{"id":1643,"date":"2018-05-18T17:22:00","date_gmt":"2018-05-18T20:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/?p=1643"},"modified":"2018-05-18T17:27:07","modified_gmt":"2018-05-18T20:27:07","slug":"mackenzie-dern-ufc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/mackenzie-dern-ufc\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a americana que tamb\u00e9m defende o Brasil no UFC"},"content":{"rendered":"<p>No mundo do esporte \u00e9 comum ver um atleta defender um pa\u00eds diferente da na\u00e7\u00e3o em que nasceu. No entanto variar e representar dois pa\u00edses em uma mesma modalidade \u00e9 algo inusitado. A lutadora de MMA Mackenzie Dern sabe bem como \u00e9 ter que lidar com a d\u00favida de qual na\u00e7\u00e3o representar. A americana \u00e9 filha de brasileiro e pode escolher que pa\u00eds vai representar a cada luta. No \u00faltimo combate no UFC 224, no Rio de Janeiro, o Brasil foi o escolhido.<\/p>\n<p>Mackenzie explica que a cada luta ela escolhe uma bandeira diferente para representar. \u201cTem alguns fatores que precisam ser avaliados. A situa\u00e7\u00e3o muda a cada luta\u201d, explica. No primeiro combate pelo UFC, ela representou uma bandeira neutra. \u201cDesta vez foi muito f\u00e1cil decidir e escolher representar o Brasil. A luta era no Rio de Janeiro contra uma americana. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, eu tinha certeza que deveria representar o Brasil neste evento\u201d, conta.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com o pa\u00eds do futebol \u00e9 forte desde crian\u00e7a. Mackenzie nasceu no pa\u00eds norte-americano, mas vinha anualmente para o Brasil e chegou a morar no Rio de Janeiro por tr\u00eas anos. \u201cEu sempre quis morar no Brasil, mas voltei para os EUA por conta de um relacionamento\u201d, explica. Depois do t\u00e9rmino, ela chegou a procurar apartamentos no Brasil para retornar, mas assinou contrato com o UFC.<\/p>\n<p>\u201cEu estava prestes a mudar, mas era melhor ficar nos Estados Unidos pela log\u00edstica. Tinha mais estrutura, al\u00e9m dos eventos quase todo final de semana\u201d, relembra. Dentro do UFC, o plano da americana \u00e9 ganhar um cintur\u00e3o, defender e depois voltar ao jiu-jitsu, primeira modalidade de luta praticada. \u201cEu n\u00e3o quero ficar cinco ou dez anos lutando MMA. Eu n\u00e3o gosto de ficar de tomando soco na cara e n\u00e3o quero traumas na cabe\u00e7a\u201d, diz.<\/p>\n<p>Mesmo sem planos de uma longa carreira na modalidade, ela garante que tem uma meta definida. \u201cN\u00e3o estou aqui s\u00f3 para ficar brincando, estou aqui para ser a melhor do mundo\u201d, afirma. De acordo com a lutadora, as inten\u00e7\u00f5es bem estabelecidas ajudam na motiva\u00e7\u00e3o. \u201cO fato de n\u00e3o querer ficar muito tempo no MMA, n\u00e3o me deixa relaxar tanto e me faz evoluir mais r\u00e1pido\u201d, acredita.<\/p>\n<p>Aos 25 anos, Mackenzie entrou na lista das 15 melhores no peso palha feminino depois da segunda vit\u00f3ria consecutiva na organiza\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a vit\u00f3ria contra a americana Amanda Cooper no \u00faltimo s\u00e1bado (12\/5), ela se tornou a 15\u00ba colocada do ranking. \u201cAcho que minha ascens\u00e3o no MMA est\u00e1 sendo muito r\u00e1pida\u201d, diz atleta, que nunca fez uma luta amadora. No cartel, s\u00e3o sete lutas e sete vit\u00f3rias.<\/p>\n<p>A americana, que tamb\u00e9m se considera brasileira, estreou no UFC no card de Cris Cyborg e fez sua segunda luta em um mesmo evento com Amanda Nunes. Ao ver de perto o MMA brasileiro feminino, ela acredita que a modalidade est\u00e1 em crescimento no pa\u00eds. \u201cMesmo sendo metade americana me sinto feliz por fazer parte do grupo das brasileiras\u201d, revela a lutadora, que prefere n\u00e3o escolher uma como preferida. \u201cPra mim, cada uma tem suas qualidades\u201d, completa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1666\" aria-describedby=\"caption-attachment-1666\" style=\"width: 375px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1666\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/05\/mack-dern.jpg\" alt=\"Mackenzie \u00e9 a 15\u00ba colocada do ranking | Isaac Brekken\/AFP\" width=\"375\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/05\/mack-dern.jpg 375w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/05\/mack-dern-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/05\/mack-dern-230x153.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1666\" class=\"wp-caption-text\">Mackenzie \u00e9 a 15\u00ba colocada do ranking | Isaac Brekken\/AFP<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Curiosidades sobre Mackenzie Dern\u00a0<\/strong><\/h2>\n<ul>\n<li>\u00c9 filha\u00a0do lutador brasileiro faixa-preta de jiu-jitsu Wellington \u2018Megaton\u2019 Dias<\/li>\n<li>Come\u00e7ou a lutar jiu-jitsu aos 3 anos<\/li>\n<li>Quatro vit\u00f3rias por finaliza\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Profissional desde 2016<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No mundo do esporte \u00e9 comum ver um atleta defender um pa\u00eds diferente da na\u00e7\u00e3o em que nasceu. 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