{"id":7933,"date":"2017-12-24T12:00:00","date_gmt":"2017-12-24T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/?p=7933"},"modified":"2017-12-24T12:34:46","modified_gmt":"2017-12-24T14:34:46","slug":"qual-time-serie-a-teve-mais-tecnicos-estrangeiros-seculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/qual-time-serie-a-teve-mais-tecnicos-estrangeiros-seculo\/","title":{"rendered":"Nove times da S\u00e9rie A tiveram t\u00e9cnico estrangeiro no s\u00e9culo. Atl\u00e9tico Paranaense \u00e9 o que mais arriscou"},"content":{"rendered":"<p>O S\u00e3o Paulo j\u00e1 apostou em Edgardo Bauza e em Juan Carlos Osorio; o Palmeiras trabalhou sob a batuta de Ricardo Gareca; o Corinthians investiu em Daniel Passarella; o Cruzeiro trouxe Paulo Bento; Internacional e Atl\u00e9tico-MG tiveram em comum Diego Aguirre; mas nenhum clube contratou tantos t\u00e9cnicos estrangeiros quanto o Atl\u00e9tico Paranaense. Dos 20 times que disputar\u00e3o a S\u00e9rie A do Campeonato Brasileiro em 2018, nove tiveram pelo menos um treinador gringo no s\u00e9culo 21. Anunciado nesta semana como treinador e manager, o holand\u00eas Clarence Seedorf \u00e9 o sexto desde 2001 \u2014 11\u00ba na hist\u00f3ria do clube.<\/p>\n<p>Neste s\u00e9culo, o Furac\u00e3o j\u00e1 teve cinco t\u00e9cnicos estrangeiros. Nenhum deles ampliou a cole\u00e7\u00e3o de trof\u00e9us do clube. Em 2006, o alem\u00e3o Lothar Matth\u00e4us\u00a0 assinou contrato de R$ 3 milh\u00f5es. Menos de dois meses depois, reclamou dos sal\u00e1rios atrasados, ausentou-se do clube para resolver problemas pessoais e n\u00e3o voltou. Na passagem pelo cargo, comandou o time em oito partidas: venceu seis e empatou duas.<\/p>\n<p>Em 2012, o clube investiu no uruguaio Juan Ramon Carrasco. No total, foram 36 jogos, com 22 vit\u00f3rias, sete derrotas, sete empates e um aproveitamento de 67,6%. A passagem pelo clube durou apenas seis meses. T\u00edtulo que \u00e9 bom, nada. Foi vice-campe\u00e3o paranaense e chegou \u00e0s quartas de final da Copa do Brasil. O gringo perdeu o emprego acusado, principalmente, de abusar demais dos improvisos.<\/p>\n<p>Dois anos depois, o Atl\u00e9tico-PR foi mais ousado. Buscou um t\u00e9cnico na Europa. O espanhol Miguel \u00c1ngel Portugal assumiu o cargo e durou apenas cinco rodadas no Campeonato Brasileiro. Em 13 partidas, venceu cinco, empatou duas e perdeu seis.<\/p>\n<p>A aposta nos europeus continuou com Dejan Petkovic. Contratado para liderar as divis\u00f5es de base do Atl\u00e9tico-PR, o s\u00e9rvio acabou comandando a equipe no Campeonato Paranaense. O time caiu nas semifinais diante do Londrina, que conquistou o Estadual.<\/p>\n<p>Em 2015, Sergio Vieira chegou ao Atl\u00e9tico-PR para comandar a equipe sub-23. No fim das contas, assumiu interinamente o time principal quando Milton Mendes foi demitido. O lusitano comandou o Furac\u00e3o em um empate por 0 x 0 com Bras\u00edlia pela Copa Sul-Americana e numa derrota para o S\u00e3o Paulo no Campeonato Brasileiro.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o do Atl\u00e9tico-PR de contratar t\u00e9cnicos importados vem de longe. Em 1943, o clube contratou o paraguaio Ant\u00f4nio Carb\u00f4. Em 1954, foi buscar o uruguaio Felix Magno. O argentino Filpo Nu\u00f1ez passou pelo Furac\u00e3o em 1957. O compatriota dele, Jos\u00e9 Poy, trabalhou por l\u00e1 em 1985. Em 1991, foi a vez do o uruguaio Sergio Ramirez.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00c9CNICOS ESTRANGEIROS<\/strong><br \/>\n<strong>Os professores importados dos clubes da S\u00e9rie A no s\u00e9culo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00bb Atl\u00e9tico-PR<\/strong><br \/>\nLothar Matth\u00e4us (Alemanha), Juan Ramon Carrasco (Uruguai), Miguel \u00c1ngel Portugal (Espanha) Dejan Petkovic (S\u00e9rvia), Sergio Vieira (Portugal) e Clarence Seedorf (Holanda)<\/p>\n<p><strong>\u00bb S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>\nJuan Carlos Osorio (Col\u00f4mbia) e Edgardo Bauza (Argentina)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Internacional<\/strong><br \/>\nJorge Fossatti (Uruguai) e Diego Aguirre (Uruguai)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Corinthians<\/strong><br \/>\nDario Pereyra (Uruguai) e Daniel Passarella (Argentina)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Flamengo<\/strong><br \/>\nReinaldo Rueda (Col\u00f4mbia)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Palmeiras<\/strong><br \/>\nRicardo Gareca (Argentina)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Atl\u00e9tico-MG<\/strong><br \/>\nDiego Aguirre (Uruguai)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Cruzeiro<\/strong><br \/>\nPaulo Bento (Portugal)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Vit\u00f3ria<\/strong><br \/>\nDejan Petkovic (S\u00e9rvia)<\/p>\n<p><strong>\u00bb Vasco<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Botafogo<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Fluminense<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Santos<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Gr\u00eamio<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Chapecoense<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Bahia<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Am\u00e9rica-MG<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Cear\u00e1<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Paran\u00e1 Clube<\/strong><br \/>\nNenhum<\/p>\n<p><strong>\u00bb Sport<\/strong><br \/>\nNehum<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O S\u00e3o Paulo j\u00e1 apostou em Edgardo Bauza e em Juan Carlos Osorio; o Palmeiras trabalhou sob a batuta de Ricardo Gareca; o Corinthians investiu em Daniel Passarella; o Cruzeiro trouxe Paulo Bento; Internacional e Atl\u00e9tico-MG tiveram em comum Diego Aguirre; mas nenhum clube contratou tantos t\u00e9cnicos estrangeiros quanto o Atl\u00e9tico Paranaense. 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