{"id":104,"date":"2017-08-10T14:43:54","date_gmt":"2017-08-10T17:43:54","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/?p=104"},"modified":"2018-03-12T16:14:13","modified_gmt":"2018-03-12T19:14:13","slug":"onde-estao-as-medalhistas-olimpicas-da-rio-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/onde-estao-as-medalhistas-olimpicas-da-rio-2016\/","title":{"rendered":"Onde est\u00e3o as medalhistas ol\u00edmpicas da Rio-2016?"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 um ano, o Brasil era a casa do maior evento esportivo do mundo. A meta do Comit\u00ea Ol\u00edmpico do Brasil (COB) de ficar em 10\u00ba lugar no ranking geral de medalhas n\u00e3o foi alcan\u00e7ada, mas o resultado merece ser celebrado. O pa\u00eds alcan\u00e7ou, em casa, a melhor campanha em Olimp\u00edadas: 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. Apenas cinco delas pertencem \u00e0s mulheres. Ap\u00f3s um ano, o blog\u00a0fez um levantamento para ver por onde andam as mulheres que subiram no p\u00f3dio em solo brasileiro na Rio-2016.<\/p>\n<h4><strong>Rafaela Silva &#8211; ouro no jud\u00f4 (-67kg)<\/strong><\/h4>\n<p>O primeiro ouro do Brasil nos Jogos do Rio pertence a uma mulher. A conquista de Rafaela Silva na categoria at\u00e9 57kg no jud\u00f4 foi marcada pela emo\u00e7\u00e3o no final da luta. Atualmente, Rafaela ocupa o segundo lugar do ranking mundial, atr\u00e1s apenas da advers\u00e1ria que <a href=\"http:\/\/www.mg.superesportes.com.br\/app\/noticias\/especiais\/olimpiadas\/jogos2016\/jogos2016-noticias\/2016\/08\/08\/noticia-jogos2016,342903\/e-ouro-para-o-brasil-rafaela-silva-faz-historia-derrota-atleta-da-mongolia-e-e-campea-olimpica.shtml\" target=\"_blank\">derrotou na final ol\u00edmpica<\/a>, Sumiya Dorjsuren, da Mong\u00f3lia. Em mar\u00e7o deste ano, Rafaela conquistou o resultado mais expressivo desde a Rio-2016. A lutadora foi prata no Grand Prix de Tbilisi, na Ge\u00f3rgia. O Campeonato Mundial de Jud\u00f4, principal disputa da temporada, acontece no fim deste m\u00eas, em Budapeste.<\/p>\n<p>Pelo\u00a0Facebook, Rafaela publicou um texto relembrando o dia da conquista no Rio de Janeiro. A carioca lembrou que antes do ouro ol\u00edmpico passou por momentos dif\u00edceis de racismo ap\u00f3s a Olimp\u00edada de 2012, em Londres. \u201cFiquei tr\u00eas meses sem praticar o esporte que amo e cheguei a pensar em larg\u00e1-lo\u201d, relembra. No texto, Rafaela agradece o apoio e conta que por tr\u00e1s de uma medalha h\u00e1 a ajuda de muitas pessoas. \u201cSou muito grata a cada segundo que dedicaram do trabalho e da vida de voc\u00eas para fazer esse sonho se tornar realidade\u201d, completa.<\/p>\n<h4><strong>Mayra Aguiar &#8211; bronze no jud\u00f4 (-78kg)<\/strong><\/h4>\n<p>Outra medalhista brasileira na Rio-2016 tamb\u00e9m \u00e9 judoca. Mayra Aguiar garantiu o terceiro lugar no p\u00f3dio na categoria at\u00e9 78 quilos quando superou a cubana Yalennis Castillo. Mayra repetiu o resultado de Londres-2012. Sem competir desde o fim dos Jogos Ol\u00edmpicos no Rio, a judoca conquistou o ouro no Grand Prix de Cancun, em junho. Mayra disputa o Mundial no fim deste m\u00eas, em Budapeste.<\/p>\n<h4><strong>Poliana Okimoto &#8211; bronze na maratona aqu\u00e1tica<\/strong><\/h4>\n<p>Na terceira olimp\u00edada da carreira, Poliana finalmente conquistou a medalha esperada na Rio-2016. Com o bronze na maratona aqu\u00e1tica nos Jogos do Rio, ela se tornou a primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha de nata\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s ficar de fora do Mundial deste ano, em Budapeste, a nadadora trocou o mar pela piscina. Poliana compete esta semana no Trof\u00e9u Jos\u00e9 Finkel e j\u00e1 conquistou o ouro nos 1500 m livres e a prata nos 400 m livre na quarta-feira (09\/8). A paulista ainda nada a prova de 800m livre. Em maio, no trof\u00e9u Maria Lenk, Poliana subiu no p\u00f3dio das mesmas provas.<\/p>\n<h4><strong>\u00c1gatha e B\u00e1rbara &#8211; prata no v\u00f4lei de praia<\/strong><\/h4>\n<p>A dupla que garantiu uma prata no v\u00f4lei de praia\u00a0<a href=\"http:\/\/www.mg.superesportes.com.br\/app\/noticias\/especiais\/olimpiadas\/jogos2016\/jogos2016-noticias\/2016\/08\/22\/noticia-jogos2016,346868\/depois-de-medalha-de-prata-na-olimpiada-agatha-e-barbara-seixas-anunciam-fim-da-dupla.shtml\" target=\"_blank\">chegou ao fim<\/a> logo depois dos Jogos Ol\u00edmpicos Rio-2016. Depois do fim da parceria, B\u00e1rbara se juntou a Fernanda Berti e \u00c1gatha se uniu a Carol Solberg provisoriamente, j\u00e1 que em 2017 formaria dupla com Duda. Enquanto B\u00e1rbara e Fernanda foram campe\u00e3s do Circuito Mundial em Xiamen, na China, \u00c1gatha venceu ao lado de Duda a etapa do Rio de Janeiro e tamb\u00e9m conquistou o bronze na etapa russa, em Moscou.<\/p>\n<p>No Mundial da modalidade em Viena, na \u00c1ustria, ambas as duplas n\u00e3o conseguiram subir no p\u00f3dio. No ranking mundial, a dupla de \u00c1gatha est\u00e1 em quarto, enquanto B\u00e1rbara e Fernanda est\u00e3o no sexto lugar.<\/p>\n<h4><strong>Martine Grael e Kahena Kunze &#8211; ouro na vela (classe 49erFX)<\/strong><\/h4>\n<p>O outro ouro feminino do Brasil veio com uma modalidade que o pa\u00eds tem tradi\u00e7\u00e3o de ganhar medalhas: a vela. Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o primeiro lugar na classe 49erFX. Ap\u00f3s um ano, a mar\u00e9 de conquistas continua cheia. As brasileiras foram campe\u00e3s em todas as regatas disputadas este ano. Em abril, as meninas alcan\u00e7aram o t\u00edtulo da mesma classe na Copa do Mundo de Hy\u00e8res, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo \u00e9 se preparar para o Mundial de 49erFX, em Portugal, que come\u00e7a no fim deste m\u00eas. A filha do medalhista ol\u00edmpico Torben Grael, Martine, tamb\u00e9m vai encarar um novo desafio na carreira. Ser\u00e1 a primeira mulher brasileira a disputar a Volvo Ocean Race, regata de vela oce\u00e2nica de volta ao mundo. A campe\u00e3 ol\u00edmpica vai integrar a equipe holandesa AkzoNobel. A parceria com Kahena ser\u00e1 mantida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 um ano, o Brasil era a casa do maior evento esportivo do mundo. A meta do Comit\u00ea Ol\u00edmpico do Brasil (COB) de ficar em 10\u00ba lugar no ranking geral de medalhas n\u00e3o foi alcan\u00e7ada, mas o resultado merece ser celebrado. 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