{"id":1543,"date":"2018-04-21T14:22:03","date_gmt":"2018-04-21T17:22:03","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/?p=1543"},"modified":"2018-04-21T15:00:17","modified_gmt":"2018-04-21T18:00:17","slug":"anivesrario-brasilia-heroninas-esporte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/anivesrario-brasilia-heroninas-esporte\/","title":{"rendered":"No anivers\u00e1rio de Bras\u00edlia, veja hero\u00ednas do esporte reveladas na cidade"},"content":{"rendered":"<p>Capital brasileiro, Bras\u00edlia completa\u00a058 anos neste s\u00e1bado, 21 de abril de 2018. Tempo suficiente para revelar ao mundo do esporte muitas atletas vitoriosas.\u00a0Inspirado no blog Drible de Corpo, <a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/dribledecorpo\/brasilia-58-anos-10-jogadores-nascidos-capital-do-pais-decidiram-titulos-futebol\/\">que listou jogadores de futebol nascidos na capital federal que decidiram t\u00edtulos<\/a>; o <strong>blog Elas no Ataque<\/strong>\u00a0comemora a data festiva destacando as hero\u00ednas brasilienses que fizeram os brasileiros se encherem\u00a0de orgulho com conquistas hist\u00f3ricas.<\/p>\n<h2><strong>Paula Pequeno<\/strong><\/h2>\n<p>Bicampe\u00e3o ol\u00edmpica de v\u00f4lei\u00a0nos Jogos Ol\u00edmpicos de Pequim-2008 e de Londres-2012. Paula Pequeno\u00a0n\u00e3o s\u00f3 participou da conquista do primeiro ouro ol\u00edmpico do v\u00f4lei feminino, como ainda foi eleita a jogadora mais valiosa (MVP, na sigla em ingl\u00eas) daquela edi\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica, disputada na China, em 2008. Foram nas quadras de Bras\u00edlia, por influ\u00eancia da m\u00e3e e do irm\u00e3o, que ela come\u00e7ou na modalidade. O primeiro clube foi o Asbac,\u00a0de onde foi\u00a0revelada para depois ir para S\u00e3o Paulo. No\u00a0Osasco, atuou por nove anos e ganhou tr\u00eas Superligas. Aos 20 anos, ganhou a primeira chance na Sele\u00e7\u00e3o Brasileira. \u00a0Ap\u00f3s atuar\u00a0na Turquia, voltou para o pa\u00eds como protagonista do Bras\u00edlia V\u00f4lei, rec\u00e9m fundado. Disputou quatro temporadas pelo time da cidade natal, e jogou a \u00faltima temporada pelo Bauru.<\/p>\n<h2><strong>Tandara<\/strong><\/h2>\n<p>Campe\u00e3o ol\u00edmpica de v\u00f4lei nos Jogos Ol\u00edmpicos de Londres-2012. Ap\u00f3s participar da conquista do ouro ol\u00edmpico, a oposta foi\u00a0uma das \u00faltimas jogadoras a ser cortada pelo t\u00e9cnico Jos\u00e9 Roberto Guimar\u00e3es do elenco que disputou as Olimp\u00edadas do Rio-2016. Tandara\u00a0Caixeta havia tido a filha Maria Clara um ano antes e lutou para voltar \u00e0 forma o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.\u00a0Lidou com a frustra\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia nos Jogos Ol\u00edmpicos e destruiu na temporada seguinte da Superliga. Vice-campe\u00e3 com o Osasco, ela\u00a0foi a melhor atacante, a maior pontuador, teve o melhor saque e ainda foi eleita a craque da galera da edi\u00e7\u00e3o 2016\/2017. Atualmente, \u00e9 considerada pe\u00e7a chave do ataque da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n<h2><strong>Ketleyn Quadros <\/strong><\/h2>\n<p>Medalhista de bronze nas Olimp\u00edadas de Pequim-2008, Ketleyn nem era cotada como favorita, j\u00e1 que pegou a vaga de Danielle Zangrando, que se machucou e n\u00e3o p\u00f4de competir. Nascida em Ceil\u00e2ndia,\u00a0ela superou as expectativas e se tornou\u00a0a primeira atleta do Brasil\u00a0a ganhar uma medalha ol\u00edmpica em esportes individuais. Quando pequena, a m\u00e3e a matriculou nas aulas de nata\u00e7\u00e3o. Ela, por\u00e9m, fugia das aulas para assistir aos treinos de jud\u00f4.\u00a0Entre outras conquistas da judoca est\u00e1 o ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2010, em Medell\u00edn, e outro ouro na Univers\u00edada de Caz\u00e3, em 2013, uma esp\u00e9cie de Olimp\u00edadas Universit\u00e1ria.<\/p>\n<h2><strong>\u00c9rika Miranda<\/strong><\/h2>\n<p>\u00c9 dona de quatro medalhas em Mundiais de jud\u00f4, sendo\u00a0duas pratas na disputa at\u00e9 52 kg e por equipe na edi\u00e7\u00e3o do Rio-2013; e dois bronzes, um em Cheliabinsk-2014\u00a0e outro em Astana-2015. N\u00e3o teve sorte em Olimp\u00edadas. Na que seria a primeira participa\u00e7\u00e3o dela, nos Jogos de Pequi-m2008, foi impedida por causa de uma les\u00e3o. Na edi\u00e7\u00e3o\u00a0de Londres-2012, foi eliminada logo na primeira luta. Ainda assim, \u00e9 um dos grandes nomes do jud\u00f4 da capital federal. \u00c9rika\u00a0foi campe\u00e3 dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e atualmente \u00e9 atleta do Sogipa, clube de Porto Alegre, um dos principais do pa\u00eds.<\/p>\n<h2><strong>Shirlene Coelho<\/strong><\/h2>\n<p>Foi a primeira mulher a conquistar o ouro nos Jogos Paral\u00edmpicos do Rio-2017 e a primeira mulher a ser porta-bandeira do Brasil em uma Paralimp\u00edada.\u00a0Al\u00e9m do lugar mais alto do p\u00f3dio no\u00a0lan\u00e7amento de dardo, pendurou a prata\u00a0na\u00a0prova de lan\u00e7amento de disco nas Paralimp\u00edadas\u00a0do Rio. Na edi\u00e7\u00e3o paral\u00edmpica anterior, em Londres-2012,\u00a0ela conquistou o primeira de ouro do atletismo do pa\u00eds; e em Pequim-2008, Shirlene foi prata.\u00a0Embora seja goiana, Shirlene ganha espa\u00e7o nesta lista por ser moradora do DF.<\/p>\n<h2><strong>Luc\u00e9lia Peres<\/strong><\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/sao-silvestre-premiacao-diferente-mulher\/\">\u00faltima maratonista a\u00a0ganhar a S\u00e3o Silvestre<\/a>, uma das principais corridas de rua do calend\u00e1rio brasileiro. \u00a0A vit\u00f3ria foi em 2006.\u00a0Luc\u00e9lia tamb\u00e9m levou o nome da capital federal para o topo do p\u00f3dio da Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, por tr\u00eas vezes, em 2004, 2005 e 2006.\u00a0Nos Jogos Pan-Americanos do Rio-2007, foi medalhista de bronze na prova dos 10.000 metros.\u00a0Mineira radicada em Bras\u00edlia, a m\u00e3e do Arthur\u00a0segue morando na cidade e, aos 36 anos, continua participando\u00a0de algumas provas. At\u00e9 o nascimento do filho, em 2013, foram 20 anos de dedica\u00e7\u00e3o ao esporte de alto rendimento.<\/p>\n<h2><strong>Leila Barros<\/strong><\/h2>\n<p>Medalhista de\u00a0bronze por duas vezes nas Olimp\u00edadas de Atlanta-1996 e Sydney-2000. Ao todo, Leila participou de tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es de Jogos Ol\u00edmpicos.\u00a0Estreou na Sele\u00e7\u00e3o Brasileira em 1991. Um dos destaques da sele\u00e7\u00e3o brasileira, a\u00a0oposta tamb\u00e9m\u00a0ganhou\u00a0milhares de f\u00e3s no continente asi\u00e1tico. Teve passagem pelo\u00a0v\u00f4lei de praia entre os anos 2001 e 2003. Hoje, Leila segue envolvida com o v\u00f4lei. Ap\u00f3s fundar o Bras\u00edlia V\u00f4lei em 2013, ela se afastou do time no ano seguinte para assumir o cargo de secret\u00e1ria de esporte e Lazer do DF. <a href=\"https:\/\/www.df.superesportes.com.br\/app\/noticias\/volei\/2018\/04\/19\/noticia_volei,62720\/leila-barros-assume-comando-do-brasilia-volei-apos-saida-de-sergio-neg.shtml\">Quatro anos depois, deixou o cargo pol\u00edtico e reassumiu a gest\u00e3o da equipe brasiliense, que atua na Superliga feminina<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Capital brasileiro, Bras\u00edlia completa\u00a058 anos neste s\u00e1bado, 21 de abril de 2018. 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