{"id":3924,"date":"2019-07-02T22:11:33","date_gmt":"2019-07-03T01:11:33","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/?p=3924"},"modified":"2019-07-02T22:24:21","modified_gmt":"2019-07-03T01:24:21","slug":"estados-unidos-vencem-inglaterra-quinta-final-da-copa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/estados-unidos-vencem-inglaterra-quinta-final-da-copa\/","title":{"rendered":"Estados Unidos vencem Inglaterra e chegam \u00e0 quinta final de Copa do Mundo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Lyon (Fran\u00e7a) \u2014\u00a0<\/strong>A primeira vaga da final est\u00e1 decidida. Na noite em que a americana Alex Morgan e a inglesa Ellen White se isolaram na artilharia nesta Copa do Mundo, a goleira Alyssa Naeher roubou o protagonismo at\u00e9 mesmo da aniversariante. Alyssa defendeu o p\u00eanalti cobrado pela capit\u00e3 da Inglaterra Steph Houghton, j\u00e1 no fim do segundo tempo, sendo fundamental para a classifica\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos, ap\u00f3s vencer a Inglaterra, por 2 x 1,diante de 53.512 pessoas no Parc Olympique Lyonnais, em Lyon.<\/p>\n<p>Assim, a equipe comandada por Jill Ellis chega \u00e0 quinta final de Mundial no comando dela e mant\u00e9m a tradi\u00e7\u00e3o de ficar entre as tr\u00eas primeiras colocadas em uma Copa do Mundo feminina desde a primeira edi\u00e7\u00e3o do torneio, em 1991. Teve gol anulado, p\u00eanalti, expuls\u00e3o e tr\u00eas gols com direito a disputa pela artilharia do Mundial, al\u00e9m de lances dignos de replay. A noite acabou com a coroa\u00e7\u00e3o de Alex Morgan, a aniversariante do dia, que marcou o dela e foi eleita a melhor jogadora da partida.<\/p>\n<p>Um dos destaques do Mundial, a atacante Rapinoe n\u00e3o come\u00e7ou como titular. Mas a estrela da t\u00e9cnica Jill Ellis brilhou. Christen Press substituta do destaque da classifica\u00e7\u00e3o das americanas para as semifinais foi justamente quem abriu o placar para os Estados Unidos sobre a Inglaterra, de cabe\u00e7a. O gol marcado aos 10 minutos do primeiro tempo mostra o poder ofensivo da Sele\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos, que novamente abriu o placar com menos de 12 minutos. Em todos os seis jogos disputados nesta Copa, as americanas n\u00e3o deram chance para o advers\u00e1rio sair da frente e marcaram o primeiro gol nos 12 minutos iniciais da partida.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi diferente desta vez. Os Estados Unidos come\u00e7ou o jogo impondo uma blitz no ataque. Com um bombardeio ofensivo, a sele\u00e7\u00e3o americana chegou cinco vezes com muito perigo o gol ingl\u00eas antes de abrir o placar. Na sexta chegada, Heath avan\u00e7ou pela direita e tocou para Lavelle, que fez um corta-luz para O&#8217;Hara. Livre, ela cruzou na cabe\u00e7a de Press colocar para o fundo das redes.<\/p>\n<p>A Inglaterra s\u00f3 conseguiu acalmar o ritmo de jogo americano ap\u00f3s os 15 minutos. Aos 17, fez a primeira tentativa de avan\u00e7ar a equipe. No minuto seguinte, Mead recebeu pela esquerda e cruzou para Ellen White. A atacante se antecipou dentro da \u00e1rea para ampliar a artilharia no torneio, chegando ao sexto dela no Mundial. O empate equilibrou o duelo. A intensidade da partida n\u00e3o tirou glamour, nem as jogadas bonitas.<\/p>\n<p>Mas ainda no primeiro tempo, a aniversariante do dia e capit\u00e3 dos EUA, Alex Morgan, marcou um gol de presente para os torcedores que foram acompanhar a partida. A jogadora teve seu nome gritado pelas arquibancadas, que eram em sua grande maioria ocupadas por americanos. A maioria das camisetas usadas pelos f\u00e3s da sele\u00e7\u00e3o tricampe\u00e3 tamb\u00e9m tinha o nome da artilheira do time estampado nas costas. Se sentindo em casa, Morgan at\u00e9 brincou na comemora\u00e7\u00e3o e fingiu tomar um ch\u00e1, costume do pa\u00eds advers\u00e1rio.<\/p>\n<h2><strong>Segundo tempo tem protagonismo do VAR<\/strong><\/h2>\n<p>O segundo tempo foi marcado pela atua\u00e7\u00e3o da arbitragem brasileira, que esteve presente no campo da primeira semifinal da Copa, e novamente pela ajuda do VAR, que j\u00e1 mostrou grande influ\u00eancia neste Mundial. Teve gol anulado, p\u00eanalti marcado e at\u00e9 expuls\u00e3o. O gol de empate das inglesas, que deixaria Ellen White na frente da artilharia do torneio, foi anulado corretamente por impedimento. Um p\u00e9 de diferen\u00e7a fez a Inglaterra n\u00e3o chegar ao empate.<\/p>\n<p>Logo depois, a Inglaterra teve novamente a chance de empatar a partida com um p\u00eanalti. No entanto, quem brilhou foi a goleira Alyssa Naeher, que defendeu a cobran\u00e7a da capit\u00e3 da Inglaterra Steph Houghton aos 37 minutos do segundo tempo. As inglesas ainda perderam uma jogadora, ap\u00f3s Millie Bright ter recebido o segundo cart\u00e3o amarelo e, consequente, ter sido expulsa do jogo.<\/p>\n<p>\u00c0 essa altura, restavam apenas cinco minutos do tempo normal, mais os acr\u00e9scimos. O apito final da brasileira Edina Aves decretou a quinta participa\u00e7\u00e3o dos EUA na final da Copa do Mundo feminina. O elenco volta a jogar em Lyon contra o vencedor de Holanda x Su\u00e9cia.<\/p>\n<p><strong>Por Maria Eduarda Cardim e Ma\u00edra Nunes \u2014 Enviadas especiais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Patroc\u00ednio:\u00a0<\/strong>Col\u00e9gio Moraes R\u00eago<strong><br \/>\nApoio:\u00a0<\/strong>Casa de Viagens e Bancorbr\u00e1s \u2013 Ag\u00eancia de Viagens<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lyon (Fran\u00e7a) \u2014\u00a0A primeira vaga da final est\u00e1 decidida. 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