pelo Campeonato Brasileiro, para al\u00edvio de Juninho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Siga no Twitter:<\/strong>\u00a0@mplimaDF<\/p>\n<p><strong>Siga no Instagram:<\/strong>\u00a0@marcospaulolimadf<\/p>\n<p><strong>Siga no Facebook:<\/strong>\u00a0https:\/\/www.facebook.com\/dribledecorpo\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O M\u00e1rio Filho, popular Maracan\u00e3, faz 70 anos nesta ter\u00e7a-feira. Alguns times do Distrito Federal jogaram no ex-maior do mundo, mas poucos conseguiram fazer estrago, calar a torcida advers\u00e1ria e voltar para a capital tirando onda, dizendo que \u201co Maraca\u201d \u00e9 nosso. Privil\u00e9gio do Gama, por exemplo. 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